Foram divulgados os finalistas do Prémio PEN Clube

Por: Bertrand Livreiros a 2018-10-19

Alexandre Andrade

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H. G. Cancela

H. G. Cancela

H. G. Cancela nasceu em 1967. Publicou, entre outras obras, os romances Anunciação, De Re Rustica, Impunidade (Relógio D’Água), As Pessoas do Drama (Relógio D’Água), e o ensaio O Exercício da Violência. Em 2018 publicou A Terra de Naumãn.
A sua ficção explora situações-limite do relacionamento humano, como a culpa, a solidão, a dor, o incesto e a violência.
Em entrevista concedida a Isabel Lucas em finais de Julho de 2017, afirmava: «Para mim o essencial na literatura, no romance, é a construção de um espaço narrativo, a construção mesmo de um mundo. O mundo onde estamos e a partir do qual a realidade pareça verosímil, mesmo a mais inverosímil.»
É atualmente professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

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Ana Margarida de Carvalho

Ana Margarida de Carvalho

Ana Margarida de Carvalho é jornalista e escritora. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, o seu primeiro romance Que Importa a Fúria do Mar valeu-lhe o prémio APE 2013. O mesmo livro foi finalista nos mais prestigiados prémios relativos à data de edição. Tem reportagens, contos e poemas espalhados por várias publicações e coletâneas e um livro infantil chamado A Arca do É, com o ilustrador Sérgio Marques. Não se Pode Morar nos Olhos de um Gato é o seu segundo romance, foi considerado livro do ano 2017, nomeado pela SPA, e vencedor do Prémio Manuel Boaventura.

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Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares

Gonçalo M. Tavares nasceu em 1970. Desde 2001 publicou livros em diferentes géneros literários e está a ser traduzido em mais de 50 países.
Os seus livros receberam vários prémios em Portugal e no estrangeiro. Com Aprender a rezar na Era da Técnica recebeu o Prix du Meuilleur Livre Étranger 2010 (França), prémio atribuído antes a Robert Musil, Orhan Pamuk, John Updike, Philip Roth, Gabriel García Márquez, Salman Rushdie, Elias Canetti, entre outros.
Alguns outros prémios internacionais: Prémio Portugal Telecom 2007 e 2011 (Brasil), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Belgrado 2009 (Sérvia), Grand Prix Littéraire du Web – Culture 2010 (França), Prix Littéraire Européen 2011 (França). Foi também por diferentes vezes finalista do Prix Médicis e Prix Femina. Uma Viagem à Índia recebeu, entre outros, o Grande Prémio de Romance e Novela APE 2011. Os seus livros deram origem, em diferentes países, a peças de teatro, dança, peças radiofónicas, curtas-metragens e objetos de artes plásticas, dança, vídeos de arte, ópera, performances, projetos de arquitetura, teses académicas, etc.

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Rui Nunes

Rui Nunes

Escritor português e professor de Filosofia, Rui Nunes nascido em novembro de 1947. Licenciou-se em Filosofia pela Universidade de Lisboa e enveredou pela atividade de escritor em paralelo com a de professor de Filosofia, na Escola Secundária Rainha D. Amélia, em Lisboa.
Na década de 60, passou pelos jornais, tendo visto censurados muitos dos trabalhos.
Com muitas dificuldades, publicou o seu primeiro livro As Margens em 1968, tendo que suportar as despesas da edição. Contudo, a sua atividade literária só assume continuidade a partir de 1976, quando, depois de ter regressado da Austrália, em 1974, publica Sauromaquia.
Imprimindo à sua escrita um discurso de características próprias, Rui Nunes não nega a influência de escritores que a vida lhe foi permitindo conhecer, nomeadamente Kafka. Temas como a dor, a doença e a morte são recorrentes nos seus livros.
Porém, e apesar desta temática recorrente que flui na sua obra, o autor assume o ato de escrita como uma forma de sublimar a dor e com preciosos e comprovados (por ele) poderes terapêuticos. Por isso, gosta e tem prazer em escrever.
Leitor da obra de Agustina Bessa-Luís, Maria Velho da Costa, Maria Gabriela Llansol e de José Saramago, entre outros. Rui Nunes aprecia também outros géneros artísticos, nomeadamente o cinema (Bergman) e a música (Barroca e Jazz), admitindo que estes podem suscitar-lhe o gosto pela escrita.
Premiado, em 1992, com o Prémio do Pen Club Português de Ficção, atribuído ao seu livro Osculatriz, os seus novos títulos foram sempre, saudavelmente, apreciados pela crítica literária.
Considerado por Manuel Frias, membro do Júri que atribuiu ao seu livro Grito, em 1998, o Prémio GPRN (Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores (APE)), "uma das estrelas mais brilhantes da constelação literária portuguesa - ocultada, tantas vezes pelas nuvens do fácil e do óbvio", Rui Nunes entende que o sucesso de um livro não se prende com a quantidade das vendas, mas sim com o "espaço de cumplicidade" entre autor e leitor que é capaz de criar.

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20%

As Pessoas do Drama
17,00€
20% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

20%

Pequenos Delírios Domésticos
15,00€
20% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

20%

Baixo Contínuo
15,00€
20% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

20%

Descrição Guerreira e Amorosa da Cidade de Lisboa
14,00€
20% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

20%

A Mulher-sem-cabeça e o Homem-do-mau-olhado
15,50€
20% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

Helder G. Cancela, Rui Nunes, Alexandre Andrade, Gonçalo M. Tavares e Ana Margarida de Carvalho são os finalistas do Prémio PEN Clube, na categoria da narrativa, anunciou esta terça-feira aquela organização de escritores.

H. G. Cancela, com As pessoas do drama, romance vencedor do Grande Prémio de Romance e Novela APE, e Ana Margarida de Carvalho, que é repetente na corrida a este prémio, desta vez com o livro de contos Pequenos delírios domésticos, ambos editados pela Relógio d’Água, competem este ano pelo prémio PEN Clube, relativo a obras publicadas em 2017.

Rui Nunes, com Baixo contínuo, um dos finalistas portugueses ao Prémio Oceanos, Alexandre Andrade e a sua Descrição Guerreira e Amorosa da Cidade de Lisboa, e o multipremiado Gonçalo M. Tavares, com o livro A Mulher-sem-cabeça e o Homem-do-mau-olhado, os dois primeiros da Relógio d’Água e este último da Bertrand Editora, finalizam a lista dos candidatos na categoria da narrativa.

A lista de finalistas da 39.ª edição dos prémios PEN relativos a publicações com primeira edição no ano de 2017 inclui ainda as áreas de Poesia e Ensaio.

Os candidatos ao prémio para a poesia são os livros Ausência, de Eduardo Quina, editado pela Eufeme, Anatomia comparada dos animais selvagens, de António Cabrita, pela Coisas de Ler, Rua antes do céu, de José Luiz Tavares, editado pela Abysmo, Invius, de Diogo da Costa Ferreira, e Casa alta, da autoria de Paulo José Costa, ambos em edição de autor.

No que respeita à categoria de ensaio, Ana Luísa Amaral está na corrida ao prémio com Arder a Palavra e Outros Incêndios, da Relógio d’ Água, assim como Marcello Duarte Mathias, com Caminhos e Destinos, da Dom Quixote, e Maria Filomena Molder, com Dia Alegre, Dia Pensante, Dias Fatais, da Relógio d’ Água.

via Público

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