10 livros essenciais para Mark Zuckerberg

Por: Bertrand Livreiros a 2017-05-26 // Coordenação Editorial: Marisa Sousa

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Porque Falham as Nações
24,40€ 19,52€
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O Otimista Racional
10,00€ 8,00€
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A Ordem Mundial
27,70€ 22,16€
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Criatividade
17,00€ 13,60€
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Sapiens - História Breve da Humanidade
28,45€ 22,76€
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O Início do Infinito
33,00€ 26,40€
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Os Anjos Bons da Nossa Natureza
27,00€ 21,60€
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O Fim do Poder
18,00€ 14,40€
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Imunidade
16,99€ 13,59€
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A Estrutura Das Revoluções Científicas
7,49€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND

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5 livros recomendados por Taylor Swift

Se for um verdadeiro “Swiftie”, de certeza que já está habituado a analisar todas as referências escondidas nas letras das canções de Taylor Swift. Mas será que sabe que elas são fortemente influenciadas pela literatura? Na semana em que Portugal recebe a cantora e compositora pela primeira vez, para dois concertos nos dias 24 e 25 de maio, partilhamos cinco livros recomendados por um dos maiores fenómenos de sempre do mundo da música.

“Deixemo-nos de tretas!” Duas ou três ideias sobre... a ilusão da comida saudável

“Quanto mais sabemos acerca de alimentação e de nutrição, pior as pessoas comem.”  Quem o afirma é Conceição Calhau, uma das mais prestigiadas investigadoras do país na área da nutrição e saúde, e autora do livro Deixemo-nos de tretas – A ilusão da comida saudável. Publicado pela Contraponto no passado mês de abril, este livro pioneiro procura desmascarar muitas das teorias que nos são vendidas sobre alimentação saudável e dietas milagrosas. Afinal, será que devemos mesmo comer tudo cozido e grelhado? Existem realmente alimentos “saudáveis”? Terão as calorias assim tanta importância? 

Cinco livros essenciais de Paul Auster

Ícone nova-iorquino, superestrela literária, santo padroeiro da cena literária de Brooklyn… Para várias gerações de leitores, Paul Auster foi isso e muito mais. A sua morte com 77 anos de idade, anunciada no passado dia 30 de abril, fez os cabeçalhos dos jornais do mundo, mas funcionou também como cruel lembrete de como o tempo, tema ao qual dedicou grande parte da sua obra, nem sempre lhe foi favorável. Autor de bestsellers como A Trilogia de Nova Iorque, Palácio da Lua e O Livro das Ilusões, nos quais se debruça de forma recorrente sobre temas como a memória, o envelhecimento, a solidão e a identidade, foi perdendo popularidade perante uma geração entre a qual acredita que: “já ninguém acredita que a poesia (ou a arte) pode mudar o mundo.”

Partilhamos consigo 10 dos 23 livros sugeridos pelo CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, no âmbito do projeto A Year of Books, lançado em 2015.


1. Porque Falham as Nações, de Daron Acemoglu e James Robinson

Porque são umas nações ricas e outras pobres? Serão os responsáveis a cultura, as condições meteorológicas, a geografia? Ou talvez a ignorância de quais são as políticas certas? Pura e simplesmente, não. Nenhum destes fatores é definitivo ou constitui um destino. Se assim não for, como explicar por que razão o Botsuana se tornou um dos países de crescimento mais rápido do mundo, enquanto outras nações africanas, como o Zimbabué, o Congo e a Serra Leoa, estão atoladas na pobreza e na violência? Daron Acemoglu e James Robinson mostram, de uma forma conclusiva, que são as instituições políticas e económicas criadas pela humanidade que estão subjacentes ao êxito económico (ou à falta dele). Baseando-se em quinze anos de investigação, reuniram indícios históricos espantosos sobre o Império Romano, as cidades-estado maias, a Veneza medieval, a União Soviética, a América Latina, Inglaterra, Europa, Estados Unidos e África para elaborarem uma nova teoria de economia política com enorme relevância para a atualidade.


2. O Otimista Racional, de Matt Ridley

O mundo está cada vez melhor. O acesso generalizado a alimentos, rendimentos e o aumento da esperança de vida alcançaram níveis muito elevados. As doenças , a mortalidade infantil e a violência caíram de forma acentuada. Embora o mundo esteja longe de ser perfeito tanto a satisfação das necessidades como os luxos são mais acessíveis; o aumento da população é mais lento; a África, depois da Asia, está a sair da pobreza; as novas tecnologias enriqueceram acentuadamente o nosso dia a dia. Os pessimistas, que dominam a opinião pública, estimam que em breve alcançaremos um ponto de não retorno e de inflexão que assinalará o final dos nossos melhores dias. Contudo, é um aviso que tem mais de 200 anos.


3. A Ordem Mundial, de Henry Kissinger

Henry Kissinger disponibiliza em A Ordem Mundial uma reflexão profunda sobre as razões da harmonia internacional e da desordem global. Escrito a partir da sua experiência enquanto um dos mais notáveis estadistas da era moderna – aconselhando presidentes norte americanos, viajando pelo mundo, observando e moldando os eventos mais marcantes da política externa das últimas décadas – Kissinger faz por fim a sua análise do maior desafio do século XXI: como construir uma ordem internacional partilhada num mundo de perspectivas históricas divergentes, conflitos violentos, proliferação tecnológica e extremismo ideológico.

