O amor fica na memória: partilhe connosco as suas

Por: Bertrand Livreiros a 2023-11-27 // Coordenação Editorial: Marisa Sousa

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Um golpe de estado em 248 páginas

Há livros que são armas, tijolos que quebram muros, machados que quebram o mar gelado em nós (Franz Kafka), um “tiro de pistola entre a multidão” (André Breton). Portugal e o Futuro de António de Spínola foi um desses livros. Publicado dois meses antes da Revolução sem sangue que mudou para sempre o nosso país, o livro do então militar acabou por ser a arma, a “pedrada no charco”, o “rastilho” (António Valdemar) que colocou em movimento as engrenagens da mudança. Agora, no 50º aniversário da Revolução e da publicação do livro que lhe deu início, João Céu e Silva traça aquilo que descreve como “a biografia de um livro” com O General que Começou o 25 de Abril Dois Meses antes dos Capitães (Contraponto).

Vamos falar de amor

Para os que amam a cara metade, amor é cumplicidade, é paixão. É ser uma alma em dois corpos, falar com o olhar, sonhar com o para sempre. É um passeio de mão dadas, um filme romântico a dois no sofá. É doce, é quente.

As dedicatórias de livros mais românticas de sempre

Uma tradição que se mantém desde a Roma Antiga, embora nem sempre com o mesmo propósito (ver De onde vêm as dedicatórias dos livros?), as dedicatórias de livros tornaram-se numa das formas mais especiais de um escritor prestar tributo ou expressar o seu amor por alguém. Embora os pais continuem a ser os principais destinatários — segundo um estudo publicado em 2006 —,  vários autores imortalizaram as caras metades nas suas dedicatórias, algumas capazes de rivalizar com os mais belos poemas de amor.

Neste Natal, celebramos a memória. Num texto para a Revista Somos Livros, Isabel Rio Novo conclui que a memória é como “aquelas pedras escuras que insistimos em distinguir no meio das silvas que as engolem, de que tentamos aproximar-nos para lhes tocar, que insistimos em querer compreender, em guardar em imagens frágeis, por vezes em pôr por escrito”. Escrever memórias é uma forma de as fixar e garantir que ficam perto, mesmo quando começam a desvanecer. Escrever é fixar a memória do mundo, tirar uma fotografia de um momento que queremos guardar e contá-lo com pormenor. 

A memória e as épocas festivas andam sempre de mão dada, ao montar a árvore lembramo-nos da primeira vez que o fizemos ou daquela vez em que o filho mais velho já tinha altura suficiente para pôr a estrela no topo. O colo dos nossos pais e dos pais deles, nossos avós, o cheiro da sua roupa que associamos a um lugar seguro, a canções de embalar. 

O nosso filme é uma reflexão desses tempos – um retrato de uma família que podia ser qualquer uma. Convidamo-lo a refletir sobre as suas memórias e a partilhá-las connosco: Qual é a primeira cena da sua vida que consegue lembrar-se? E aquele momento que nunca quer esquecer?

 

 

Queremos fazer parte do seu Natal e da sua memória. E como forma de agradecer por continuar sempre do nosso lado, vamos oferecer uma prenda a cada leitor que partilhar, através da caixa de comentários, a sua primeira memória e uma que quer guardar para sempre. Para poder receber a nossa prenda de Natal, indique a Livraria Bertrand mais próxima de si. Quando a sua surpresa estiver à sua espera, irá receber um e-mail.

 

Obrigada por fazer parte do nosso Natal – e da nossa memória.

 

