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Na livraria mais antiga do mundo com… Todd Parr

Autor de mais de 60 livros publicados em todo o mundo e traduzidos em mais de 20 idiomas, o norte-americano Todd Parr esteve recentemente em Portugal para promover o seu mais recente livro, Não faz mal errar, e para conhecer os seus leitores portugueses. Dono de três pitbulls resgatados, que aparecem frequentemente nos seus livros, é, para além de escritor e ilustrador, um ativista pelos direitos dos animais e um amante da culinária, principalmente de macarrão com queijo. Antes de uma sessão muito especial na livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, sentámo-nos à mesa do café da livraria mais antiga do mundo em funcionamento para uma conversa com o autor – sobre livros, comida e como tornar o mundo um lugar melhor. 

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Comunidade Bertrand | Livra-te Podcast

A Comunidade Bertrand une livrólicos e bloggers, de diversos quadrantes, com quem partilhamos a nossa paixão pelos livros e desenvolvemos diversas iniciativas, tendo em vista a promoção da leitura. Hoje, juntamo-nos a Rita da Nova e a Joana da Silva, as criadoras do podcast Livra-te, unidas pela amizade e vontade de conversar sobre as suas leituras. Como dizem as próprias: “Duas amigas que só precisavam de uma desculpa para falar sobre o que mais as une: os livros”.

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Shehan Karunatilaka: "Talvez seja aí que o escritor de ficção possa entrar, onde há lacunas na História"

Está a escrever o terceiro romance — o segundo demorou sete anos até sair, por isso podemos esperar. Ganhou um dos prémios literários mais importantes, o Booker Prize, e confessa que nesse momento só sentiu terror. 

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Sara Carinhas: "Leio por uma necessidade de sair da minha forma de estar e de pensar"

Esta é a segunda parte da entrevista a Sara Carinhas, publicada na Revista Somos Livros (edição Natal 2023).

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Sara Carinhas: "Leio por uma necessidade de sair da minha forma de estar e de pensar"

"Continuo a acreditar que o amor de que eu falo — que é o da bell hooks, um amor em ação, não um amor só romântico ou romatizado, mas um amor ativo, do dia-a-dia e de todos os gestos — pode ser a salvação."

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Isabela Figueiredo: “Eu tenho muito treino de vulnerabilidade ao longo da vida”

Isabela Figueiredo é a vencedora do Prémio Livreiros Bertrand para Autores Lusófonos – não fica muito surpreendida porque considera os livreiros “amigos”, que a leem e recomendam. Desde 2009, publicou três livros (Caderno de Memórias Coloniais, A Gorda e Um Cão no Meio do Caminho) e quer terminar o quarto no próximo ano. Não gosta de se ler da mesma forma que não gosta de se ver. Não porque se acha feia, mas porque está sempre lá dentro, a observar-se sem precisar de imagens. Escreve para sarar feridas – nesta entrevista, percebeu que o singular pode chegar – e não tem medo da vulnerabilidade de as mostrar. Sobre Um Cão no Meio do Caminho diz: “não acho que seja perfeito, mas acho que é importante para me lançar para outros livros”.

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João Tordo: “Muitas vezes encontramos o nosso destino no caminho que fazemos para o evitar.”

Em Uma Valsa com a Morte — Ou o pouco que sei sobre música, literatura, melancolia, espiritualidade e a minha avó, João Tordo tenta chegar ao outro lado do fio imaginário. Pelo caminho, toca as notas de medos e dores, passados e presentes, numa melodia de apaziguação, com o passado e consigo próprio. Pelo caminho, percebemos que é também do pouco que sabe sobre nós que fala. Do seu projeto musical, MARIA GIBSON, depois de "Lamento", pomos a tocar "Águas Passadas", para afinar os verbos.

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Brigitte Giraud: "Tinha medo de não estar à altura deste homem, da história de amor, do acontecimento."

Tornou-se quase um lugar-comum dizer-se que a vida muda num instante. Raramente nos apercebemos realmente do que esta premissa de estar vivo significa. Em Viver Depressa, Brigitte Giraud (Prémio Goncourt em 2022) partilha connosco um dos acontecimentos mais dolorosos da sua vida: a morte do marido, há vinte anos, na sequência de um acidente de moto, para o qual nunca foi encontrada explicação. A narrativa faz-se desse caminho repleto de “e se?”, à procura de um sentido. Uma investigação quase obsessiva que analisa 23 peças de um puzzle. Mas desengane-se quem vier à procura de um diário da dor. Este é um livro sobre amor.

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Victoria Belim: “A Ucrânia precisa de embaixadores e acredito que estou, de alguma forma, a desempenhar esse papel.”

A Casa dos Galos - A História de uma Família Ucraniana (Porto Editora) é o primeiro romance da escritora ucraniana Victoria Belim. Num exercício de memória e de geografia pessoal, a autora leva-nos até 2014, ano em que muitos locais da sua vida sucumbem às mãos da Rússia. A sua cidade natal, Kiev, é dominada por protestos e alvo de repressão violenta. A Crimeia, para onde Victoria fora estudar, a fim de evitar a radiação do desastre nuclear de Chernobyl, foi invadida. Kharkov, onde a sua avó Valentina estudou Economia e se apaixonou; Donetsk, onde o seu pai trabalhou; e Mariupol, onde ela e a mãe compraram uma cerejeira para plantar no jardim, tornaram-se campos de batalha.

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