Após a edição de 2019 ter distinguido a autora portuguesa Djaimilia Pereira de Almeida, o Prémio literário Oceanos volta a contar com três autores portugueses entre os finalistas — entre eles, novamente, Djaimilia.
Os dez finalistas do prémio literário que distingue anualmente os melhores livros publicados em língua portuguesa e nos PALOP foram anunciados ontem, dia 24 de novembro, através de uma transmissão em direto pela internet. São eles:
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A Cidade Inexistente, de José Rezende (ed. 7 Letras)
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A Ocupação, de Julián Fuks (ed. Companhia das Letras)
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As Durações da Casa, de Julia de Souza (ed. 7 Letras)
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As solas dos pés de meu avô, de Tiago D. Oliveira (ed. Patuá)
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Autobiografia, de José Luís Peixoto (ed. Quetzal e TAG)
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A Visão das Plantas, de Djaimilia Pereira de Almeida (ed. Relógio d’Água)
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Carta à Rainha Louca, de Maria Valéria Rezende (ed. Alfaguara)
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Obnóxio, de Abel Barros Baptista (ed. Tinta da China)
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Sombrio Ermo Turmo, de Veronica Stigger (ed. Todavia)
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Torto Arado, de Itamar Vieira Junior (ed. Todavia e Leya).
Assista aqui à transmissão online.
Estes foram escolhidos a partir de uma primeira lista de 54 semifinalistas, que incluía 37 escritores brasileiros, 15 autores portugueses, um escritor moçambicano e um autor cabo-verdiano. A seleção coube a um júri formado pelos portugueses Clara Rowland, Gustavo Rubim e Isabel Pires de Lima, pelo cabo-verdiano Nataniel Ngomane e pelos brasileiros Ana Paula Maia, Edimilson Pereira de Almeida e José Castello.
Um júri final irá agora avaliar as dez obras finalistas da edição de este ano do prémio, para eleger os três vencedores.