20 Boas Razões para Ler os Melhores Livros de Ficção Lusófona do Prémio Bertrand

Por: Bertrand Livreiros a 2019-04-11 // Coordenação Editorial: Marisa Sousa

José Rodrigues dos Santos

José Rodrigues dos Santos

José Rodrigues dos Santos nasceu em 1964 em Moçambique.
É jornalista da RTP. Trabalhou na Rádio Macau e na BBC e foi colaborador permanente da CNN.
Com dois doutoramentos, tirados em Lisboa e em Paris, foi professor na Universidade Nova de Lisboa durante 25 anos.
Como romancista, venceu o Prémio Bertrand de Ficção, o Prémio do Clube Literário do Porto, o Prémio do Portal da Literatura, o Prix Littéraire de la Lusophonie e o Prix d’Excellence.
O Sexto Sentido é o seu vigésimo sétimo romance.

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Augusto Cury

Augusto Cury

O Dr. Augusto Cury é psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor. Desenvolveu o conceito de inteligência multifocal, uma perspetiva inovadora do funcionamento da mente e da construção do pensamento. É investigador na área de qualidade de vida e de desenvolvimento da inteligência, abordando a natureza, a construção e a dinâmica da emoção e dos pensamentos. Os seus livros ocupam os lugares cimeiros nas listas de livros mais vendidos em todos os países onde são publicados. É considerado o autor mais lido do Brasil dos últimos anos e um verdadeiro fenómeno editorial, com mais de 40 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo.
Dirige o Instituto Academia de Inteligência, que dá formação a executivos, educadores, médicos, psicólogos, advogados, universitários e a qualquer pessoa interessada em expandir os horizontes da sua mente, em educar a sua emoção e em melhorar a sua qualidade de vida.
O Dr. Cury é patrono da Universidade da Criança em Portugal e doutor Honoris Causa da universidade Unifil, assim como membro de honra da academia de génios do Instituto da Inteligência, no Porto.

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Francisco Moita Flores

Francisco Moita Flores

Francisco Moita Flores é dos autores de língua portuguesa mais conhecido, quer pela sua obra literária: A Fúria das Vinhas, Segredos de Amor e Sangue, A Opereta dos Vadios, Mataram o Sidónio!, O Mensageiro do Rei, O Mistério do Caso de Campolide, Os Cães de Salazar, que deu origem à série O Atentado, e A Despedida de Ulisses, entre muitos outros títulos; quer pelos brilhantes trabalhos para cinema e televisão, entre os quais se recordam A Ferreirinha, Ballet Rose, Alves dos Reis, O Processo dos Távora e O Bairro, além da adaptação de clássicos, nomeadamente, de Eça de Queirós, Júlio Dinis e Aquilino Ribeiro. Mestre na arte dos diálogos, dá corpo e alma às personagens à medida que desenvolve a narrativa dramática, assumindo em cada romance a sua dimensão humanística e de intervenção cívica através de uma forma simples carregada de duplo sentido.

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Afonso Reis Cabral

Afonso Reis Cabral

Afonso Reis Cabral nasceu em 1990. Aos 15 anos publicou o livro de poesia Condensação. É licenciado em Estudos Portugueses e Lusófonos, fez mestrado na mesma área e tem uma pós-graduação em Escrita de Ficção. Foi duas vezes à Alemanha de camião TIR em busca de uma história, a primeira das quais aos 13 anos. Trabalhou numa vacaria, num escritório de turismo e num alfarrabista. Em 2014, ganhou o Prémio LeYa com o romance O Meu Irmão. No final de 2018, publicou o seu segundo romance, Pão de Açúcar, com forte acolhimento por parte da crítica e vencedor do Prémio Literário José Saramago – Fundação Círculo de Leitores em 2019. Entre abril e maio de 2019, percorreu Portugal a pé ao longo dos 738,5 quilómetros da Estrada Nacional 2, de que resultou o livro Leva-me Contigo – Portugal a pé pela Estrada Nacional 2. As suas obras encontram-se traduzidas em várias línguas. Tem contribuído com dezenas de textos para as mais variadas publicações. É colunista do Jornal de Notícias, semanalmente com a rubrica «Ansiedade Crónica», e participa no programa «Cinco à Quinta», da Antena 1. É presidente da Fundação Eça de Queiroz e trabalha como editor freelancer.

