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"Regresso a casa", de José Luís Peixoto

"Regresso a casa" é o poema que dá o título ao quarto livro de poesia de José Luís Peixoto e fala-nos das quatro paredes de uma casa - e de todas as suas recordações em tempo de pandemia. Foi o vencedor do Prémio Livro do Ano Bertrand 2020 na categoria de poesia.

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"Não tenhas medo, ouve", de Miguel Torga

Descubra o poema "Não tenhas medo, ouve", do autor português Miguel Torga, originalmente integrado n'"O Diário de Torga", uma coletânea com 16 volumes, publicada entre 1941 e 1993.

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Três poemas de Pedro Tamen (1934-2021)

O poeta Pedro Tamen, de 86 anos, morreu esta quinta-feira, 29 de julho, em Setúbal, onde estava hospitalizado, disse à agência Lusa fonte próxima da família. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, foi diretor de uma editora (Editora Moraes), administrador da Fundação Calouste Gulbenkian, e codirigiu as revistas Anteu e Flama. Lecionou no ensino secundário, fez crítica literária no semanário Expresso, foi ainda presidente do PEN Clube Português, entre 1987 e 1990, e tradutor, tendo recebido, em 1990, o Grande Prémio da Tradução.

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"Quem me quiser", de Rosa Lobato de Faria

Para além de poetisa, Rosa Lobato de Faria foi também atriz, romancista, contista, dramaturga e guionista de novelas e séries. Em 1997, reuniu o essencial da sua poesia no volume Poemas Escolhidos e Dispersos e em 2000, obteve o Prémio Máxima de Literatura. Hoje, dia 20 de abril, dia em que faria 89 anos, recordamo-la com o poema Quem me quiser, confirmando assim a crença da autora de que “ninguém morre, só quem nós matamos na memória, no pensamento e no coração.”

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"O Albatroz", de Charles Baudelaire

Autor daquele que é considerado um dos maiores marcos da poesia moderna e simbolista (As flores do mal), Charles Baudelaire foi um poeta e crítico francês que influenciou gerações de escritores. Assinalamos hoje, dia 9 de abril, o 200º aniversário do seu nascimento, recordando um dos seus poemas mais memoráveis, sobre a condição singular dos poetas - esses cujas asas de gigante os impedem de andar.

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"Um dizer ainda puro", de Vasco Gato

Nascido em Lisboa em 1978, Vasco Gato tinha apenas 22 anos quando publicou o seu primeiro livro de poesia, intitulado Um Mover de Mão. A esse volume inicial seguiram-se onze coletâneas em nome próprio e duas recolhas de poesia por si traduzida. Em 2016, fez a sua primeira incursão na escrita dramática com Daqui ninguém entra.No dia em que celebra o seu 43º aniversário, homenageamo-lo com a partilha do poema Um dizer ainda puro, incluído no livro Contra mim falo, que reune toda a sua poesia.

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"Os elevadores de Lisboa", de Lawrence Ferlinghetti

Escrevia Lawrence Ferlinghetti: "The greatest poem is lyric life itself". Com ele, parecia dialogar Agostinho da Silva quando afirmou: "Quando acabássemos, dever-se-ia dizer: morreu um poema". Hoje, dia 24 de fevereiro, morreu um poema.

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"Sol de janeiro", de João Luís Barreto Guimarães

Poeta, tradutor, médico e, recentemente, o primeiro autor não americano a ser reconhecido com o prémio Willow Run Poetry Book Award. Assim é João Luís Barreto Guimarães, o autor do poema "Sol de janeiro", que partilhamos consigo hoje.

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Dez poemas de amor para salvar o mundo, minuto a minuto

Acredita a poetisa Matilde Campilho que "[a] poesia não salva o mundo. Mas salva o minuto." Mas os poetas, como os amantes, sabem que existe uma força maior, capaz de o fazer, e à qual foram dedicados inúmeros versos ao longo dos tempos. Nos dias que correm, o amor, como a poesia, pode ser um antídoto - contra a dureza das palavras que ouvimos diariamente na televisão; contra a frieza de um mundo reduzido a números, percentagens e estatísticas; contra a distância, e a saudade, que vão de um ecrã a outro; contra o medo; contra a solidão; contra o ódio. 

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