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O spleen baudelairiano, um mal do século XXI?

Spleen, énui, ou, nas palavras de Fernando Pessoa, um supremíssimo cansaço, íssimo, íssimo, íssimo ... Todas estas expressões foram utilizadas por poetas do século XIX para expressar aquilo que sentiam como, mais do que uma angústia individual, um verdadeiro mal do século (mal du siècle, como também ficou conhecido). 

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"As Mulherzinhas", (ainda) uma obra essencial

Louisa May Alcott foi escritora de ficção e poesia. No seu longo currículo, constam também a profissão de governanta, costureira, professora e, inclusive, enfermeira. Ficou para sempre conhecida pela obra "As Mulherzinhas", publicada em 1869. 

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As vozes da revolução soam a poesia

“Aqueles que queimam livros, mais cedo ou mais tarde, acabam também por queimar pessoas.” A frase do poeta Heinrich Heine (1797-1856) é como um eco que se mantém atual. A censura assume várias formas e não discrimina países ou continentes. Pode atacar a comunicação social, como prova um estudo do Conselho Europeu para a Proteção de Jornalistas que relata como, desde o início da pandemia, a liberdade de imprensa tem sido cada vez mais comprometida. Pode atacar a mais forte das democracias, como comprova o ataque ao Capitólio, em Washington, em janeiro de 2021. E pode ultrapassar a barreira da humanidade, fazendo-nos reviver a grande pergunta de Primo Levi sobre “se isto é um homem”.

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Ai Weiwei | A arte que grita liberdade

“Todos podemos ser agentes de mudança. Por vezes, os desafios que nos rodeiam impedem-nos de saber por onde começar.” O artista chinês Ai Weiwei é mundialmente conhecido pelas suas criações, que esbatem a ténue fronteira entre arte e ativismo. Depois de ter fugido da China, vive atualmente no Alentejo, tem uma exposição patente na Cordoaria Nacional e verá as suas memórias chegarem às livrarias no final de 2021. Antes da exposição e das tão aguardadas memórias, detivemo-nos no documentário Ai Weiwei: Yours Truly (2020), que se propõe inspirar-nos a agir e a defender os direitos humanos. Tudo começa com uma forma simples e direta de demonstrar empatia: o envio de um postal.

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10 mitos desvendados e 10 exercícios para um cérebro saudável

Acreditava José Saramago que "fora da cabeça não há nada". No dia em que se assinala o Dia Mundial do Cérebro, uma data criada para promover sensibilização para as doenças neurológicas, desvendamos mitos sobre o nosso órgão mais complexo e partilhamos consigo alguns exercícios fundamentais para o manter em forma. Sempre com a ajuda daqueles que acreditamos serem os melhores amigos do nosso cérebro: os livros!

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Viagem ao interior do cérebro leitor

A biblioterapeuta Sandra Barão Nobre já faz parte da família. Temos vindo a realizar, há já alguns anos, diversas ações relacionadas com a biblioterapia e foi pela sua mão que levámos a bom porto o sonho de fazer o primeiro Retiro de Leitura em Portugal — aconteceu em 2020, um mês antes de uma pandemia nos colocar, a todos, os planos em suspenso. De cada vez que conversamos, há um contágio inevitável que nos trespassa a pele e, invariavelmente, a lista de leituras cresce. Porque a Sandra é bem mais do que biblioterapeuta, é uma espécie de raio de luz que nos ilumina as páginas por descobrir. Desta vez, a conversa fez-se a propósito da leitura em tempos de confinamento. O ponto de partida é uma mão cheia de dúvidas.

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"Diário da Peste" | Uma conversa com a memória do mundo

24 de março de 2020. O Jornal Expresso anuncia que Gonçalo M. Tavares iniciaria, nesse dia, um Diário da Peste, escrito ao ritmo a que a pandemia se espalhava pelo mundo. Uma página por dia. Multiplicaram-se as traduções em dezenas de países e o Diário do século partido em dois passou a ser lido um pouco por todo o mundo, tendo sido partilhado na Granta inglesa e espanhola e no Times Literary Supplement, entre tantas outras publicações. “Escrevi cada texto do Diário da Peste como se fosse o último”, esclarece Gonçalo M. Tavares, “não no sentido de pensar que ia morrer ou que o mundo ia acabar, claro, mas no sentido de pôr toda a energia do dia no texto — não guardar munições para o dia seguinte: é tudo agora. E depois acordava no dia seguinte e colocava-me na mesma posição: é tudo agora.” Partilhamos alguns excertos deste Diário, que é uma conversa com a memória do mundo.

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Um clássico não morre, transforma-se

Quando George Orwell escreveu o seu popular romance distópico sobre o então longínquo ano de 1984, estava longe de imaginar que em 2021 os seus leitores continuassem a conseguir identificar ecos deste clássico na atualidade. Ou será que estava? Afinal, em 1984,o autor britânico escreveu que qualquer um que quisesse ter um vislumbre do futuro, só teria que imaginar uma bota a esmagar um rosto humano, para a eternidade... Seja profecia ou a História a repetir-se, as inúmeras reedições deste clássico setenta anos após a morte de Orwell, provam que Winston, Julia e o Grande Irmão estão vivos e de boa saúde. E, entre elas, há uma que conquistou um lugar especial no coração dos leitores Bertrand. 

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E agora, o que fazer com esta solidão?

“Não defino solidão apenas como sentirmo-nos privados de amor, companhia ou intimidade. Nem é apenas uma questão de nos sentirmos ignorados, invisíveis ou negligenciados por aqueles com quem interagimos regularmente (…). Também tem que ver com sentirmos a falta de apoio e de atenção dos nossos concidadãos, dos nossos empregadores, da nossa comunidade, do nosso governo. Tem que ver com sentirmo-nos desligados, não apenas daqueles de quem deveríamos ser íntimos, mas também de nós mesmos.” Noreena Hertz é uma conceituada economista, professora e comunicadora, considerada pelo The Observer “uma das principais pensadoras a nível mundial”. No seu mais recente livro, O Século da Solidão (Temas e Debates), traça o retrato e a dimensão da nossa solidão e lança uma semente de esperança, propondo soluções para a combater. Partilhamos consigo alguns dados e curiosidades que servirão, certamente, como desassossego para que possa integrar este livro na lista das suas leituras prioritárias.

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O QUE É O CHECKOUT EXPRESSO?

O ‘Checkout Expresso’ utiliza os seus dados habituais (morada e/ou forma de envio, meio de pagamento e dados de faturação) para que a sua compra seja muito mais rápida. Assim, não tem de os indicar de cada vez que fizer uma compra. Em qualquer altura, pode atualizar estes dados na sua ‘Área de Cliente’.

Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.