Opinião dos leitores

O meu irmão e o meu primeiro livro
Maria Luísa Policarpo | 18-12-2023
Uma das minhas primeiras memórias bem nítidas tem a ver com o nascimento do meu irmão, momento de pura felicidade. Outra dessas memórias, que levou a uma paixão para a vida inteira , foi o primeiro livro que li, "Os cinco e o comboio fantasma". Os livros tal como o meu irmão, tem sido grandes alegrias na minha vida.
Natal de amor
Isilda Neves | 14-12-2023
No Natal, enquanto pequeninos a magia do Menino Jesus acontecia durante a noite de 24 para 25 de dezembro. Imaginem juntos comigo! Onze sapatinhos pelo corredor fora. Sim onze sapatinhos, porque somos onze irmãos, que como que em sintonia ansiosamente esperávamos no silêncio da noite. Quando ouvíamos o crepitar do papel dos embrulhos então adormeciamos tranquilos com a certeza que pela manhã no nosso sapatinho tínhamos os tão esperados chocolates. Aquele acordar apressado, diferente de todos os outros , levava-nos ao quarto dos nossos pais, aquele ninho que nos juntava a todos e envolvidos pelo espírito de Natal passávamos a manhã. Saudades!
Memórias não esquecidas e a não esquecer
Maria João | 11-12-2023
Uma memória que não quero perder é a de ir deitar as minhas filhas, elas pedirem para lhes ler uma história e pedirem sempre mais beijos e abraços. Aquele momento de paz de final de dia em que só apetece deitar ao pé delas e que o tempo pare só um bocadinho para que não cresçam tão depressa. Das memórias mais antigas que tenho é de Natais na quinta dos meus avós. A Família estava toda junta e eu e o meu primo tocávamos, num piano antigo e desafinado, uma nota muito grave e assustadora e fugíamos a correr por toda a casa. Assustados e imensamente felizes.
Memórias de Natal
Isabel Alves Pereira | 09-12-2023
A memória veste o Natal da minha meninice de imagens, cores, sensações, sons, sabores e gestos de amor. Forço os olhos da lembrança e vislumbro saudosos caminhos de terra e lama, ladeados por muros de pedras sobrepostas, onde crescem plantas de folhas suculentas que me delicio a pressionar entre o indicador e o polegar, a fazerem de alicate. Procuro tapetes verdes onde adivinho florestas de árvores minúsculas salpicadas de fantasiosos prados coloridos. Meto os dedos cuidadosamente por baixo do musgo, para o arrancar da pedra que o suporta. Sinto o movimento repugnante de vermes que se alojam nesse espaço e insisto no gesto para não abandonar o tesouro que vai forrar o chão do presépio construído à escala da minha pequenez. Na busca do prémio desejado, enxergo, triunfante, uma pequena pedra musgosa, montanha verde com lugar garantido junto à gruta sagrada. Porque a memória abre lacunas, não vislumbro o local exato onde construo o presépio, mas a sagrada família preside sempre à assembleia de reis magos, pastores e rebanhos, sem nunca esquecer o burro e a vaquinha para aquecer o curral. Fecho os olhos e sinto o aroma fresco e doce da resina que se solta das pinhas no forno, a abrirem na libertação das sementes. Ouço vozes agitadas e sinto outras mãos pequenas que se embrulham nos meus dedos na ânsia de chegar primeiro à pinha. Vejo claramente a tábua, já velha, ferida pelo tempo, salpicada de pinhões abertos pela pancada do pequeno martelo que bate com meiguice para recolher o recheio saboroso. Sentado à mesa retangular, o meu pai prepara o jogo do rapa, onde cada um faz rodar a piasca na esperança de que ela pare no R para poder arrecadar todo o produto acumulado na mesa do jogo. Observo-me a tentar manter os olhos abertos, saciada com a doçura maternal das rabanadas enfeitadas com crostas de açúcar branco salpicado de canela. E desperto, já deitada, ao gesto do meu pai que me aconchega a roupa da cama aquecida com um tijolo refratário, embrulhado numa baeta de flanela para não me queimar os pés. Vasculho mais fundo na memória e não sinto frio quando desperto de madrugada e corro à cozinha à procura da prenda do Menino Jesus. Não enxergo o presente com nitidez, mas sei que este é frequentemente partilhado entre todos os irmãos. Isabel Alves Pereira
Memórias de Natal
Maria | 06-12-2023
A minha 1ª memória é a da Árvore de Natal ao canto da casa de jantar. Era um pinheiro natural (ainda não havia árvores artificiais), decorado com uma fiada de luzes enormes, coloridas e das quais brotava uma música estridente que irritava toda a família mas que ninguém era capaz de desligar. Esse som estridente misturava-se com as vozes de todos à mesa e com os aromas da Ceia de Natal e fazia desse momento o melhor de todo o ano. Curiosamente, são também natalícias as memórias que não quero jamais esquecer: as manhãs do dia 24, bem cedinho, na cozinha com a minha Mãe a preparar todos os doces da Ceia de mais logo, enquanto na TV dão os programas típicos que relatam a azáfama da Quadra, e do lume se desprende o aroma de tudo o que está a ser cozinhado com amor para ser partilhado quando a noite chegar; interrompido, volta e meia, pelos telefonemas e mensagens de quem está longe mas mesmo assim se lembra de desejar umas Festas Felizes.
Legado de amor
Ana | 05-12-2023
Natal, momento de viagem, walkman na mão fones nos ouvidos e 4horas de viagem, o destino estava tão longe e tão perto, a ansiedade da chegada escondia a repetição constante de músicas, tudo para não ouvir o fado repetido que o pai teimava colocar. A chegada era cheia e feliz, cheia de família, cheia de amor, abraços e sorrisos, o cheiros no ar de filhoses e fatias paridas, carne no forno a lenha e a lareira que teimava em não ser tão quente como os abraços dos avós. Um ano de espera para aqueles dias de mesa cheia de família e mesa farta, as brincadeiras, as partilhas ficam lá atrás na memória aconchegante do que foi. Hoje sobram muitos lugares, faltam abraços, mas ficaram as memórias felizes e o legado do que nunca vai deixar de ser. Um momento em que o longe se torna perto, em que os abraços são mais quentes que a lareira, e onde a alegria e o amor são de igual forma reconfortantes. As memórias são isto, guardar o cheiro, o som, o sentimento e conseguir, passar aos novos o que um dia foi...
O Natal (in)completo
Ana Beatriz | 05-12-2023
A memória mais bonita que tenho é do Natal de 2015. O último Natal completo. Vi o filme dos Smurfs com o meu avô que parecia intrigado com tudo o que estava a acontecer. Chegaram as minhas avós e o resto da família. Este ano vai ser o primeiro sem nenhum deles. O Natal deixou de estar completo mas a magia, por muito ténue que seja, ainda existe.
A 1ª memória
Cristina Rocheta | 05-12-2023
