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Dois poemas de João Luís Barreto Guimarães

Médico, tradutor e poeta, João Luís Barreto Guimarães foi recentemente distinguido com Prémio Pessoa 2022. O júri da iniciativa do semanário Expresso e da Caixa Geral de Depósitos destacou que João Luís Barreto Guimarães "alia à virtude da palavra e da imaginação, uma reflexão por vezes irónica, por vezes realista, sempre duramente trabalhada, sem prejuízo do efeito estético na construção do poema". 

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Dois poemas de Carlos Drummond de Andrade

Da vasta obra do poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade, surge agora e pela primeira vez em Portugal, uma edição conjunta de Boitempo, livro de poesias publicado inicialmente em três volumes, que reúne as coletâneas autobiográficas Boitempo (1968), Menino antigo (1973) e Esquecer para lembrar (1979), que foram sofrendo diversas reformulações. A propósito desta edição da Tinta-da-China, partilhamos dois dos poemas presentes na obra.

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Três poemas para recordar António Gancho

Vinte e sete anos depois da primeira edição, a Assírio e Alvim reedita o conjunto de poemas que António Gancho confiou para publicação em 1995 e a que chamou O Ar da Manhã. Natural de Évora, o poeta — nomeado por Heberto Helder como uma das melhores vozes da poesia portuguesa — fez parte da geração literária dos surrealistas, intelectuais e artistas que frequentavam o Café Gelo, no Rossio, em Lisboa, tendo publicado, em 1990, o romance “As Dioptrias de Elisa”. A propósito da nova edição, partilhamos três dos seus poemas presentes na obra.

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Uma ocasião para a poesia de Jorge Luís Borges

Em “O enigma da Poesia”, diz Borges: “«Bebendo» poesia cheguei a uma conclusão final sobre ela. (…) a vida é, tenho a certeza, feita de poesia. A poesia não nos é alheia — a poesia espreita, como veremos, a cada esquina. Pode saltar-nos em cima a qualquer momento. (…) os livros são apenas ocasiões para a poesia.” É precisamente uma dessas maravilhosas ocasiões para a poesia que a Quetzal nos oferece com o recente Poesia Completa, de Jorge Luís Borges, de onde retiramos dois poemas para perfumar esta quinta-feira.

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Às quartas-feiras, lemos poesia

Partilhamos consigo quatro livros de poesia que ocuparam os lugares cimeiros nas preferências de leitores e livreiros Bertrand, na sexta edição do Prémio Livro do Ano Bertrand.

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“Santo António”, de Fernando Pessoa

Depois do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, que celebramos a 10 de junho, chegam as festejos populares em honra de Santo António, o santo casamenteiro que Lisboa guarda no coração. Dia 13 de junho, assinala-se também o nascimento de um dos nomes maiores da poesia portuguesa: Fernando Pessoa, o poeta que era muitos (“Eu sou muitos”). Partilhamos um excerto do seu poema “Santo António”.

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Três Poemas de João Luís Barreto Guimarães

Embora dedique a rotina dos seus dias à prática da medicina, é nas horas vagas que João Luís Barreto Guimarães se distingue como tradutor e poeta. Nascido no Porto em 1967, publicou o seu primeiro livro de poemas em 1989 (Há violinos na tribo), tendo já dezenas de livros publicados atualmente. Para além de ter recebido o Prémio Criatividade Nações Unidas em 1992, e o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa, foi ainda o vencedor do Prémio Livro de Poesia do Ano Bertrand 2018 com o livro Nómada - a escolha dos nossos livreiros e leitores e foi o primeiro autor não americano a ser reconhecido com o prémio Willow Run Poetry Book Award, pelo livro Mediterrâneo. A propósito do seu aniversário, celebrado hoje, 3 de junho, partilhamos três dos seus poemas.

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O que queres ser quando fores grande?

Quando for grande quero ser vento, quero ser árvore, quero ser verboter rios a correr-me no peitoser longe, balão e nuvem, primaverar-me, ser andorinha não temer o voo sem escala, o sonho sem redequero ser uma agitadora de rebanhos e morder desafios em dó maiordesinventar sombras e medosregar as estrelas ao anoitecer e nunca sentir falta de mim

POEMAS DE PEDRO EIRAS Paraíso

Dois Poemas de Pedro Eiras

Paraíso encerra o tríptico iniciado com Inferno (2020) e Purgatório (2021), três livros de poemas em torno da obra-prima de Dante Alighieri. Neste último volume, assistimos à barbárie dos homens, ao anúncio do fim dos tempos, mas um apelo persiste nos últimos cantos, onde a poesia dos grandes mestres é convocada para ascender às últimas esferas do céu.

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