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António Lobo Antunes

António Lobo Antunes

António Lobo Antunes (Benfica, Lisboa, 1 de setembro de 1942 - 5 de março de 2026) foi um escritor e médico psiquiatra português.
Estudou na Faculdade de Medicina de Lisboa e especializou-se em Psiquiatria. Exerceu, durante vários anos, a profissão de médico psiquiatra. Em 1970 foi mobilizado para o serviço militar. Embarcou para Angola no ano seguinte, tendo regressado em 1973. Em 1979 publicou os seus primeiros livros, Memória de Elefante e Os Cus de Judas, seguindo-se, em 1980, Conhecimento do Inferno. Estes primeiros livros são marcadamente biográficos, e estão muito ligados ao contexto da guerra colonial; imediatamente o transformaram num dos autores contemporâneos mais lidos e discutidos, no âmbito nacional e internacional. Todo o seu trabalho literário tem sido, ao longo dos anos, objeto dos mais diversos estudos, académicos ou não, e dos mais importantes prémios, nacionais e internacionais. A sua obra encontra-se traduzida em inúmeros países.

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Afonso Cruz

Afonso Cruz

Afonso Cruz é escritor e artista multidisciplinar (ilustração, fotografia e música), e, nos tempos livres, ainda faz cerveja. Trabalhou como cineasta durante mais de uma década.
Tem publicados mais de 40 livros, traduzidos em mais de 20 línguas e nos mais variados géneros literários, desde conto, romance, poesia, ensaio, teatro, foto-texto, literatura de viagens e literatura para a infância. Em menos de 20 anos de carreira literária, já foi distinguido com importantes prémios nacionais e internacionais, entre os quais se destacam: o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, o Prémio Fernando Namora, o Grande Prémio de Literatura de Viagens Maria Ondina Braga, o Prémio SPA para Melhor Livro Infantil (2011) e o Prémio SPA para Melhor Livro de Ficção Narrativa (2019), o Prémio Literário Maria Rosa Colaço, o Prémio da União Europeia para a Literatura, o Prémio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil do Brasil e o Prémio Ibérico Álvaro Magalhães.
Assina, desde 2013, uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias, sob o título «Paralaxe», e tem uma coluna de opinião no Sapo.

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Isabel Stilwell

Isabel Stilwell

Jornalista e escritora. Em 2007, estreou-se na escrita de romances históricos com Filipa de Lencastre e conta já com treze biografias de onze grandes rainhas e dois reis, com mais de 350 mil livros vendidos, quatro traduzidos para inglês, sendo também publicada em Espanha e no Brasil. Todos estes romances ocuparam o top de vendas de ficção nacional.
Em abril de 2019, para assinalar o bicentenário da rainha D. Maria II, iniciou uma coleção sobre rainhas de Portugal dedicada aos mais novos.
Desde o Diário de Notícias, onde começou aos 21 anos, que contribui de forma essencial para o jornalismo português. Fundou e dirigiu a revista Pais & Filhos, foi diretora da revista Notícias Magazine durante 13 anos e diretora do jornal Destak, entre muitos outros projetos. Atualmente, escreve no Público, no Jornal de Negócios e na revista Máxima.

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João Tordo

João Tordo

João Tordo nasceu em Lisboa em 1975.
É autor de dezasseis livros, divididos entre o romance, o policial e o ensaio.
Venceu o Prémio Literário José Saramago em 2009, com o romance As três vidas, e o Prémio Literário Fernando Namora em 2021, com Felicidade.
Foi ainda finalista do Prémio Literário Europeu, do Prémio P.E.N. Clube, do Prémio Oceanos, do Grande Prémio de Romance e Novela APE e do Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores, entre outros.
Toda a obra de João Tordo está publicada na Companhia das Letras.
Os seus livros estão editados em vários países, incluindo França, Itália, Alemanha, Brasil, Hungria, Espanha, Argentina, México e Uruguai.
www.joaotordo.com