A minha 1.ª memória de infância, nos anos 80, é de estar num jardim a recolher uma flor para oferecer à minha mãe que estava na maternidade, pois tinha acabado de dar à luz o meu irmão. Inexplicavelmente, não me recordo do cheiro da flor, mas recordo o cheiro dos cabelos encaracolados do meu irmão Pedro, recém-nascido. É, curiosamente, esta a memória que não quero jamais perder... Obrigada Bertrand por esta oportunidade de partilhar as minhas singelas memórias.
Memória
Margarida | 04-12-2023
Uma das memórias que quero guardar para sempre é a forma como comecei a gostar de ler. Smepre fui uma menina que odiava ler e agora sou uma menina que AMA ler. Quando era mais nova, os meus familiares ofereciam-me livros, mas nunca os lia. Até que, um dia, a minha tia me ofereceu um livro em que a capa e o título eram apelativos, "A Minha Vida Fora de Série" da Paula Pimenta. Comecei a ler e adorei, insisti tento com os meus pais para me comprarem os seguintes e desde então que não consegui parar de ler. É com certeza uma das memórias que quero manter, para sempre, comigo.
Natal Branco.
Mabélia | 03-12-2023
Natal era anunciado pela primeira neve; dezembro tinha chegado e a descontagem começava. O pinheiro já sabia do seu lugar assim como as bolas e as grinaldas. Adorável rotina de fim de ano. Natal era um lugar seguro que nunca desiludia. Única mudança: a casa do familiar onde se celebrava. Chegávamos a casa do tio ou da tia, embrulhos atirados para debaixo de outro pinheiro; cozinha cheia de mulheres, felizes por cozinhar juntas, o bacalhau a espera de ser honrado. A casa cheirava a canela e raspa de limão. O doce das sobremesas estava também nos corações. Primos e primas felizes de se juntar. A casa era varrida de uma ponta a outra dos nossos gritos de crianças ansiosas por abrir as prendas. Quantos aos homens, voltavam do café prontos para sua tarefa de ventilar o vinho. A festa, para nós, só terminava com as prendas abertas. Adormecíamos, então, nos diversos cantos da sala, abraçados aos nossos brinquedos. Os nossos pais continuavam de cantar. Adormecíamos de sorriso na cara da alegria de estarmos juntos, do amor da família, da fartura na mesa, do calor da lareira. Tudo isto trazia este aconchego único ao natal. Os nossos corações enchiam-se de tanto amor que a memória nunca se apagou.
outonoinverno
maria dias | 03-12-2023
era uma vez...uma chaminé urbana com um sapatinho a passar a noite que o menino vai descer , e quase quase silenciosa a mama no meio da noite deixar a prenda... e ser tão mágico e carinhoso como o próprio menino, e ficar tudo seguro e calmo - e comida na mesa de oito a oito para os lares, o menino, o santa claus virem comer, que as noites são frias e trabalhosas a mais antiga talvezv, a chuva e lama num monte dos vendavais, cinzento quente e protegido ,com mercurocromo para os joelhos que caíam, lamparina de azeite, camisas de dormir, gatos ladrões, conversas no choco
natal fantástico
maria isabel marcelino marques | 01-12-2023
Quando era pequena vivia connosco uma avó- a avó Sara- cheia de imaginação. No Natal então era fantástico. Tínhamos ocupação para o mês todo! Fazíamos um presépio enorme cheio de montes e vales com muito musgo (que íamos em família apanhar a Sintra), muita terra, montes e vales, lagos e patos, cheio de personagens de todas as profissões e mais algumas... ocupava uma mesa inteira. Fazíamos uma árvore de Natal enorme junto à lareira com imensos enfeites feitos por nós com a avó, pendurávamos as meias feitas por ela com a "nossa ajuda" e fazíamos imensos doces de Natal com ela - os fritos - filhoses, coscorões, sonhos eu sei lá...e com a empregada doméstica --a Olga - que tinha uma paciência de santa para nos aturar a mim e à minha irmã mais velha. Ainda fazíamos mais com a avó Sara...ensaiávamos musicas, decorávamos poemas, eu tocava piano e eu e a minha irmã fazíamos uma peça de teatro pequenina para actuar no dia de Natal para a família. As minhas memórias desse tempo são tão quentes de coração que tenho levado a vida inteira a tentar dar memórias como essas aos meus filhos e netos... espero que tenha chegado perto...
Inocência Perdida e Profundo Carinho
Maria Manuela Dias | 01-12-2023
Isto das memórias ... Já sabemos que o nosso cérebro adora brincar connosco e tem um sentido de humor desconcertante. A minha primeira memória, vejamos... Estava naquela fase de questionar a veracidade de quem trazia as prendas: seria mesmo o menino Jesus? Um dia, fui vasculhar os armários e encontrei uma caixa com umas lindas pantufas em veludo carmesim que me deixaram encantada! Quando chegou a noite de Natal e fui ver as prendas na manhã do dia 25, lá estavam as pantufas de veludo! Não era o menino Jesus, era a minha mãe! As lágrimas não pararam de cair e foi também a primeira grande desilusão da minha vida! Uma memória que quero preservar a todo o custo: um dia em que entrei para dar aulas à minha direção de turma e a sala estava enfeitada com balões. No quadro negro, o giz branco dizia: "Parabéns à melhor stora do mundo!" Em cima da secretária um livro-caixa com bombons! Não percebi como descobriram o dia do meu aniversário e, também então, as lágrimas me lavaram o rosto e a alma!
A Bertrand mais perto de mim
Humberta Amaral | 30-11-2023
Obrigada à Bertrand por me ter enchido o coração de ternura com este vídeo e com tantas memórias que fez recordar. Se puder receber um miminho, a Bertrand mais perto de mim é a da Estação Viana Shopping em Viana do Castelo.
A memória que quero guardar para sempre
Humberta Amaral | 30-11-2023
Noite de natal era noite de ouvirmos as histórias de vida do meu pai. Por muito que já as conhecessemos, a voz do meu pai a fazer nos rir com as peripécias de vida era um momento de verdadeira ternura familiar. Agora que o meu pai nos deixou recentemente, este será o primeiro natal sem ele e nunca mais o natal será o mesmo. Mas a sua voz e as suas memórias guardarei para sempre.
A minha primeira memória
Humberta Amaral | 30-11-2023
Como todas as crianças, a minha primeira memória é aquele natal em que a minha mãe nos fez ir dormir mais cedo porque o pai natal não trazia as prendas em quanto estivéssemos acordados. Mas nós não conseguíamos dormir com a excitação e assim que ouvimos barulho fomos espreitar a porta da sala para ver o pai natal deixar as prendas no pinheirinho. Só mais tarde descobriríamos que o pai natal era o meu pai mas o natal nunca mais perdeu a sua magia!!
Memórias
Mateus Ferraz | 29-11-2023
A primeira memória que tenho: eu tinha 3 anos, e liguei o ferro de engomar e decidi subir á prancha onde se passa a roupa a ferro, para ir buscar um livro a uma estante.. fui buscar o livro e quando me fui para sair de cima da prancha, encontrei o bumbum no ferro de engomar e fiquei a meter pomada por três dias ¿¿. A memória que eu quero guardar para sempre: o casamento, a entrada da noiva foi emocionante, a cerimónia foi linda e a primeira dança foi excelente para quem tem pés de chumbo ¿¿
