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Três poemas de Eugénio de Andrade para os mais novos

“Se há na terra um reino que nos seja familiar e ao mesmo tempo estranho, fechado nos seus limites e simultaneamente sem fronteiras, esse reino é o da infância. A esse país inocente, donde se é expulso sempre demasiado cedo, apenas se regressa em momentos privilegiados — a tais regressos se chama, às vezes, poesia.” Assim escreveu o poeta Eugénio de Andrade  “[e]m Louvor das Crianças”, no livro Rosto Precário. 

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Quatro poemas pelo direito à habitação

Embora tenha ficado atrás de palavras como “inflação”, “inteligência artificial” e “professor”, eleita a palavra do ano 2023 pela Porto Editora, “habitação” tem sido uma das palavras mais repetidas nas notícias e nas preocupações dos portugueses nos últimos tempos. Para Ruy Belo, “uma casa [era] a coisa mais séria da vida”, Manuel António Pina só queria “um sítio onde pousar a cabeça” e Vinicius de Moraes imortalizou em canção uma casa muito peculiar, “não tinha teto/ não tinha nada”, “mas era feita/ com muito esmero/ na Rua dos Bobos/ Número Zero”.

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Um poema para entrar em 2024 com o pé direito

Começa um novo ano e com ele chegam novas resoluções, metas, sonhos, planos e intenções. Mas, para o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, a fórmula para um ano próspero era muito simples: quem quer ganhar um Ano Novo, tem que fazê-lo novo. Fique com esta “Receita de Ano Novo” para entrar em 2024 com o pé direito.

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Uma frase e três poemas para recordar Herberto Helder

Herberto Helder nasceu a 23 de novembro de 1930, no Funchal, onde concluiu o 5º ano. Faria hoje 93 anos e, por isso, escolhemos uma frase que disse numa entrevista e três poemas que escreveu para o recordar.

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3 poemas para recordar António Ramos Rosa

Um ano antes do centenário de António Ramos Rosa, lembramos três poemas do poeta e crítico português.

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Três poemas de Ricardo Reis

Ricardo Reis nasceu “dentro da alma” de Fernando Pessoa no dia 29 de janeiro de 1914. Mas a data de nascimento oficial é outra – 19 de setembro de 1887. Era médico, mas não se sabe que tenha exercido. E era monárquico, e por isso auto-exilou-se no Brasil depois da proclamação da República. Reis é o sistema moral de Fernando Pessoa: um epicurista que reflete “em torno da nossa miséria estrutural”, como disse Prado Coelho.

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Três poemas de Eduardo Pitta (1949 – 2023)

O escritor, poeta e crítico literário Eduardo Pitta, nascido em Moçambique em 1949, morreu terça-feira, 25 de julho, na sequência de um acidente vascular cerebral (AVC). Tinha 73 anos. "Tornou-se mais conhecido como crítico, cronista e depois também como escritor de alguma ficção. Mas ele tem uma obra poética que começou há muito tempo. Tem poucos livros, mas é uma poesia muito vigiada, muito exigente, de que gosto muito.” Quem o disse foi Pedro Mexia, poeta, cronista e ensaísta, em declarações ao jornal Público. É precisamente a poesia de Eduardo Pitta que hoje recordamos, para o celebrar.

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75 Canções de Sérgio Godinho

75 Canções é um livro que reúne canções (partituras, letras e cifras) de Sérgio Godinho: a celebração de uma carreira cheia de boas músicas para tocar ou apenas cantar.

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Mário de Sá-Carneiro | 2 poemas e 1 documentário

Mário de Sá-Carneiro (1890 – 1916) é um dos maiores expoentes do modernismo português e é também um dos mais conhecidos membros da chamada Geração d’Orpheu. Passou pela Universidade de Coimbra e depois por Paris, onde viveu com uma mesada do pai e onde ficou conhecido pela vida boémia e a dedicação à literatura. Poeta e novelista, sempre foi alvo de intenso estudo a correspondência que o escritor trocou com Fernando Pessoa. Trata-se de mais de uma centena de missivas consideradas como um dos principais testemunhos da chamada Geração d’Orpheu, a que ambos pertenceram. "Quando eu morrer batam em latas", escreveu Mário de Sá Carneiro ao amigo Fernando Pessoa. O bilhete de despedida data de 26 de abril de 1916. Suicidou-se em Paris. Para assinalar o seu aniversário, sugerimos dois poemas e um documentário.

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