 

4. Criatividade - Como vencer as forças que bloqueiam a inspiração, de Ed Catmull

Durante quase vinte anos, a Pixar dominou o mundo da animação. Produziu filmes tão adorados como a trilogia Toy Story, Monstros e Companhia, À Procura de Nemo, Os Incríveis ou Up – Altamente, que bateram recordes de bilheteira e conquistaram trinta Óscares. Nesta obra, Ed Catmull revela os princípios e as técnicas que tornaram a empresa tão admirada, e rentável, e como podem ser aplicados por outras pessoas e setores.


5. Sapiens – História Breve da Humanidade, de Yuval Noah Harari

Recorrendo a ideias da paleontologia, antropologia e sociologia, Yuval Noah Harari analisa os principais saltos evolutivos da humanidade, desde as espécies humanas que coexistiam na Idade da Pedra até às revoluções tecnológicas e políticas do século XXI — que nos transformaram em deuses, capazes de criar e de destruir. Esta é uma obra desafiadora, desconcertante e inteligente, uma perspetiva única e original sobre a nossa História e o impacto do ser humano no planeta.

 

6. A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas S. Kuhn

Concebido originalmente como monografia da International Encyclopedia of Unified Science, A Estrutura das Revoluções Científicas acabaria publicado em livro pela editora da Universidade de Chicago em 1962. A obra colocava em causa a assunção generalizada de que toda a mudança científica passa por um processo estritamente racional, tese que influenciou não apenas cientistas das áreas naturais, mas também economistas, historiadores, sociólogos e filósofos, desencadeando um poderoso debate. Desde a sua publicação, vendeu mais de um milhão de exemplares, tornando-se leitura obrigatória em cursos superiores das mais variadas áreas. Um clássico absoluto na história e filosofia da ciência, publicado pela primeira vez em Portugal.

 

7. O Início do Infinito, de David Deutsch

"É bom ouvir num tempo de crise que o progresso existe mesmo: o futuro vai ser melhor do que o passado! E, ainda para mais, o progresso vai ser infinito. Eis o que afirma o físico, especialista em computação quântica, David Deutsch. Conduzindo o leitor por um fascinante caminho que passa não só pelas ciências mas também pela filosofia, pela história, pela arte, pela ética e pela política, Deutsch conta-nos nesta obra profundamente original como o ser humano consegue fornecer explicações cada vez melhores do mundo à sua volta e como essas explicações tornam melhor a sua vida no mundo. O aumento do conhecimento humano das leis da Natureza tem conduzido e conduzirá a uma melhor condição humana."

 

8. Os Anjos Bons da Nossa Natureza, de Steven Pinker

As notícias incessantes sobre guerra, crime e terrorismo criam a ideia de um mundo cada vez mais ensanguentado. Mas neste importante livro Steven Pinker mostra-nos que a violência, pelo contrário, tem decrescido nos últimos períodos da história. Mas como aconteceu isso? Pinker examina os demónios interiores que nos conduzem à violência, e os anjos que dela nos afastam, mostrando-nos como certas alterações nas nossas ideias e acções permitiram aos anjos do bem triunfar. Ao mesmo tempo, o autor quebra vários mitos sobre violência, apresentando uma nova defesa do modernismo e do Iluminismo. Este livro dá seguimento à exploração de Pinker sobre a natureza humana, misturando psicologia com história e criando um retrato fascinante do nosso gradual domínio sobre a violência.


9 . O Fim do Poder – Dos campos de Batalha às administrações, de Moises Naim

Numa investigação original e muito bem fundamentada, Naím mostra como o impulso anti-establishment dos micropoderes pode derrubar tiranos, desalojar monopólios e abrir novas e extraordinárias oportunidades, mas também levar ao caos e à paralisia. Naím cobre habilmente as mudanças sísmicas em curso no mundo dos negócios, da religião, da educação, das famílias, com exemplos retirados de todas as áreas da actividade humana.

 

10. Imunidade, de Eula Biss

Poliomielite, varíola, sarampo, difteria, rubéola: um sem-número de doenças erradicadas, ou cujos efeitos a ciência minimizou, parecia ter caído no esquecimento. E, ignoradas as sequelas e as mortes que estas doenças provocaram, a ciência acabou vítima do seu próprio êxito. Depois de ser mãe, Eula Biss mergulhou no debate, entretanto convertido em combate ideológico, que se travado em nome da liberdade de escolha: de um lado, os defensores das vacinas; do outro, a corrente antivacinação, que ocupa um espaço cada vez maior no palco mediático. Num ensaio que abarca tanto obras científicas quanto os mitos ocidentais, questiona a ansiedade e o que nos faz resistir à imunização, numa defesa da vacinação e do corpo de cada um de nós que é simultaneamente uma defesa deste enorme corpo que é a própria sociedade.

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