Olhar de amor
Adelaide Maria Gonçalves Lima Tavares Pereira Carvalho | 28-11-2023
Natal, é mágico! Sou a segunda de cinco, filhos de pais maravilhosos e uma das primeiras memórias da minha infância é ir com o meu pai e manos ao mercado comprar o Pinheiro (verdadeiro) mais alto que houvesse. Fazer o Pinheiro era mágico, as luzes, as bolas, as fitas, e o meu pai me colocar em seus ombros para eu colocar a estrela no cimo da árvore, no final ficávamos a contemplar a nossa “obra” enquanto cantávamos hinos de Natal. Por vezes fecho os olhos e essa imagem fica tão nitida na minha mente, especialmente os olhos de amor que o meu pai tinha por ver a nossa alegria (já faleceu) mas o OLHAR DE AMOR dele não me sai da memoria. Levantar no UBBO
Nasceu um menino chamado Luis
Luis Fernando de Sousa Pereira Alves Carvalho | 27-11-2023
Minha primeira memória foi quando estava em Peniche, estávamos em 1974 e vi na rua os canhões a andar na estrada com soldados com os cravos na ponta da espingarda. Muito interessante pois isto foi em Peniche, local onde Nasci em casa de meus pais e nasci no dia 25 de Abril 1967. Uma Memória para não esquecer foram os 5 anos que estive a viver nos Estados Unidos, fui com 13 anos e para mim foi o sonho Americano, apesar de ser um jovem, pois tenho agora 56 anos e nunca mais foi possível voltar. Chorei durante a viagem de avião para Portugal, mas agora estou muito feliz, casado a 25 anos com a Adelaide e temos dois filhotes um menino e uma menina que casou a cerca de um ano.
Jesus - O Milagre do Natal
Filipe Miguel Tavares | 27-11-2023
Lembro-me bem há uns anos a trás quando era adolescente. Eu sou e era muito agarrado há minha família e para mim o Natal era o melhor momento do ano. Era melhor que as minhas festas de aniversário. A minha primeira memória é que o Natal é e continua a ser uma época especial onde todos recordamos do nascimento de Jesus e das prendas que os reis magos traziam para celebrar o nascimento do menino Jesus Cristo, o Salvador. O natal para mim era um momento de recordação, de bons momentos de estarmos em paz uns com os outros e lembrarmos dos nossos próximos, oferecendo lembranças de amor. Natal é um momento de comunhão em família, é o momento de estarmos mais próximos uns dos outros. Mas houve um momento em que nessa época o Natal poderia ter ido por terra. Lembro-me dos meus tios estarem zangados um com o outro. Por um lado é normal eles são irmãos é normal os irmãos por vezes andarem as torras uns com os outros. Só que naquela altura eles estavam muito zangados e havia uma grande possibilidade de eles não estarem presentes a celebrar o maior momento do ano connosco. Então me recordo em ter pegado em cliques de trechos de videos guardados de natal passados juntos em família e enviei a eles esses vídeos juntamente com mensagens a dizer o quanto especiais eles são e que o natal sem a presença deles não era. O natal para mim é um momento de amor, carinho, paz e de perdoaremos uns aos outros, pois o que interesse é que estejamos bem uns com os outros. Orei a Jesus para que tudo desse certo ¿ e o milagre do Natal aconteceu. Os meus tios perdoaram-se um ao outro, colocaram as suas diferentes e orgulhos de parte e juntaram-se a nós. O melhor disto tudo a memória que quero guardar para mim é de termos passado um bom Natal com muita diversão, harmonia e amor para uns com os outros em família. E assim o foi graças ao nosso bom Deus. Livraria Bertrand - Colombo Feliz Natal Clientes Bertrand!!! #JesusNasceu ¿¿
A memória não leva o vento
Joana Leitão | 24-11-2023
A minha primeira memória encontro-a na boneca de cor achocolatada e cabelo preto encaracolado, que recebi do São Nicolau, quando tinha 3 anos e vivia na Holanda. Sinto ainda das borboletas a esvoaçarem-me na barriga, ao percorrer aquela passadeira vermelha em direção àquele senhor barbudo. Memórias que não quero esquecer, são muitas, mas decididamente todos os Natais, viagens e festas em que podia abraçar os meus avós, rir-me com eles e juntos brilharmos o olhar numa cumplicidade imesquecível. Se receber um mimiho da Bertrand, gostaria que fosse na loja do CascaiShopping. Feliz Natal a todos e que 2024 seja mais promissor.
Festas de Pijama
Ana Glória | 23-11-2023
A minha memória favorita de infância é quando eu e os meus coleguinhas da escola faziamos festas de pijama. Brincávamos às escondidas, ao quarto escuro, líamos histórias de terror no escuro com apenas uma lanterna apontada para as páginas do livro para as iluminar. Víamos filmes todos juntos em cima dos nossos colchonetes e sacos de cama. Alguns adormeciam logo e outros conseguiam ver o filme até ao fim. Coisas inocentes de criança que na altura achava que era algo que nunca iria mudar e o quanto enganava estava... tenho saudades desses tempos em que tudo era mais fácil. Também me faz recordar que a minha infância foi especial porque hoje em dia as crianças já passam demasiado tempo agarradas às tecnologias, já não brincam, não socializam. Estou grata de ter nascido numa altura em que a tecnologia não era muita e só era precisa para trabalhos da escola. (A Bertrand mais perto - Spacio Shopping)
Salvar vidas
Ana Glória | 23-11-2023
Uma das minhas primeiras memórias e das minhas favoritas, foi quando eu e a minha avó apanhámos um gatinho bebé da rua e ficámos com ele. Esse mesmo gato, viveu 20 anos. Posso dizer que eu e a minha avó salvámos o gatinho que se chamava Bunny, (porque eu quando tinha os meus 7/8 anos adorava ver as navegantes da lua e o gato dela chamava-lhe Bunny), foi esse o nome que dei ao gatinho. Posso dizer que a ligação que tive desde sempre com esse gato foi muito especial, já tive mais gatos e tenho há sempre quem nos marque mais, seja animal ou pessoa. Há pessoas de quem nunca nos esquecemos, assim como de animais. O Bunny viveu uns 20 anos cheios de amor que recebeu e também o deu. Os animais são nossos amigos e são também de certo modo - família.
A primeira viagem
Inês Silva | 23-11-2023
Pode parecer uma memória pouco - memorável para alguns ou até fútil. Mas para mim foi algo que eu captei e quis manter dentro do meu ser. Foi uma viagem de finalistas a Barcelona, nunca tinha viajado, andei de avião pela primeira vez. Adorei todos os momentos que passei nessa -- uma semana de viagem. Acho que viajar deve ser das coisas mais enriquecedoras e os livros têm também esse poder, viajamos mentalmente por mundos diferentes, sem sair do lugar. Gostava imenso de visitar o Japão espero poder o fazer em breve. A viagem que fiz foi há alguns anos... e eu reparei em algo, a memória vai desvanecendo. Como por exemplo, se tiver muito tempo sem ver uma pessoa, e não tivermos forma de relembrar a face - acaba por desvanecer. E foi isso que aconteceu um pouco com a minha memória da viagem. O que me faz relembrar mais são as fotos, se não as tivesse. Não me lembraria das coisas nem a 70%.