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Rodrigo Guedes de Carvalho

Rodrigo Guedes de Carvalho

Rodrigo Guedes de Carvalho nasceu em 1963, no Porto.
Estreou-se na ficção com o romance Daqui a Nada (1992), vencedor do Prémio Jovens Talentos da ONU. Seguiram-se-lhe A Casa Quieta (2005), Mulher em Branco (2006), Canário (2007), O Pianista de Hotel (2017) – Prémio Autores SPA Melhor Livro de Ficção Narrativa 2018 –, Jogos de Raiva (2018), Margarida Espantada (2020), Cuidado com o Cão (2022), As Cinco Mães de Serafim (2023) – semifinalista do Prémio Oceanos 2024 – e Matarás Um Culpado e Dois Inocentes (2024).
Elogiado pela crítica, foi considerado uma das vozes mais importantes da nova literatura portuguesa.
É autor dos argumentos cinematográficos de Coisa Ruim (Filme de Abertura do Fantasporto 2006) e Entre os Dedos (2009), e também da peça de teatro Os Pés no Arame (2002).
O Meu Primeiro Apocalipse é o seu décimo primeiro romance.

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Dulce Maria Cardoso

Dulce Maria Cardoso

Dulce Maria Cardoso publicou os romances Eliete (2018, livro do ano, entre outros, no Público, Expresso e no JL, Prémio Oceanos e finalista do Prémio Femina), O Retorno (2011, Prémio Especial da Crítica e livro do ano dos jornais Público e Expresso), O Chão dos Pardais (2009, Prémio PEN Clube Português e Prémio Ciranda), Os Meus Sentimentos (2005, Prémio da União Europeia para a Literatura) e Campo de Sangue (2001, Prémio Acontece, escrito na sequência de uma Bolsa de Criação Literária atribuída pelo Ministério da Cultura).
Os seus romances estão traduzidos em várias línguas e publicados em mais de duas dezenas de países. A tradução inglesa de O Retorno recebeu, em 2016, o PEN Translates Award.
Publicou contos em revistas e jornais, a maioria dos quais reunida nas antologias Até Nós (2008) e Tudo São Histórias de Amor (2014). Alguns deles fazem parte de várias antologias estrangeiras, e «Anjos por dentro» foi incluído na antologia Best European Fiction 2012, da Dalkey Archive. Em 2017, foram publicados os textos Rosas, escritos no âmbito da estada em Lisboa de Anne Teresa de Keersmaeker, quando a coreógrafa foi a Artista na Cidade. Criou, ainda, a personagem Lôá, a menina Deus, para uma série da RTP2.
A obra de Dulce Maria Cardoso é estudada em universidades de vários países, fazendo parte de programas curriculares, e tem sido objeto de várias teses académicas, bem como adaptada a cinema, teatro e televisão. A autora tem participado em vários festivais de prestígio internacional.
Em 2012, recebeu do Estado francês a condecoração de Cavaleira da Ordem das Artes e Letras. Assina, na Visão, a coluna «Autobiografia não autorizada» (crónicas publicadas em livro, em 2021 e 2023).

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Princípio de Karenina
17,85€
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PORTES GRÁTIS

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Ensina-me a Voar sobre os Telhados
19,45€
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Eliete
18,90€
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A Amante do Governador
22,80€
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A Última Porta Antes da Noite
24,90€
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O Mistério do Caso de Campolide
18,90€
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Jogos de Raiva
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Pão de Açúcar
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O Homem Mais Feliz da História
16,60€
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“Quanto mais leres, mais coisas saberás. Quanto mais aprenderes, a mais sítios irás”, escreveu o escritor norte-americano Dr. Seuss. Porque ler é mesmo o melhor remédio para quase tudo, prescrevemos-lhe não um, mas dez livros imperdíveis, que foram escolhidos pelo júri mais exigente de todos – os leitores e livreiros – como finalistas ao Melhor Livro de Ficção Lusófona, da 3.ª edição do Prémio Livro do Ano Bertrand.

