Nascido a 20 de fevereiro de 1967, a infância de
Kurt Donald Cobain
foi tranquila até ao divórcio dos pais. A partir daí, e à medida que os pais formavam novas famílias,
Kurt
deu por si perdido. A música já estava presente desde pequeno. No documentário
Cobain:
Montage of Heck
, de 2015, podemos vê-lo com quatro anos a receber a primeira guitarra.
N
unca se chegou a encontrar por completo. O abuso de substâncias eram comum, mas os problemas de saúde mental eram mais complexos e até comuns nos antecedentes de Cobain. A saúde mental deteriorou-se ainda mais depois do primeiro álbum dos
Nirvana
,
Nevermind
.
Lidar com as exigências e expectativas da fama não foi fácil para um introvertido que já tinha tanto com que lidar. Queria uma vida normal, pensou desistir dos Nirvana, mas a vida normal nunca chegou. Kurt Cobain suicidou-se a 5 de abril de 1994. O seu legado, no entanto, perdura. Em novembro do mesmo ano, os Nirvana editaram o álbum ao vivo
MTV Unplugged in New York
, gravado em novembro de 1993, que viria a tornar-se um marco icónico para a história da música.
Com novas gerações a descobrir Nirvana e Kurt Cobain, ano após ano, é seguro dizer que ainda hoje Kurt é a voz não de uma mas de várias gerações. Compositor e letrista excecional, defensor habitual de minorias, polémico, talentoso e carismático, tornou-se o ídolo que nunca quis ser. Os livros eram uma das suas companhias preferidas e, por isso mesmo, hoje quisemos recordar Cobain, destacando os seus cinco livros preferidos.