As minhas memórias
Carla A. A. | 22-11-2023
Ideia fantástica, vídeo lindo. É difícil definir a primeira de todas as minhas memórias: a minha avó a cozer pão, a outra avó a ir buscar o ovo da galinha para me fazer uma gemada, o meu pai a levar-me aos baloiços ou a minha mãe sempre ao estender do braço. A que não quero esquecer: o inchaço do coração quando tive os meus filhos nos braços.
Memórias infinitas
Maria da Luz Cidreiro Lopes | 22-11-2023
Embora tenha muitas memórias das várias fases da minha vida, uma das primeiras é seguramente esta: com 3 ou 4 anos, já saía da cama sozinha e andava pela casa, acordava sempre muito cedo, ia sozinha para a sala brincar e os meus pais encontravam-me de manhã adormecida por baixo da mesa baixa junto aos sofás. Quanto à memória que gostaria de guardar e relembrar sempre é o cheiro do roupeiro da minha falecida avó e também o cheiro do roupeiro da minha mãe já com 87 anos. Para mim a memória olfativa faz-me relembrar muitos episódios da minha vida. A livraria Bertrand que mais frequento é a no Centro Comercial do Campo Pequeno.
Família unida, amor na Vida
Rosa Pimentel | 22-11-2023
Adorei ver o vídeo, gostei imenso da ideia, vou fazer com a minha família neste Natal… Obrigada Bertrand Feliz Natal para todos Nós
Risos e Magia: Uma Noite de Natal Inesquecível
André Santos | 22-11-2023
Na véspera de Natal, estávamos todos reunidos em volta da lareira aconchegante. Os risos ecoavam pela sala enquanto preparavam biscoitos para o Pai Natal. As luzes cintilantes da árvore iluminavam o ambiente, e o calor da família tornava a noite mágica. O relógio marcava meia-noite quando ouviram um suave sino ao longe, sinalizando a chegada do Pai Natal. A alegria e a expectativa encheram o ar enquanto nós as crianças corremos para a janela, ansiosas para ver o trenó deslizando pelo céu estrelado (algo que nunca aconteceu). A noite foi repleta de presentes, sorrisos e amor, criando memórias inesquecíveis para todos. (Loja da Bertrand do Fórum Algarve Faro)
um breve comentario em jeito de memoria
FRANCISCO GABRIEL | 22-11-2023
A primeira memória que tenho, não é fácil mas talvez, pelo menos a mais antiga será, de quando era um miúdo de cinco anos, e gostava ver as iluminações da rua, a tenda do circo que vinha à terra ou a árvore lá de casa iluminada que se via da janela/varanda, tudo coisas que tinham uma forma, que actualmente já não se repete com o mesmo formato, daquele jeito de outros tempos que não sei explicar mas me deixava feliz/entusiasmado mais que agora.. tal como o tradicional jantar em casa dos avós no dia de Natal, que é aquilo que quero guardar para sempre, que felizmente ainda existe, contudo infelizmente já não pode acontecer com as mesmas pessoas e com a mesma magia.. e não vou alongar mais isto que pretende ser apenas um breve comentário.. Boas festas equipa Bertrand, que continuem a promover a leitura e a nossa memória por muitos mais anos! [livraria Bertrand Espinho é a que me fica mais próxima neste momento]
Os sapatinhos na chaminé ainda a cheirar a sonhos
Maria Cristina Calado | 21-11-2023
A noite de Natal cheirava sempre a sonhos e a filhoses! Atarefadas ao fogão, a minha mãe e a minha avó preparavam de véspera o almoço de Natal que reunia toda a família em nossa casa. A mesa da sala era reposta com a toalha de Natal e o melhor serviço, a seguir ao jantar que se fizera bem cedo e onde não faltara o bacalhau cozido com couve, batata e ovo. O dia na loja de brinquedos do meu avô tinha sido duro, com as vendas de presentes de última hora aos clientes mais distraídos com o calendário. E só depois da cozinha limpa, é que chegava a hora de ir pôr os sapatinhos na chaminé que ainda cheirava a sonhos... De manhã, bem cedinho, lá ia eu e a minha irmã, pé ante pé para não acordarmos ninguém, espreitar os presentes que o Menino Jesus tinha deixado! - Tradição que se repetiu, ano após ano, mesmo quando já não havia ninguém que acreditasse que o Pai Natal ou o Menino Jesus descessem pela chaminé! Até hoje, noutra casa, noutra chaminé, essa tradição continua a marcar de alegria o rosto dos meus filhos e sobrinhas - uma memória da magia de Natal renascida em cada ano que não quero esquecer!
A crença na existência do Pai Natal!
Rodrigo Trancoso | 21-11-2023
Foi uma crença que me foi incutida nos meus primeiros seis anos de vida. Foi alimentada a preceito, com determinados “acontecimentos” que contribuíram decisivamente para sustentar na minha mente a veracidade da existência daquele velhinho de barbas brancas, no seu tradicional fato e gorro vermelho e branco. Tudo começava com um telefonema para o Pai Natal (no qual o real interlocutor era o meu avô ou uma tia-avó, que disfarçando a voz interpretavam fielmente a figura natalícia) onde apresentava ao mesmo a lista dos presentes desejados e ouvia da parte dele perguntas e conselhos sobre o meu comportamento. Seguia-se a noite de natal, onde antes de me deitar fazia questão de garantir que junto à chaminé da cozinha (local onde supostamente o Pai Natal iria durante a noite entrar) estaria uma sandes mista e uma chávena de café com leite para que o mesmo pudesse reconfortar o seu estômago e ganhar assim energia para poder nessa única noite fazer a distribuição dos presentes a todas as crianças do mundo. Deitava-me então, com um misto de curiosidade e receio. Queria durante a noite acordar e ver se conseguia ver o Pai Natal, mas simultaneamente tinha receio e medo dessa confrontação. Ficava assim deitado, atento a todos os estranhos barulhos noturnos que pudessem indiciar a presença do Pai Natal no interior da casa. Inevitavelmente acabava por adormecer e só acordava na manhã seguinte sem ter tido a oportunidade de o ter visto e falar com ele. Esta minha ilusão foi reforçada com a oferta em 1973, por parte dos meus pais, de uma banda desenhada da autoria de Raymond Briggs, intitulada “O Pai Natal” (que deu origem à animação constante no link seguinte: https://www.youtube.com/watch?v=Jc-FI2zGsAs), na qual de forma magistral são retratadas a véspera e a noite de natal vivenciada pelo próprio Pai Natal. Desde o acordar, passando pelo alimentar das renas, pela preparação do pequeno-almoço, pelo vestir o seu tradicional fato, por preparar o trenó com os presentes, pela viagem noturna pelos diversos cantos do mundo enfrentando diversas situações climáticas e tipos de residências, culminando no regresso matinal a casa e no justo e inteiramente merecido descanso acompanhado de uma saborosa refeição natalícia. O teor desta banda desenhada (que ainda hoje guardo religiosamente) consolidou na minha mente a ilusão e a crença naquela figura universalmente querida e conhecida. Naturalmente, quando mais tarde sou confrontado com a cruel e terrível verdade, traduzida na não existência do mesmo, a sensação de desilusão, perda e tristeza foi enorme. No entanto, hoje recordando os momentos em que acreditei, verifico que foram momentos de Felicidade Plena! Um Feliz Natal para todos!