Enquanto não se sabe ainda quem é o vencedor desta categoria, que será revelado no dia 23 de abril, inspire-se na opinião de quem já leu para decidir as suas próximas leituras.

 

PRINCÍPIO DE KARENINA, DE AFONSO CRUZ

1. O Valor da Felicidade

“História muito marcante, toda a escrita carregada de sentimentos intensos guardados nas entranhas do ser, dor, medo, desespero, amor carnal, amor fraternal, sobre fazer o que está certo, sobre a felicidade nas suas mais variadas formas. Surpreendente até ao fim.” Micaela Perdigão

2. Verdadeira Obsessão

“Um presente de Natal que se tornou a minha nova obsessão literária em 2019. Li este livro e no dia a seguir tive de comprar mais um do mesmo autor. Depois desse mais um e assim continuarei. As histórias do Afonso Cruz são viciantes e a forma como escreve faz com que no final dos livros nos sintamos quase participantes daquela narração.” Cátia

 

ENSINA-ME A VOAR SOBRE OS TELHADOS, DE JOÃO TORDO

3. Leitura de um Só Fôlego

“É impossível ficar indiferente ao entrelaçar do sonho na realidade e vice-versa, as questões existenciais surgem na rotina diária. A distância da cultura japonesa de 1917, com a Lisboa atual são os espaços privilegiados para o desfile de personagens que vamos conhecendo. Fascinantes páginas para uma boa leitura de um fôlego apenas.” Sílvia Catarino

4. Sonho ou Realidade?

“Excelente, envolvente, portentoso. Uma história que nos fala sobre várias gerações duma família e, que nos deixa a pensar se na verdade existe assim tanta diferença entre o sonho e a realidade.” Rui Pinto

 

ELIETE, DE DULCE MARIA CARDOSO

5. Queremos o Próximo, Já

“Um romance intemporal sobre a extraordinária vida de qualquer ser humano. Uma tremenda apologia da vida, personificada por uma mulher no meio da sua vida, em balanço, e sempre a caminho. Queremos ler o resto. E queremos que Dulce Maria Cardoso não pare de escrever.” Fábio Lavos Martins

6. Vidas normais, anormalmente interessantes

“Dulce Maria Cardoso, com a sua escrita simples e cativante escreve esta história de pessoas normais com vidas normais, com problemas normais, num tempo normal, onde a normalidade é descrita de forma anormalmente interessante.” Rui Oliveira Gomes

 

A AMANTE DO GOVERNADOR, DE JOSÉ RODRIGUES DOS SANTOS

7. O Grande Romance Português

“Baseado em acontecimentos verídicos, A Amante do Governador resgata os dias de Macau sob cerco japonês e mostra como Portugal manteve a única bandeira ocidental hasteada no Extremo Oriente durante toda a Segunda Guerra Mundial. O grande romance português está de volta com a assinatura de José Rodrigues dos Santos, o mestre das nossas letras.” Inês Torres

8. Foi Assim no Oriente

“Baseado em acontecimentos verídicos, A Amante do Governador resgata os dias de Macau sob cerco japonês.” Sílvia Costa

 

A ÚLTIMA PORTA ANTES DA NOITE, DE ANTÓNIO LOBO ANTUNES

9. Uma Obra de Arte

“Depois de uma fase em que os seus livros, sendo uma obra de arte, se tornaram difíceis de seguir, volta a dar um contorno à história que permite uma leitura donde retiramos um prazer enorme. Sobre a morte, o fim da vida, com uma capacidade de análise brutal. Continua a ser uma dos maiores escritores de todos os tempos, intemporal.” Maria João Araújo

10. Brilhante, como sempre

“Uma escrita sempre sedutora, um diálogo cheio de metáforas únicas. A Última Porta Antes da Noite é uma janela aberta para a luminosidade ofuscante da escrita de Lobo Antunes.” António José Cravo

 

