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Um golpe de estado em 248 páginas

Há livros que são armas, tijolos que quebram muros, machados que quebram o mar gelado em nós (Franz Kafka), um “tiro de pistola entre a multidão” (André Breton). Portugal e o Futuro de António de Spínola foi um desses livros. Publicado dois meses antes da Revolução sem sangue que mudou para sempre o nosso país, o livro do então militar acabou por ser a arma, a “pedrada no charco”, o “rastilho” (António Valdemar) que colocou em movimento as engrenagens da mudança. Agora, no 50º aniversário da Revolução e da publicação do livro que lhe deu início, João Céu e Silva traça aquilo que descreve como “a biografia de um livro” com O General que Começou o 25 de Abril Dois Meses antes dos Capitães (Contraponto).

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Vamos falar de amor

Para os que amam a cara metade, amor é cumplicidade, é paixão. É ser uma alma em dois corpos, falar com o olhar, sonhar com o para sempre. É um passeio de mão dadas, um filme romântico a dois no sofá. É doce, é quente.

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As dedicatórias de livros mais românticas de sempre

Uma tradição que se mantém desde a Roma Antiga, embora nem sempre com o mesmo propósito (ver De onde vêm as dedicatórias dos livros?), as dedicatórias de livros tornaram-se numa das formas mais especiais de um escritor prestar tributo ou expressar o seu amor por alguém. Embora os pais continuem a ser os principais destinatários — segundo um estudo publicado em 2006 —,  vários autores imortalizaram as caras metades nas suas dedicatórias, algumas capazes de rivalizar com os mais belos poemas de amor.

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O lado sombrio de Charles Dickens e outras curiosidades

Acha que conhece Charles Dickens? Pense outra vez. O popular escritor vitoriano, possivelmente um dos mais influentes da História da Literatura Inglesa, foi um homem de múltiplas facetas, e algumas delas menos favoráveis. Autor de clássicos como Oliver Twist e Conto de Natal, e de tantas palavras e expressões que mudaram para sempre a língua inglesa, foi também uma figura complexa e controversa.No seu 212º aniversário, recordamos o homem — o bom, o mau e o feio — e a obra de Charles Dickens, com algumas curiosidades.

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A "livraria na colina" que inspirou um livro

«- Romano, gostava de abrir uma livraria na minha aldeia. - Muito bem, quantos habitantes tem?- 180.- Então, 180 mil a dividir…- Não é 180 mil, é 180.- És doida.»

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Virginia Woolf e Judith Teixeira: vozes queer na sociedade oitocentista

Nascidas no mesmo dia, separadas por dois anos e um oceano, Virginia Woolf e Judith Teixeira foram duas mulheres e escritoras à frente do seu tempo. Nascida Adeline Virginia Stephen em Londres no ano de 1882, Woolf ficou para a História como uma das figuras literárias mais importantes do século XX. Dois anos antes, em Viseu, nascia Judite dos Reis Ramos Teixeira, também conhecida por Lena de Valois ou Judith Teixeira, um nome cuja memória a História tentou apagar. 

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“A liberdade começa com um livro” | O novo prémio literário em que os jurados são reclusos

“Ler é viajar sem sair do lugar.” É um lugar comum, mas um que adquire inteiramente um novo significado em situações de restrição de liberdade, como numa prisão. Fonte de inspiração para inúmeros autores, desde Oscar Wilde a Miguel de Cervantes, que escreveram verdadeiras obras-primas durante o seu tempo como reclusos, será, a partir de junho, palco de um novo prémio literário. 

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A história por detrás de "Este é o meu nome"

Em janeiro de 2015, numa festa de estudantes na universidade de Stanford, a vida de uma jovem de 22 anos mudou para sempre após ter sido vítima num caso de agressão sexual que causou controvérsia e dividiu opiniões. Na altura, ficou conhecida como “Emily Doe”, para preservar a sua privacidade. Agora, quer que o mundo saiba o seu nome.

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6 livros que o ajudam a manter as resoluções de ano novo

Janeiro já vai a meio e, para alguns, as resoluções de ano novo começam a parecer cada vez mais longínquas… Não é por acaso que o dia de hoje, a terceira segunda-feira do ano (também conhecida como “Blue Monday”), foi considerado pelo psicólogo Cliff Arnall, da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, o dia mais deprimente do ano. O clima frio e cinzento, juntamente com as despesas da época festiva que fazem com que o salário de janeiro nunca chegue rápido o suficiente, bem como as resoluções que começam a falhar ou que ainda não foram postas em marcha, são fatores que contribuem para a sensação geral de desânimo nesta fase do ano.

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