Ai Weiwei era ainda uma criança quando teve de se exilar, com a família, durante a Revolução Cultural. Foram várias as vezes em que a única coisa que tinha para ler eram as bandas desenhadas de propaganda política — e ficou espantado pela habilidade com que o artista exprimia ideias sobre arte e humanidade através de uma narrativa gráfica. Hoje, décadas depois, Ai Weiwei apresenta Zodíaco, as suas memórias em formato de novela gráfica.
Indicado para: denunciar e combater os abusos do poder, o totalitarismo/autoritarismo, a crueldade, a opressão, a brutalidade do Estado e o medo; potenciar o diálogo intergeracional, fixar memórias e transmitir legados; escolher a gentileza;
Efeitos secundários: defesa acérrima da liberdade individual; maior disposição para a criatividade, a autoexpressão, a resistência, a reivindicação, o activismo político e artístico, a rebelião e a irreverência;
Posologia: ler um capítulo por dia, ao deitar.