Manhã quentinha da véspera.
Filipe Rodrigues | 21-11-2023
Quando eu e a minha irmã acordávamos na manhã da véspera de natal e corríamos até à sala para tentar saber que cheiro bom nós conseguíamos sentir desde o quarto e ao chegar não podia ser uma melhor supresa, era a nossa avó e a nossa mãe a preparar a comida para a ceia e os nossos bolos favoritos, esta recordação provavelmente é a primeira que me recordo assim como a que ocorria todos os anos e é disso que não me quero esquecer.
O Natal é mágico
Maria Graça Rodrigues | 21-11-2023
Pequenina com 4 ou 5 anos recordo a mesa das crianças mais pequenas, em que rodava um carrocel dourado com anjinhos que rodava e telintava, com o fumo das velas que tinha em baixo. Esta é o meu quadro preferido do Natal.
O especial lugar que é a casa dos avós
Beatriz Caetano | 20-11-2023
Ainda mal andava e poucas palavras devia dizer, mas já sabia sem sequer olhar ou estar bem desperta que me aproximava da casa dos meus avós. Havia uma curva específica na estrada que o meu corpo reconhecia de forma inata e que me dizia "Vais ver a avó e o avô, os cães e a horta. Vais andar descalça na rua e ver os desenhos animados a qualquer hora do dia". Espero nunca esquecer o sentimento de aconchego dos almoços e jantares de fim-de-semana no Inverno em casa dos meus avós, com o lume de chão aceso, as brasas a crepitar, o cão já idoso deitado a sentir o calor, os petiscos em cima da mesa, o cão ainda jovem a fazer olhinhos pedinchas, as conversas a sobreporem-se e a difícil decisão a tomar de qual jogo de futebol se vai ver.
Ganhei um irmão e um filho de quatro patas
Maria João Lima | 20-11-2023
Eu era muito pequenina quando a barriga da minha mãe voltou a crescer. Sem eu saber, no forninho, crescia o meu irmão e a minha primeira memória é de quando ele chegou a casa, embrulhado numa manta azul, ao colo daquela que até ali tinha sido só minha. Passei a partilhá-la no dia em que deixei de ser a bebé da família. Para sempre guardarei o dia em que dei ao meu filho o melhor presente do mundo para ele: o seu cão Chico. Desde o primeiro dia é uma adoração que cresce de uma ligação que se criou ao primeiro olhar quando foi o escolhido na União Zoófila. Livraria Bertrand do Vasco da Gama (Lisboa)
A minha avó Carmo
Vanda Simões Silva | 20-11-2023
A minha memória mais antiga de Natal: A minha avó Carmo ter costurado uma camisa de dormir para mim, em algodão aos quadradinhos vermelhos, com uma rendinha branca, e uma igualzinha mais pequenina para a minha boneca preferida A memória que eu não quero esquecer: A doçura do rosto sorridente da minha avó Carmo, e o quanto eu sei que ela gostava de mim, e eu dela. Amo-te muito avó, tenho saudades tuas.
A Magia do Natal
Adelaide Tavares Carvalho | 20-11-2023
Natal, é mágico! Sou a segunda de cinco, filhos de pais maravilhosos e uma das primeiras memórias da minha infância é ir com o meu pai e manos ao mercado comprar o Pinheiro (verdadeiro) mais alto que houvesse. Fazer o Pinheiro era mágico, as luzes, as bolas, as fitas, e o meu pai me colocar em seus ombros para eu colocar a estrela no cimo da árvore, no final ficávamos a contemplar a nossa “obra” enquanto cantávamos hinos de Natal. Livraria Colombo
A minha primeira memória e uma que quero guardar p
Anabela Saragoça | 20-11-2023
A minha primeira memória: Quando era criança todos os Natais a minha Mãe fazia uns coscorões deliciosos. A família reunia-se em volta dela, na cozinha, e cada um ajudava. Aquela partilha, os ensinamentos, a divisão das tarefas, o calor reconfortante da cozinha, o cheirinho da canela que se polvilha em conjunto com o açúcar... e estarmos todos juntos. A memória que quero guardar para sempre: O sorriso e o carinho das minhas duas filhas lindas!
Memórias de Natal
Isabel Branco | 20-11-2023
Foi, durante 15 anos (tenho 2 irmãos mais novos) o dia em que acordávamos mais cedo porque o Pai Natal passava durante a noite. A primeira coisa que fazíamos, era verificar se ele tinha comido o lanche todo que tinhamos deixado para ele. Antes de abrir as prendas ficávamos sempre a admirar a forma como todas ficavam misturadas num monte debaixo da árvore, cada uma com o seu nome. Quando nasceu a primeira sobrinha, até ela saber ler, o Pai Natal substituiu o nome por síbolos e deixava uma carta a explicar a mudança (e a agradecer o lanche).
Os Natais da minha infância
Maria Teresa Carmo Brito | 20-11-2023
É ótimo recordar a nossa infância e os melhores momentos que passamos, nesta época tão conturbada que vivemos. Recordo com muito carinho os Natais passados em casa dos meus Avós, rodeada de muito Amor, alegria e felicidade. Não mais esquecerei esses momentos tão ternos e doces.
O Natal em casa da avó, todos juntos!
Marta Pinheiro | 19-11-2023
Livraria Bertrand Leiria Largo Cónego Maia n.º 9, 2400-175 Leiria
O Natal em casa da avó, todos juntos!
Marta Pinheiro | 19-11-2023
A minha primeira memória é o Natal passado em casa da avó Mila, na lareira antiga, com todos a rir e a falar alto; A memória que guardo para sempre é a magia desta festa, de amor e união.
Memórias com Amor
Célia Maria Pedreira Rodrigues | 19-11-2023
Primeira memória: na aldeia, estar sentada à soleira da porta nas noites quentes de verão com aminha avó enquanto ela me contava histórias sobre a lua. Memória que não quero esquecer: quando jogava às escondidas em casa, com os meus pais; chegava a tirar coisas dos armários da cozinha com ajuda do pai ou da mãe, para ficar bem escondidinha. Era quase sempre a última a ser encontrada. A casa ficava virada do avesso, mas a minha mãe, apesar de sobrecarregada com trabalho, não se importava de, em troca destes momentos muito felizes, ter de voltar a arrumar tudo de novo. Bertrand mais próxima: Castelo Branco
Memórias
Mariana Lopes | 19-11-2023
A minha primeira memória: em criança preparar bolachinhas e um copo de leite, e colocar na sala, ao pé da lareira, para que o Pai Natal tivesse o que comer. No dia seguinte não tinha sobrado nada :) A memória que não quero esquecer: preparar doces com o meu irmão, seja no Natal, seja na passagem de ano. Livraria mais próxima: Bertrand Colombo
Saudades
Patrícia Alexandra Vieira do nascimento guerra | 19-11-2023
