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O livro de poesia A Matéria Escura e Outros Poemas, de Jorge Sousa Braga, é o vencedor do Prémio Literário Inês de Castro 2020, cuja atribuição havia sido adiada devido à pandemia. O júri, composto por José Carlos Seabra Pereira, Mário Cláudio, Isabel Pires de Lima, Pedro Mexia e António Carlos Cortez, escolheu também atribuir o Prémio Tributo de Consagração à obra de João de Melo.
Ninguém escreve melhor sobre amor do que os poetas e escritores que a ele se entregaram. Por essa razão, relembramos as histórias de amor dos nossos escritores favoritos, imortalizadas em papel.
Jules Gabriel Verne - Júlio Verne, como ficou conhecido -, nasceu em Nantes, França, em 8 de fevereiro de 1828, e destacou-se como escritor, poeta e dramaturgo. É considerado o precursor da moderna literatura de ficção científica, tendo previsto nas suas obras, com grande precisão, algumas das grandes invenções do século XX, como o helicóptero e as naves espaciais. Para assinalar a data do seu nascimento, partilhamos sete curiosidades sobre o autor que chegou a afirmar: “Deus ter-nos-ia posto água nas veias, em vez de sangue, se nos quisesse sempre imperturbáveis.”.
Se para alguns o ato da leitura não é mais do que uma forma de distração e de passar o tempo, um verdadeiro livrólico sabe que pode ser muito mais. Fonte de conhecimento, de prazer, de consolo ou até objeto de subversão, o livro tem sido um dos meios mais valiosos para compreender a civilização e o mundo ao longo dos tempos. Alberto Manguel, autor, editor, tradutor e, em tempos, leitor pessoal de Jorge Luis Borges, quando a visão do autor argentino deixou de lhe permitir dedicar-se à atividade que mais prazer lhe dava, tem dedicado a sua vida aos livros: a lê-los, a escrevê-los, a escrever sobre eles, tendo anunciado, em setembro de 2020, a doação da sua magnânima biblioteca (composta por cerca de 40 mil volumes) à cidade de Lisboa.
Como ensaísta, é incontornável, como romancista, há quem diga que não deixou herdeiros. Apesar de volvidos 25 anos desde a morte de Vergílio Ferreira, o autor natural de Melo (Gouveia), que comemoraria hoje o seu aniversário, continua a ser um dos nomes mais importantes da literatura portuguesa. Tendo deixado uma obra literária extensa, é autor de 25 romances, 13 ensaios, e ainda 12 diários. Em 1992, foi galardoado com o Prémio Camões, prémio que foi atribuído três anos depois ao Nobel da Literatura, José Saramago. Por sua vez, em 1997, foi instituído o Prémio Literário Vergílio Ferreira, atribuído anualmente pela Universidade de Évora, cidade onde Vergílio viveu e lecionou antes de se fixar permanentemente em Lisboa.
Num mundo como aquele em que vivemos hoje, em que as notícias de tragédias são diárias e o risco de estas serem votadas ao esquecimento elevado, celebramos a escrita como arma de combate à indiferença com 5 lições que aprendemos com Primo Levi.
No dia de hoje (em 1882), nascia, em Londres, Virginia Woolf. Reconhecida como uma das mais proeminentes figuras do modernismo britânico, Virginia foi também uma pioneira nos estudos feministas, tendo sido uma das primeiras autoras a escrever sobre o assunto. Apesar do seu final trágico (suicidou-se a 28 de março de 1941, em Lewes), Woolf continua a ser uma das autoras mais influentes do século XXI. Relembramo-la com 6 livros essenciais da sua obra.
Embora tenham sido muitos os autores do passado a escrever obras de ficção passadas no futuro, George Orwell foi talvez o que chegou mais próximo de ver os seus livros serem transportados das estantes das livrarias dedicadas às distopias para as de não-ficção. Escrita em 1948, a sua obra-prima sobre um regime totalitário controlado pela vigilância permanente do Grande Irmão, 1984, voltou ao topo de vendas nos EUA logo após a eleição de Donald Trump, dando provas da sua relevância e atualidade, sete décadas depois. Em 2021, as suas obras entraram no domínio público e multiplicaram-se as novas edições de 1984 e de A Quinta dos animais, provando, mais uma vez, que a obra Orwelliana continua viva e recomenda-se.
É cada vez mais urgente saber usar o riso, como arma de combate e resistência, nos dias não - e na vida em geral. A história de amor entre o humor e a literatura é antiga: se rir é bom, rir enquanto lê é ainda melhor. A propósito do Dia Internacional do Riso, que se assinala hoje, partilhamos cinco sugestões de livros que, certamente, lhe vão arrancar boas gargalhadas
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