As rivalidades entre estes movimentos e a influência da Guerra Fria dificultaram a descolonização. Às vésperas da independência, Angola enfrentava repressão, desigualdade e divisões internas.
Durante o período colonial, o acesso à educação era limitado e segregado. O ensino superior era quase exclusivo a Portugal, onde os estudantes africanos eram vigiados.
Dessa limitação surgiu uma elite intelectual (médicos, professores, advogados e estudantes), que teve um papel central no movimento nacionalista. Inspirados por ideias libertárias e socialistas, criaram associações nas universidades portuguesas, tornando-se núcleos de resistência.