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Três poemas para o Dia Mundial do Sorriso

Já sorriu hoje? Todos os anos, na primeira sexta-feira do mês de outubro, assinala-se o Dia Mundial do Sorriso, um dia criado por Harvey Ball, inventor do ícone conhecido como smiley. Celebre-o a sorrir, com três poemas que evocam esta expressão que era, para José Saramago” “a manifestação de uma sabedoria profunda” e a “única arma contra o absurdo” (Deste mundo e do outro). 

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Três poemas para receber o outono

A três dias do Equinócio de outono, preparamo-nos para receber a nova estação da melhor forma que sabemos: com livros, poesia e braços abertos para mais 90 páginas cheias de histórias. Fique com três poemas de autores nacionais dedicados a esta estação de “crepúsculos doirados”, pintada de amarelo “por não sei que pintor.”

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"A defesa do poeta", de Natália Correia

Na sequência da atribuição do Prémio Livro do Ano Bertrand 2019 (poesia) a uma obra de Natália Correia, recordamos um dos poemas mais célebres da autora, e reiteramos o apelo final: "Ó subalimentados do sonho!/A poesia é para comer."

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Três poemas de Amanda Lovelace

Foi a vencedora do Prémio Livro do Ano Bertrand 2023 na categoria de poesia com Aqui Nenhuma Bruxa Foi Atirada à Fogueira, a vencedora dos Goodreads Choice Awards por este mesmo livro em 2018 e pelo seu antecessor, Aqui a Princesa Salva-se Sozinha, em 2016, e uma sensação viral nas redes sociais. Já conhece Amanda Lovelace? 

Três poemas para recordar António Botto

Três poemas para recordar António Botto

Há 127 anos, no dia 17 de agosto, nascia, em Abrantes, o singular António Botto. Poeta, contista e dramaturgo, ganhou notoriedade pela sua amizade com Fernando Pessoa, seu editor e tradutor, e por ter sido, juntamente com Raul Leal e Judith Teixeira, um dos autores visados de uma queima de livros ordenada pelo Governo Civil de Lisboa, que ficou conhecida como “Literatura de Sodoma”. A irreverência da sua obra, uma das primeiras a evocar o amor homossexual, valeu-lhe a ostracização e o exílio para o Brasil, onde morreu com 61 anos. Mas é também pela sua irreverência que o homenageamos hoje, com três poemas da sua autoria. Acompanhe-os com um copo de vinho; esse que Botto sonhava ter “por amante / e a morte por companheira.”

Três poemas para recordar José Afonso

Três poemas para recordar José Afonso

Cantor de intervenção, compositor, poeta, revolucionário... Se fosse vivo, José Afonso completaria hoje 95 anos. Natural de Aveiro, oriundo do fado de Coimbra, é autor de algumas das canções mais simbólicas da música portuguesa, e de alguns dos mais tocantes poemas cantados da nossa língua. No livro Textos e Canções ou no mais recente Obra Poética, ambos editados pela Relógio d'Água, pode encontrar estes três poemas que aqui reunimos em sua homenagem. 

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“Poiesis”, de José Luís Mendonça

Um poema por dia não sabe o bem que lhe fazia. Hoje, escolhemos um da novidade Um Voo de Borboleta no Mecanismo Inerte do Tempo, uma antologia que assinala 42 anos de poesia de José Luís Mendonça. Nascido em Angola em 1955, foi o vencedor do Prémio Angola Trinta Anos em 2005, e do Prémio Nacional de Cultura e Artes na categoria de Literatura, em 2015. Poeta, romancista e jornalista, agradece no prefácio desta obra a sua publicação pela Imprensa Nacional Casa da Moeda, como mais um importante contributo para o “património verbal da moderna poesia de Angola”.

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Dois poemas para recordar Jorge Luis Borges

Hoje celebramos o inigualável autor, tradutor, crítico literário e ensaísta sul-americano, Jorge Luis Borges. Nasceu em Bueno Aires em 1899, mas a sua marca única e indelével na literatura nunca conheceu fronteiras, assim como os universos fantásticos e repletos de simbolismo que criou com as suas obras. @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-536870145 1107305727 0 0 415 0;}@font-face {font-family:Aptos; panose-1:2 11 0 4 2 2 2 2 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 3 0 0 415 0;}p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:8.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Aptos",sans-serif; mso-ascii-font-family:Aptos; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:Aptos; mso-fareast-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Aptos; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-font-kerning:1.0pt; mso-ligatures:standardcontextual; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; mso-ascii-font-family:Aptos; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:Aptos; mso-fareast-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Aptos; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault {mso-style-type:export-only; margin-bottom:8.0pt; line-height:115%;}div.WordSection1 {page:WordSection1;} @font-face {font-family:"Cambria Math"; panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:roman; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:-536870145 1107305727 0 0 415 0;}@font-face {font-family:Aptos; panose-1:2 11 0 4 2 2 2 2 2 4; mso-font-charset:0; mso-generic-font-family:swiss; mso-font-pitch:variable; mso-font-signature:536871559 3 0 0 415 0;}p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal {mso-style-unhide:no; mso-style-qformat:yes; mso-style-parent:""; margin-top:0cm; margin-right:0cm; margin-bottom:8.0pt; margin-left:0cm; line-height:115%; mso-pagination:widow-orphan; font-size:12.0pt; font-family:"Aptos",sans-serif; mso-ascii-font-family:Aptos; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:Aptos; mso-fareast-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Aptos; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-font-kerning:1.0pt; mso-ligatures:standardcontextual; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoChpDefault {mso-style-type:export-only; mso-default-props:yes; mso-ascii-font-family:Aptos; mso-ascii-theme-font:minor-latin; mso-fareast-font-family:Aptos; mso-fareast-theme-font:minor-latin; mso-hansi-font-family:Aptos; mso-hansi-theme-font:minor-latin; mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; mso-bidi-theme-font:minor-bidi; mso-fareast-language:EN-US;}.MsoPapDefault {mso-style-type:export-only; margin-bottom:8.0pt; line-height:115%;}div.WordSection1 {page:WordSection1;}

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5 poemas para celebrar o Dia do Autor Português

Neste dia dedicado a homenagear os autores nacionais — o Dia do Autor Português, comemorado anualmente no dia 22 de maio —, destacamos uma faceta menos conhecida de cinco dos maiores nomes da literatura portuguesa contemporânea. Gonçalo M. Tavares, Valter Hugo Mãe, Lídia Jorge, José Luís Peixoto e Hélia Correia alcançaram um lugar cimeiro como romancistas no panorama literário nacional mas, para sorte dos seus leitores, também se aventuraram na arte da poesia. Fique com cinco poemas de cada um destes grandes autores portugueses.

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