Para onde vão os guarda-chuvas e outras coisas que perdemos?

Por: Bertrand Livreiros a 2023-11-17

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Há coisas que perdemos sem dar conta — guarda-chuvas que deixamos à porta de lojas, meias que insistem em nunca ter par ou óculos de sol que podíamos jurar que não tinham saído da cabeça. Outras, apesar de imateriais, deixam um vazio impossível de substituir. Certas coisas que perdemos passam a viver apenas nas nossas memórias e, outras vezes, perdemos até as nossas memórias delas. Afinal, para onde vão as coisas que perdemos?


O que perdemos?

O verbo “perder” pode ter inúmeros significados e ser aplicado nos mais variados contextos. Por vezes, sentimo-nos perdidos fisicamente e não conseguimos encontrar o nosso caminho, outras vezes sentimo-nos perdidos emocionalmente, sem saber que rumo tomar. Perdemos jogos, perdemos tempo, perdemos o autocarro, perdemos coragem, perdemos a vergonha, perdemos capacidades à medida que envelhecemos, perdemos a esperança, perdemos objetos, perdemos amizades… Mas também perdemos pessoas e animais de estimação, às vezes para sempre. A esta sensação de perda permanente dá-se o nome de “luto”.


Onde moram as coisas que perdemos? 

A quantidade de pessoas que perdem meias e guarda-chuvas leva a crer que existe algures no mundo uma Terra Encantada das Meias e dos Guarda-Chuvas onde todos esses objetos perdidos vão parar… Infelizmente, a realidade costuma ser mais simples e aborrecida. Mas o que acontece quando perdemos alguém especial, como um avô ou um animal de estimação? A verdade é que ninguém pode saber o que acontece depois da morte — outra palavra para descrever essa perda tão permanente. O que sabemos, no entanto, é que eles deixam de ocupar um lugar físico e passam a ocupar um espaço especial nas nossas memórias, no nosso cérebro e no nosso coração, como um arquivo infinito de recordações que passam a viver dentro de nós.


Mas… e quando as memórias se perdem? 

De certeza que já te esqueceste de várias coisas: de onde deixaste o comando da televisão, do dia de aniversário dos teus pais, de fazer os TPC! São esquecimentos normais, que fazem parte do domínio da memória de curta duração (mas não uses esta desculpa com a tua professora). No entanto, quando começamos a esquecer coisas importantes, como o nosso próprio nome ou rostos familiares, pode ser um sinal de Alzheimer, uma doença que afeta a memória e outras capacidades mentais. Embora afete maioritariamente pessoas idosas, não é uma condição normal da idade, mas sim uma doença séria que precisa de atenção médica.


O que fazer para lidar com a perda? 

Quer tenhas perdido alguém importante para ti ou conheças alguém que está gradualmente a perder-se nas suas memórias, há algumas coisas que podes fazer para te ajudarem a recordar a única coisa que nunca se poderá perder: o amor que vos une.

Por exemplo:

  • Fazer um álbum de memórias;
  • Escrever uma carta ou desenhar;
  • Falar sobre o assunto com família e amigos;
  • Ler livros sobre o tema.
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