D. MARIA I, DE ISABEL STILWELL

11. Pelos olhos da rainha

“Trata-se de mais um romance histórico de Isabel Stilwell sobre a primeira mulher a ocupar o trono português. O romance leva-nos a um cenário de conspiração e intriga na Lisboa do século XVIII. Assistimos pelos olhos de D. Maria ao terramoto que abalou a capital, ao fim do poder do Marquês de Pombal que tanto a perturbava, aos conflitos com Espanha, ao longo processo dos Távora que marcou o seu reinado. Uma época onde lá fora despertava a Revolução Francesa e a independência dos Estados Unidos.” Inês Torres

12. Conspiração palaciana

“Com um cenário de conspiração e intriga na Lisboa do século XVIII. Assistimos pelos olhos de D. Maria ao terramoto que abalou a capital.” Sílvia Costa

 

O MISTÉRIO DO CASO DE CAMPOLIDE, DE FRANCISCO MOITA FLORES

13. Jogos políticos, amores impossíveis e poderes ocultos

“A história remonta à época do Estado Novo em Portugal, sendo uma história de intriga e política. Corre o ano de 1937 e um morto da alta política aparece morto pensando-se à partida que teria sido por enfarte. Contudo esta morte tem mais que se lhe diga e as suspeitas de homicídio levam a uma investigação profunda. Moita Flores consegue criar suspense e intriga política num Portugal em evolução.” Suzete Araújo

14. Policial de alto nível

“Tenho que reconhecer que Moita Flores no seu primeiro policial esteve a grande nível. Este livro é surpreendente. Adorei, pois para além de um romance policial, há todo um conjunto de elementos reais e abstratos de acontecimentos históricos, que enriquecem os nossos conhecimentos. Ao autor, apelo para que não deixe morrer o Agente Simão Rosmaninho.” Rui Pinto

 

JOGOS DE RAIVA, DE RODRIGUES GUEDES DE CARVALHO

15. Arrebatador até ao fim

“Dos livros mais surpreendentes que li nos últimos tempos. Iniciamos a leitura com a convicção de que estamos a perceber e a acompanhar o enredo para sermos surpreendidos com um final que nos agarra, ainda mais, à história. Adorei!” Cláudia Lourenço

16. Somos livres de dizer

“Como é já recorrente, o autor não tem medo nem pudor do uso das palavras que se encaixam naturalmente no decorrer das diversas tramas que compõem este livro. A imprensa, ou o jornalismo se quiserem, e as redes sociais são levadas ao limite no que toca ao respeito, ou à falta dele, sendo, na minha perspectiva, esta temática o pilar deste enredo (…). Um livro muito actual e enriquecedor. A ler com a devida atenção.” Luísa

 

PÃO DE AÇÚCAR, DE AFONSO REIS CABRAL 

17. Até onde o preconceito pode levar

“Afonso Reis Cabral mais uma vez não desilude. Regressa com mais um romance arrebatador. Esta não é uma história bonita, mas é uma história que precisa de ser contada. Não é um livro leve, mas é um livro que todos deveriam ler. Mostra nos até onde o preconceito pode levar… Baseado numa história verídica este livro veio para nos mostrar o quão importante é a tolerância e o respeito pelos outros.” Ana Almeida

18. Sem filtros

“História que concilia a ficção com os factos ocorridos, culminando neste livro maravilhoso. As descrições que o autor faz das ruas típicas portuguesas e da interação do povo, tudo fluiu tão bem que dá gosto ler assim um livro da nossa terra. Depois a simplicidade da escrita de Afonso, sem floreados e sem filtros.” Filipa Batista

 

O HOMEM MAIS FELIZ DA HISTÓRIA, DE AUGUSTO CURY

19. Coragem de sonhar

“Um romance que nos ensina a não desistir de quem se ama e a lutar pelos nossos sonhos.” Bárbara Ramos

20. Inspirador

“Estou quase a terminar este livro inspirador que nos leva pelos caminhos da felicidade e nos faz sonhar página após página, algo a que o autor já nos habituou. Recomendo!” Sandra Lemos

 


 

 

Para saber qual o livro vencedor, convidamo-lo a juntar-se a nós na cerimónia de divulgação dos vencedores da 3.ª edição do Prémio Livro do Ano Bertrand, que irá realizar-se no dia 23 de abril, a partir das 18h30, na Livraria Bertrand do Chiado.

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