Recordo-me como se fosse ontem, a família toda reunida em casa da minha avó, os doces...as risadas...as partilhas...o convívio...tempos que já não voltam mais...o cheiro da comida...uma mesa enorme...saudades desses tempos....desde que a minha avó faleceu acabou isso tudo, mas essas memórias ficaram para sempre gravadas na minha memória, no meu ¿¿
Memórias
Daniela Lages Ferreira | 18-11-2023
Indo pesquisar ao fundo das memórias, as primeiras que encontro são da minha avó materna, com quem passei os primeiros anos de vida. Os gestos dela, a delicadeza com que se expressava, o riso.. Tanto carinho.. Lembro-me de estarmos as duas à janela, noite, à espera que os meus pais me viessem buscar. Cada uma escolhia uma cor. Ganhava a que mais carros passassem na rua com a cor escolhida. Hoje como mãe de um ser pequenino, percebo que a brincadeira que ela inventava seria para me manter acordada e para distrair a saudade/ ansiedade da espera pelos meus pais. Memória tão boa. Saudades imensas. Nos últimos dois meses da vida dela, voltamos a passar todos os nossos dias juntas. E aos fins de semana a família enchia a casa, tentando, cada um à sua maneira retribuir tanto do amor que haviam recebido dela um dia. Uma vez, já perto dela deixar de falar, ao vê-la tão cansada, levei-a para o quarto. Ela deu-me a mão e com um olhar doce e julgo que transversal à minha mãe, disse-me “tu és tão linda”. Este momento, é aquele que não quero nunca esquecer.
Excelente filme
Isabel Margarida Duarte | 18-11-2023
Primeira recordação: A Nena a rezar baixinho, antes de eu dormir, "anjo da guarda, minha doce companhia, guardai a minha alma, de noite e de dia". O que não quero esquecer nunca: a voz do meu pai.
A minha memoria
Catarina | 18-11-2023
Que lindo! Não quero esquecer os natais em que passávamos todos juntos, a minha família, os meus avós, os meus tios. Era mágico A minha primeira memória é de ver a minha irmã pela primeira vez.
Memórias
Célia T.Pinto | 18-11-2023
Muito bonito e emotivo o vosso filme. Parabéns. Com ele viajei para a minha infância e lembrei me do primeiro Natal, de que tenho consciência, em casa da minha avó com um pinheiro lindíssimo que me pareceu enorme e toda a excitação que antecipava a vinda do Pai Natal. As memórias que quero sempre preservar são as do amor que sempre transpareceu no olhar da minha mãe quando me ia dar um beijo de boa noite.
Era uma coisa nunca vista! Um milagre de Natal!
M. Conceição Oliveira Magno | 18-11-2023
A estrela mais brilhante que os seus olhos haviam visto entrou na sala através da porta envidraçada da varanda, rodopiou em volta do aposento deixando um rasto de arco-íris à sua passagem, para, por fim, ficar suspensa por cima da árvore de Natal. Foi então que, da noite, viram aproximar-se um mini trenó puxado por renas anãs e, sentado no interior, vinha o Pai Natal sorridente e feliz. O trenó deslizava pela estrada arco-íris, ao som de melodias de Natal. Após algumas voltas, o trenó desceu até à entrada do presépio e o Pai Natal apeou-se do trenó e com gestos largos lançou no ar mãos cheias de pequenos flocos de neve, que ficaram a pairar no espaço. Vicente e Aurorinha, estupefactos e felizes, ora levavam as pequeninas mãos à boca, ora olhavam para o presépio e para o Pai Natal, ora para a estrela... E saltitavam, saltitavam de alegria imensa erguendo os braços, as mãozitas abertas para nelas receberem a frescura dos flocos de neve que se derretiam ao contacto com a pele morna e macia. “Oh! Ah! Opa! Uau!... “As interjeições brotavam-lhes das bocas. Foi então que o arco-íris, tomando a forma de poltrona, veio ao seu encontro e os convidou a sentarem-se. Em menos de um instante já as crianças se encontravam no ar, sentadas na poltrona arco-íris, a observar tudo à sua volta, encantadas. (conto de Natal, M.Magno2023)
Local de entrega
Ana Martins | 18-11-2023
Excelente iniciativa Ontem enviei por este meio as minhas memórias, mas esqueci me de referir onde gostava de receber o meu presente. É na Bertrsbd centro comercial Amoreiras Obrigada
O meu natal
Isaura Queiros | 18-11-2023
Lembro me de acordar sempre cedo na madrugada do dia de Natal e acordar a minha mãe para ir a chaminé na cozinha para ver as prendas que o pai natal tinha deixado.
Para que a memória nunca fique sem amor
Ana Paupério | 18-11-2023
A primeira memória que tenho é das férias em criança. Lembro-me de correr pela praia, com os pés descalços e de me rir sem preocupações. Mas a memória mais viva que guardo desses dias é a de saborear um gelado, segurando-o com a mão firme do meu avô, onde a doçura do gelado misturava-se com o amor e o carinho que ele me transmitia. Até hoje, sempre que saboreio um gelado, sinto-me transportada para aqueles momentos de felicidade. Talvez, por isso, goste tanto de gelado. No entanto, a memória que quero guardar para sempre é a memória do dia em que dei à luz os meus filhos. O dia em que também eu renasci. Cada contração era um passo em direção à vida, que confirmava a força que existia dentro de mim. Enquanto a primeira memória me traz um sorriso nostálgico, a memória do nascimento dos meus filhos enche-me de gratidão e orgulho. E são momentos como estes que moldam a nossa identidade e nos fazem valorizar cada instante da nossa existência. Porque é através das memórias que construímos a nossa história, relembrando quem fomos, quem somos e quem queremos ser. Bertrand Campus São João (Porto)
Memórias 'mafaldinas'...
Célia Mafalda Lopes das Neves Gomes de Oliveira | 18-11-2023
A minha primeira memória é de estar dentro de um avião parado perto de uma zona ajardinada... Havia uma senhora muito simpática, e eu estava acompanhada por duas meninas quase da minha idade. Tinha eu quatro anos e uma curiosidade imensa em perceber o que se passava à minha volta! Porém, esta imagem nunca me abandonou, o que me levou a cogitar durante muitos anos se não teria sido vivido num sonho, naqueles em que eu era personagem num mundo diferente daquele em que vivia - a minha aldeia. Por tudo isto, fez sempre parte de uma memória que nunca partilhei com ninguém. Certo é que, só aos 50 anos, em conversa com os meus pais, num daqueles diálogos a levar para o Futuro, deixei a emoção falar e rememorei tal inaudito episódio. Para meu espanto, retorquiram que não tinha sido sonho; de facto, aos 4 anos, tinha ido visitar o Portugal dos Pequenitos, em Coimbra, e, nessa época (1971), havia o privilégio de entrar e estar num avião lá estacionado. Quanto às duas meninas, eram filhas de um casal amigo e com quem eu muito brincava. Sim, era verdade! Eu, a minha mãe, as duas meninas e a sua mãe, tínhamos passado uma bela tarde naquele recanto de Coimbra. Relativamente a uma memória que quero guardar para sempre, será , seguramente, aquela em que vislumbro, pela primeira vez, o rosto dos meus filhos e o da minha neta. Tão grata que estou à Vida! Tanto que poderia dizer sobre esses momentos; no entanto, não haveria palavras capazes de traduzir tamanha ternura... E as lágrimas teimam em lavar o meu rosto... Deixo entreaberto o baú da memória. Voltarei ao mesmo mais tarde!
