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5 curiosidades sobre Lev Tolstoi

Partilhamos consigo 5 curiosidades sobre o autor de "Guerra e Paz" e "Anna Karénina", Lev Tolstoi, reconhecido por leitores de todo o mundo como um dos mais importantes romancistas de sempre e recordado pela História como um dos grandes observadores da sociedade e da natureza humana.

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A antologia 'Sophia - Sena, As Cartas' volta às livrarias

A correspondência entre Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena regressa às livrarias a 9 de setembro, após mais de uma década esgotada. Publicado pela Guerra & Paz, 'Sophia – Sena, As Cartas' revela o diálogo íntimo entre dois ícones da literatura portuguesa e traça um retrato cultural das décadas de 60 e 70.

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A fotografia em livros

Será que uma imagem vale mesmo mais que mil palavras? Neste Dia Mundial da Fotografia, o nosso foco recai sobre o ato de ver, de fixar o instante num plano preservado para sempre, e em especial sobre os livros que celebram esta arte.

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Nem todos os amores de Verão têm de acabar…

Seis novidades de Jovem Adulto e Literatura Romântica para aproveitar os dias de Verão… e o resto do ano.

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José Mário Branco — "Não admito que a revolução se faça sem mim"

Muitos conhecem José Mário Branco pela sua música, mas não é a única maneira de conhecer as posições do artista. A Tinta-da-China acaba de editar José Mário Branco - Entrevistas para a imprensa 1970 - 2019. Num trabalho dos etnomusicólogos Ricardo Andrade e Hugo Castro, e António Branco, curador do acervo de José Mário Branco (JMB), a obra reúne 119 entrevistas feitas a JMB para a imprensa nacional e estrangeira, publicadas entre os anos iniciais do seu percurso, exilado em França e antes do 25 de Abril, e o ano do seu falecimento, 2019. Como muda o seu pensamento ao longo dos anos? E, sobretudo, como o regime afeta as suas convicções?

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O teatro e a Revolução Portuguesa de 1974–75

De todas as manifestações artísticas que, depois da longa noite do luso fascismo, participaram na construção da democracia, o teatro foi uma das que mais ativamente contribuiu para esse processo. É, por isso, difícil entender o lugar subsidiário que esta arte tem ocupado no panorama editorial sobre o 25 de Abril, no qual a poesia, a música e as artes plásticas se destacam, tanto em coletâneas de ensaios como em estudos monográficos. Urge, portanto, colmatar esta aporia para perceber o papel que a performance e o teatro tiveram nesse contexto. Mais do que um trabalho arqueológico, trata-se de um imperativo para o presente, que nos permita pensar coletivamente num futuro mais solidário, aberto à diversidade e à inclusão.

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Verão Quente De 1975, de Pedro Prostes da Fonseca – Os Loucos Anos Pós-revolução

Após o 25 de Abril, Portugal viveu tempos agitados. Entre a esperança e os excessos, ambos alimentados pela liberdade, viveu-se o período mais conturbado da segunda metade do século XX e é sobre esta altura, em que tudo era permitido, como nos diz o título, que Pedro Prostes da Fonseca se debruçou nas páginas deste livro. Como o próprio afirma logo na introdução, não é um livro de história, mas um livro de histórias que tiveram lugar no PREC (Processo Revolucionário em Curso), contadas pelo escritor e enriquecidas com declarações dos protagonistas da História da altura e das pequenas histórias aqui narradas.

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Quebrar silêncios – "Querido pai", de Joana Pontes e Ana Vargas

Querido Pai, Uma conversa entre ausentes — Cartas da guerra, 1961–1975, de Joana Pontes e Ana Vargas, chegou às livrarias em julho com selo da Tinta-da-china. O leitor que aqui se aventure pode presumi de forma errónea, tratar-se tão simplesmente de uma antologia de cartas. No índice, surgem elencados 14 nomes de homens que correspondem a capítulos ou secções, e um capítulo adicional: "XV. Outras famílias" (no qual se evocam histórias isoladas de outras tantas famílias). As autoras contactaram 14 famílias e conseguiram até falar com 4 dos militares envolvidos.

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A Reforma Agrária - o coração quente do Verão Quente

Se houve fenómeno que, mais do que qualquer outro, fez entrar a Revolução Portuguesa no panteão das revoluções sociais contemporâneas, foi a Reforma Agrária, quer como processo épico de ocupação camponesa da grande propriedade, quer como consagração efetiva de um projeto socialista de desmantelamento da economia capitalista nos campos do Sul de Portugal.

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