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Três obras imperdíveis de Norman Mailer para ler em português

Romancista, jornalista, realizador de cinema e polemista invertebrado, o autor norte-americano Norman Mailer completaria 100 anos no passado dia 31 de janeiro. Nascido em 1923, em Long Branch, Nova Jérsia, Norman Mailer cresceu em Brooklyn, Nova Iorque, formou-se em engenharia em Harvard e serviu durante a guerra nas Filipinas. Esses foram os anos que inspiram Os Nus e os Mortos (1948), considerada por muitos a sua obra maior. 

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Em memória das vítimas do Holocausto

Localizado no sul da Polónia, Auchwitz que foi o maior campo de concentração operado pela Alemanha Nazi, funcionou com uma verdadeira fábrica de morte, de maio de 1940 a janeiro de 1945. Embora o número exato de mortos seja impossível de determinar, estima-se que mais de um milhão de prisioneiros (entre eles, judeus — a maioria —, mas também prisioneiros políticos e criminosos comuns) perdeu as suas vidas neste campo, sendo que a estimativa do número total de mortos no Holocausto chega aos 6 milhões.

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Cinco livros de banda desenhada de autores nacionais

Ao longo dos últimos anos, foram vários os autores que se destacaram na publicação de obras de banda desenhada ou de novelas gráficas em Portugal. Neste campo de representação de uma linguagem universal, há histórias para miúdos e graúdos, que amplificam horizontes e a nossa capacidade imaginativa. Por isso recomendamos cinco livros de autores portugueses cuja obra deve conhecer. 

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6 Curiosidades sobre Eugénio de Andrade

A propósito da data em que se celebra o centenário do poeta e tradutor Eugénio de Andrade, nascido a 19 de janeiro de 1923, partilhamos cinco curiosidades importantes sobre a sua vida. Ao longo dos seus 82 anos de vida, Eugénio de Andrade foi um dos nomes mais prestigiados da literatura portuguesa, embora tenha vivido distanciado da chamada vida social, literária ou pública, tendo o próprio justificado as suas raras aparições públicas com “essa debilidade do coração que é a amizade”.

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Os seres vivos de Saramago

Partilhamos consigo a segunda parte do artigo Os seres vivos de Saramago, publicado na edição de Natal da revista Somos Livros.

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Os seres vivos de Saramago

Em junho de 2018, aventurámo-nos numa edição especial sobre Saramago. Dedicámos-lhe grande parte da nossa revista, dedicámos-lhe tempo, pesquisa quase obsessiva e uma saudade que se vai fazendo eterna. Desengane-se quem esperava daqui alguma imparcialidade. Saramago, como Pilar nos confessou em entrevista, “milita-se” porque “nos sai da vontade.” Se estivesse fisicamente entre nós, teria feito 100 anos dia 16 de novembro. O que dizer quando (sentimos que) tudo já foi dito, quando tantos lhe reviraram a vida à procura de razões, quando tudo parece já ter sido analisado à luz das doutras teorias? 

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Agustina Bessa-Luís: “Os grandes da literatura têm também de ser grandes na vida.”

Partilhamos consigo a segunda parte do artigo Agustina Bessa-Luís: “Os grandes da literatura têm também de ser grandes na vida.”  publicado na edição de Natal da revista Somos Livros. Se ainda não leu a primeira parte, descubra-a aqui.

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Agustina Bessa-Luís: “Os grandes da literatura têm também de ser grandes na vida.”

Isabel Rio-Novo dedicou dois anos e meio - intensos à missão de biografar Agustina Bessa-Luís. Foi neste O poço e a estrada (Contraponto) que mergulhámos, para celebrar, com 100 curiosidades, os 100 anos do nascimento de Agustina.

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Annie Ernaux: “Nos meus livros não há autoficção. Eles são mesmo biográficos”

 Annie Duchesne nasceu em 1940 na Normandia. Cresceu em Yvetot, uma pequena cidade, onde seus pais geriam um café-mercearia. Formou-se em Letras Modernas e foi professora de Literatura. Divorciou-se no início dos anos 1980 e, em 2000, deixou definitivamente o ensino para se dedicar à escrita. Muitas vezes apelidada de “obscena”, por abordar temáticas consideradas “indignas da literatura”, assume a escrita como um ato político. Em 2020, a revista New Yorker dizia que, com os seus 20 livros, a autora " dedicou-se a uma única tarefa: a escavação de sua própria vida". Considerada a mãe da autoficção sociológica contemporânea, Ernaux assume escrever “algo entre literatura, sociologia e história”. Os que a leem sabem que fala da vida tal como ela é, usando a escrita como uma lâmina afiada, arrepiando, aqui e ali, memórias e dores que são de todos.

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