É um facto: Portugal é um dos países da Europa com maior taxa de partos instrumentados, de episiotomias e de cesarianas. Hoje em dia fala-se cada vez mais em violência obstétrica, mas, apesar da atenção crescente dada pela sociedade, sobressai uma dúvida: como salvar as grávidas de uma experiência de parto traumático se estas não têm informação para perceberem que estão a ser enganadas? A resposta está neste livro.
Indicado para: erradicar a violência obstétrica; incentivar a grávida/parturiente/puérpera a questionar os profissionais de saúde e a recusar a imposição de procedimentos médicos; combater a desinformação, os estereótipos, o paternalismo, o abuso, o desrespeito, a discriminação e a traumatização da grávida/parturiente/puérpera;
Efeitos secundários: apreço pela evidência científica e pela panóplia de opções; capacitação generalizada da grávida/parturiente/puérpera; reforço da aptidão para escolher e decidir de forma informada; fortalecimento da atitude combativa e reivindicativa em defesa dos direitos das mulheres;
Posologia: ler (e reler) ao seu ritmo.