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Charles Bukowski, o escritor maldito, começa por publicar um conto aos 24 anos e só se aventura na poesia uma década depois. Fazendo uso de um realismo sujo e cru, retratou como ninguém o lado obscuro do sonho americano e tornou-se um porta-voz daqueles que viviam à margem da sociedade.
Sobre "Poesia Reunida", Pedro Mexia refere que a visão poética de Maria do Rosário Pedreira é "de feição romântica, concentra no amor a justificação da existência". A autora, por seu lado, considera que deve ser lido de enfiada, como se de um pequeno romance se tratasse.
O poema "When You Are Old", foi publicado pela primeira vez em 1893, sendo considerado um dos mais bonitos poemas de amor na poesia contemporânea. Para além da declaração apaixonada, é também uma ode à passagem do tempo e à brevidade da vida.
É considerado o mais antigo poema longo a chegar até aos nossos dias. Em 12 cantos, composto por 300 versos cada, este épico da Mesopotâmia, com uma história de cerca de 4.000 anos, narra os fascinantes e comoventes feitos heróicos do rei Gilgameš.
Hoje recordamos Fernando Namora. Deixamos-lhe o poema "Coisas, Pequenas Coisas", relembrando este escritor para quem a poesia era "como uma vida que vagueia pelo mundo".
Hoje gostaríamos de te deixar uma sugestão em forma de verso. Já conheces Afonso Cruz? Uma das suas últimas publicações é a obra "Paz Traz Paz", um livro de poemas que cabe no coração de todos. É o livro perfeito para nos fazer acreditar que a poesia é para todos, e não escolhe idades.
"A Pura Inscrição do Amor" reúne poemas que Nuno Júdice escreveu ao longo dos anos e que são dedicados a este tema. O poema de hoje denomina-se "Até ao Fim".
Porque nada há de tão natural no mundo da poesia como o tema do amor, apresentamos-lhe um poema de Jorge de Sena, presente numa colectânea de poemas, 366 Poemas que Falam de Amor, reúnida por Vasco Graça Moura.
A obra de Manuel António Pina reflete uma grande criatividade, exige do leitor um profundo sentido crítico e descodificador."Brincando" com as palavras e os conceitos, num verdadeiro trocadilho, o autor faz da sua obra um permanente "jogo de imaginação". O poema que lhe apresentamos é um reflexo disso mesmo.
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