Login
Novo registo
Dados pessoais
Área de cliente
Encomendas
Biblio (ebooks e audiolivros)
Lista de desejos
Trocas e devoluções
Cartão Leitor Bertrand
Ajuda
Logout
VALES DE COMPRA
Já são conhecidos os seis finalistas da edição de 2024 do Booker Prize e entre eles encontra-se um autor lusófono. Itamar Vieira Junior, autor vencedor do Prémio Leya 2018 e do Prémio Oceanos 2020 pela obra Torto Arado, figura de uma lista de quatro mulheres e dois homens, de países tão distantes quanto a Argentina, a Alemanha, a Suécia, a Coreia do Sul, os Países Baixos, e o Brasil. O que os une? Uma abordagem “implicitamente optimista” à literatura e a possibilidade de ganhar um prémio de 50 mil libras, repartido em partes iguais pelo autor e pelo tradutor.
Imagine um país que vive em ditadura, com censura sobre os livros e a imprensa. Um quarto da população é analfabeta. Está em guerra há vários anos com nações que colonizou e tem cerca de 150 mil jovens empenhados compulsivamente nesse conflito. Um dos generais de elevada patente escreve um livro no qual defende que a guerra não pode ser ganha militarmente e teve várias críticas ao regime. Um editor consegue convencê-lo a publicar, garantindo-lhe uma tiragem inicial de 50 mil exemplares.
VIVA, VIVA! Os teus amigos do Clube Bertrand Infantil estão de volta para viver novas aventuras contigo e dar um VIVA à liberdade no 50.º aniversário do 25 de Abril. Sabes que dia foi este que ficou conhecido como a Revolução dos Cravos? O Ponto de Interrogação sentou-se à conversa com o autor, jornalista e músico de intervenção José Jorge Letria para saber mais sobre como ele viveu este dia e a reedição do livro O 25 de Abril Contado às Crianças… e aos Outros.
Sérgio Godinho viveu muitas vidas desde o 25 de Abril, pautadas por “muita música” e “muita mudança do regime democrático”. Tinha 20 anos quando deixou Portugal e foi para a Suíça estudar psicologia — o Porto sufocava-o porque precisava de “ter mundo”, mas garante que de psicologia pouco ou nada aprendeu. Não respondeu à chamada para a Guerra Colonial e partiu para outros voos. Trabalhou na cozinha de um barco e, em Paris, foi parte ativa das revoltas estudantis no Maio de 68. Sabia que, se não fosse a música, seria o teatro ou o cinema, e fez de tudo um pouco. Em Paris, fez parte do musical Hair, que retratava a Guerra do Vietname numa altura em que estava no seu “pico”. Em abril de 1974, estava em Vancouver a ensaiar para uma peça, mas rapidamente se mudou para Portugal porque era neste país plantado à beira-mar que tudo estava a acontecer. Passados 50 anos, continua a dar concertos e a gostar de subir ao palco. O “escritor de canções” abriu-nos a porta de sua casa, dias depois de ter lançado o seu terceiro romance Vida e Morte nas Cidades Geminadas, uma história de emigração, família, amor e identidade, que nasce de um “diálogo insólito […] do qual resulta a geminação de duas cidades”.
Todos os anos, a 16 de agosto, Ana Magdalena Bach apanha o ferry que a leva até à ilha onde a mãe está enterrada, para visitar o seu túmulo. Estas viagens acabam por ser um convite irresistível para se tornar uma pessoa diferente durante uma noite por ano.
Para quem não viveu durante este período da História de Portugal, até pode parecer mentira, mas o nosso país era um lugar muito diferente antes de 25 de abril de 1974. Para além das proibições evidentes impostas por um regime ditatorial, como a liberdade de expressão ou de imprensa, havia algumas um pouco mais… fora da caixa. No livro Antes do 25 de abril era proibido, o jornalista António Costa Santos recorda este tempo de restrições em que sentenças como “é proibido”, “não se faz”, “parece mal” ou “é pecado” ditavam as normas e os costumes, muitas vezes com consequências muito sérias para os incumpridores.
É um facto: Portugal é um dos países da Europa com maior taxa de partos instrumentados, de episiotomias e de cesarianas. Hoje em dia fala-se cada vez mais em violência obstétrica, mas, apesar da atenção crescente dada pela sociedade, sobressai uma dúvida: como salvar as grávidas de uma experiência de parto traumático se estas não têm informação para perceberem que estão a ser enganadas? A resposta está neste livro.
No 50.º aniversário da Revolução dos Cravos, quisemos saber mais sobre uma profissão sem a qual seria impossível preservarmos a memória da História e aprendermos com o passado: um editor de livros. A Rita Moura é editora da Jacarandá, responsável pela publicação de alguns dos teus livros preferidos, e disponibilizou-se para responder a todas as nossas perguntas.
Ai Weiwei era ainda uma criança quando teve de se exilar, com a família, durante a Revolução Cultural. Foram várias as vezes em que a única coisa que tinha para ler eram as bandas desenhadas de propaganda política — e ficou espantado pela habilidade com que o artista exprimia ideias sobre arte e humanidade através de uma narrativa gráfica. Hoje, décadas depois, Ai Weiwei apresenta Zodíaco, as suas memórias em formato de novela gráfica.
O seu livreiro telefona-lhe
Telefone-nos
210 305 590
Envie-nos um WhatsApp
915 297 188
Envie-nos um email
[email protected]
Para que lhe sobre mais tempo para as suas leituras.
Será entregue na data de lançamento se for pago até 48h úteis antes, para moradas de Portugal Continental.
No caso de um livro importado (livros editados noutro país), poderão verificar-se atrasos no fornecimento que impeçam a entrega na data de lançamento.
Estes artigos, especialmente as edições mais antigas, estão sujeitos à confirmação de preço e disponibilidade de stock no fornecedor..
- eBooks para leitura na Biblio Bertrand;
- eBooks para leitura no Adobe Digital Editions (ADE) - na Área de Cliente » Os meus eBooks para ADE.
- Audiolivros - na Biblio Bertrand.
- Açores e a Madeira: