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Na Bertrand, somos livros – por isso, convidámos Teolinda Gersão para uma conversa sobre os livros que fizeram dela a escritora e leitora que é. Autora de mais de duas dezenas de obras e vencedora de múltiplos prémios, partilhou connosco os seus hábitos de leitura, as influências literárias que moldaram a sua escrita e os livros que mais a marcaram, passando pelo seu mais recente Autobiografia não escrita de Martha Freud.
A Comunidade Bertrand une os amantes de livros com presença no mundo digital, com quem partilhamos a paixão pelos livros e desenvolvemos diversas iniciativas, tendo em vista a promoção da leitura. Tivemos a oportunidade de conhecer Sónia Canário, a mulher por trás da página @scanario_bookstagram, na qual partilha as suas aventuras literárias — com a participação ocasional dos amigos de quatro patas.
No teu primeiro livro, As Primeiras Coisas, foste buscar muito do bairro onde nasceste, Vale da Amoreira, no Barreiro, e das pessoas com quem te cruzaste ao longo da infância e adolescência. O que tem de ti este toda a gente tem um plano? Todos os livros têm tudo de mim. O que este tem comum com os outros é a observação. Na génese de todos os meus livros, está o interesse pelos outros, a capacidade e interesse em ver os outros, em olhar profundamente para os outros e interessar-me pelas histórias dos outros. Eu não acho que o ponto de partida seja sempre um sentimento benigno, por vezes, é algo até parasitário, parte quase sempre de uma necessidade egoísta. Mas, ao mesmo tempo, pela atenção que dedicamos ao outro e que é necessária para criar as personagens, acaba por ser colateralmente um ato de amor…ou pelo menos de atenção.
Foi preciso mais coragem para escrever o Leme ou para o tornar público? Quando decidi escrever o Leme, o Leme ainda não era o livro que viria a ser, era uma fuga total àquele assunto. Eu já sabia que queria escrever um livro para publicar se sentisse que tinha o que eu achava necessário em qualidade, por isso, quando decidi abandonar o outro caminho, o Leme acaba por surgir de uma desistência, quando eu decido desistir daquilo que eu achava que ia escrever, é quando eu decido encarar aquela história. Mas entre a escrita e a publicação, nesse pequeno intervalo, veio muito medo, vieram as dúvidas… e aí não estavam relacionadas com a escrita, o que me deu mais medo foi a parte da publicação. Porque a escrita foi quase de rajada, terapêutica, necessária.
Depois de, em 2021, ter alertado para o efeito que a exposição aos dispositivos digitais está a ter no cérebro e desenvolvimento das crianças e jovens, no livro A Fábrica de Cretinos Digitais, publicado em Portugal pela Contraponto, o neurocientista Michel Desmurget revela agora que a leitura é o remédio perfeito para combater esses efeitos negativos. No novo livro — Ponham-nos a Ler!, lançado pela mesma editora —, o também diretor de investigação do INSERM (Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica francês) dá a conhecer os benefícios de ler, que é, avisa, “muito mais do que juntar letras, é compreender o que se está a ler”. A leitura é fundamental para desenvolver a linguagem, a concentração e a empatia, e para o sucesso escolar e profissional, tal como é importante para compreender o mundo, e não se deixar enganar pela extrema-direita. “Se quiser ajudar os seus filhos, reduza o tempo passado em frente aos ecrãs e fomente a leitura”, aconselha Michel Desmurget.
São mais de quarenta anos a trabalhar na edição. O que é ser editor? Eu acho que é cada vez mais difícil responder à pergunta «o que é ser um editor». Quando se trata de um editor independente, ou quando se tratava, o editor orientava-se ou por um modelo mais comercial ou por um modelo mais literário. Quando se orientava por um modelo mais literário ou de maior qualidade, deparava com alguns confrangimentos financeiros, claro, dado que a quantidade de leitores era mais reduzida do que na edição comercial. Era e é. Por isso, tinha de arranjar uma série de meios para fazer chegar os seus livros aos leitores através da mobilização de um ficheiro de leitores atualizado e de uma certa fidelidade. Bom. O enfeudamento à banca, para financiar o negócio, nunca deu resultado com nenhum editor. Mas a independência é a independência, e os editores que têm a sua marca dentro de um grupo editorial prestam contas à administração e aos acionistas.
Para Filipa Leal, mais do que uma forma de dizer, a poesia é “a melhor forma de ouvir alguma coisa” — por isso, a Humanidade tem muito a aprender com os poetas. Nasceu no Porto, em 1979, e desde que aprendeu a escrever, a escrita tem sido a sua única certeza absoluta. Escreve poesia, contos, argumentos para cinema e teatro, e está editada em Espanha, em França, na Polónia, no Luxemburgo, na Colômbia e no Brasil. Das suas obras mais recentes, fazem parte o conto O Vestido de Noiva (Relógio d’Água, 2024), e o livro de poesia Fósforos e Metal sobre Imitação de Ser Humano (Assírio & Alvim, 2019), obra finalista do Prémio Correntes d’Escritas e semifinalista do Prémio Oceanos, juntamente com Vem à Quinta-Feira (Assírio & Alvim, 2016).
Autor de mais de 60 livros publicados em todo o mundo e traduzidos em mais de 20 idiomas, o norte-americano Todd Parr esteve recentemente em Portugal para promover o seu mais recente livro, Não faz mal errar, e para conhecer os seus leitores portugueses. Dono de três pitbulls resgatados, que aparecem frequentemente nos seus livros, é, para além de escritor e ilustrador, um ativista pelos direitos dos animais e um amante da culinária, principalmente de macarrão com queijo. Antes de uma sessão muito especial na livraria Bertrand do Chiado, em Lisboa, sentámo-nos à mesa do café da livraria mais antiga do mundo em funcionamento para uma conversa com o autor – sobre livros, comida e como tornar o mundo um lugar melhor.
A Comunidade Bertrand une livrólicos e bloggers, de diversos quadrantes, com quem partilhamos a nossa paixão pelos livros e desenvolvemos diversas iniciativas, tendo em vista a promoção da leitura. Hoje, juntamo-nos a Rita da Nova e a Joana da Silva, as criadoras do podcast Livra-te, unidas pela amizade e vontade de conversar sobre as suas leituras. Como dizem as próprias: “Duas amigas que só precisavam de uma desculpa para falar sobre o que mais as une: os livros”.
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