A família fica na memória
Anabela Baptista | 17-11-2023
A primeira cena da minha vida que me consigo lembrar é a forma como o meu pai me acordava de manhã, puxando o dedo grande do pé. O momento que nunca quero esquecer é o da descoberta das minhas gravidezes.
Sou brasileira e infelizmente não tenho uma Bertra
Moema Rocha Guimaraes | 17-11-2023
Os vídeos que vocês produzem, às vezes alguns textos em datas comemorativas, que ainda são capazes de nos emocionar e nos fazer sentir vivos no sentido literal de emoção, sentido, amor… de um jeito quase que meio perdido ou a caminho da extinção… obrigada por nos oferecer literatura e sentido de vida e de fim, reflexões, sustos, sentimentos… certeza de sermos humanos, ainda.
Outros Natais
Maria João Lopes | 17-11-2023
Desde muito pequena,quatro ou cinco anos,vêm à memória os Natais em familia alargada aos amigos próximos com a casa linda e enfeitada e os sapatinhos na árvore de Natal.Os cheiros da casa misturavam-se e eram já a delícia de estarmos juntos.
Memórias natalícias inesquecíveis
Isabel Caetano | 17-11-2023
A minha primeira memória é a de decorar um pinheiro enorme que às vezes quase nem cabia na sala e também de ter recebido uma minissaia em tecido xadrez, algo que queria muito. Aquilo que não quero esquecer é cada noite de Natal da minha infância, em que éramos imensos à mesa, íamos sempre à missa do galo, às 00:00, e só depois chegava o Pai Natal com os presentes. Após esta partilha, era o momento da ceia, constituída por chá e algumas iguarias, como filhoses, feitas pela minha mãe e tias e que tinham um sabor mesmo especial.
Memórias
Susana Machado | 17-11-2023
Uma das memórias que me lembro com frequência era dizerem que o Pai Natal entrava pela chaminé, mas como não tínhamos uma em casa, inventavam que usava a janela. As memórias que nunca quero esquecer são os bons momentos que passei com os meus gatos e cães ao longo da minha vida e que guardo no meu coração.
Memórias de Nascimentos
Ana Fernandes | 17-11-2023
A minha primeira memória foi o nascimento do meu irmão. A memória que não quero esquecer é a do nascimento do meu filho.
Memórias de Amor
Zélia M. Ferreira | 17-11-2023
A minha primeira memória é sobre a minha avó paterna a fazer filhós de Natal e eu a embrulhar as ditas filhós no açúcar. A memória que nunca vou querer esquecer: os olhares de orgulho dos meus pais na cerimónia de entrega do meu diploma universitário.
Minha mais viva lembrança, e mais amada.
Karoline Dias, de Gaia. | 17-11-2023
Eu sempre amei passar os finais de semana na casa dos meus avós, a ouvir histórias e a participar na vida deles. A memória mais antiga e mais linda que tenho na minha vida é de um início de noite em que meus avós me puseram aninhada na cama, no meio entre os dois, e ali cantaram várias cantigas de ninar da época deles e algumas da minha época. E, em uma dessas cantigas, da rua com pedrinhas de brilhante, lembro-me de, abraçada a eles, olhar para o alto e ver o quadro que meu avô pintou – uma paisagem de um lago, com um barquinho de madeira e uma palmeira, a preto e branco. Possivelmente tivesse 2 ou 3 anos de idade na altura. Hoje bem mais velha, lembro com muito carinho, pois já não posso mais estar no meio deles, e a voz viva do meu avô já só existe na minha memória. Porém, sou grata por todas as oportunidades que tive para estar com eles, tocar neles, beijar eles, e demonstrar de incontáveis formas o quanto eu os amo até o final dos tempos.
Memórias com amor
Maria Antunes | 17-11-2023
A primeira memória: férias com a família na praia da Figueira da Foz Memória que quero guardar para sempre: a sensação de plenitude de cada vez que regressava a casa, depois de uma longa temporada fora. P.S.: o vosso vídeo está magnífico! Muitos parabéns! (livraria mais perto: La Vie. Funchal)
Natal beirão
Helena Santos | 17-11-2023
Tenho 53 anos e quando desafiada a ir buscar as memórias de Natal, recordo com muito carinho, o Natal na Beira Baixa, na casa dos meus avós. A casa de pedra, a lareira a crepitar na cozinha, a avó a estender as filhoses no joelho (não é engano, era mesmo a tradição), a felicidade de ter uma vez no ano, os seus filhos e netos todos reunidos, em família. A última massa das filhoses era sempre para fazer bonecos para os mais pequenos. Antes da meia-noite, todos colocavam um sapato ao pé do presépio, e esperávamos, a brincar, que o sapato se enchesse de presentes. Coisas muito simples. Éramos muitos e o dinheiro pouco. Mas o Natal era cheio! De carinho, de alegria, de simplicidade. Que Natal feliz!
O meu natal
João Paulo Balau | 17-11-2023
As primeiras memórias do natal que tenho devem remontar aos meus 4 anos de idade. Lembro -me de toda a azáfama familiar em ter a casa decorada com o presépio e a árvore de natal. O cheiro da preparação da ceia com toda a família em torno da mesa . Na altura seríamos uns 20. A magia do menino Jesus que nos punha no sapatinho aquele presente que tanto sonhávamos ter. A magia era reflectida quando regressava mos a casa depois da missa do galo onde toda a família estava presente. Saudades sim, principalmente quando á mesa começam a sobrar pratos. Ficam as memórias e os laços reforçados da familia
Memorias que ficam para sempre
Sara de Sousa | 17-11-2023
Uma das minhas primeiras memorias: lanchar iogurte natural com bolachas maria sentada no balcão da mercearia dos meus pais. Memoria que não quero esquecer: as idas ao café com o meu avô Bertrand do Vasco da Gama
Memórias de Natal
Maria Medeiros | 17-11-2023
A minha primeira memória de Natal é da infância. É uma memória que quero guardar para sempre pois dávamos valor a tudo e esperávamos que os presentes aparecessem em cima do fogão, debaixo da chaminé! Tão boa esta inocência! Bertrand Alameda Shop & Spot
As estórias e os beijinhos de boa noite ¿¿
Liliana Santos | 17-11-2023
Todas as noites em que leio as estórias aos meus três filhos antes de dormirem e os beijinhos de boa noite: durmam bem, sonhem com as estrelas, a mamã ama-vos muito! ¿¿
Natais de infância
Patrícia Carvalho | 17-11-2023
Todos os natais na infância eram maravilhosos! Avós, pais, tios, padrinhos, primos, todos juntos. Brincávamos tanto! Que memória dos cheiros, dos sorrisos, das sensações ao ver o que estava em cada embrulho... Já nada voltou a ser igual! Partilho esta mesma ideia com muitos colegas e amigos que pensam o mesmo. Resta-me um bom livro para reconfortar e aquecer a alma e um livro com ilustrações para ler ao meu filho ao adormecer! <3
Natal
Maria Cristina Sacramento/ Bertrand Marquesa de Alorna | 17-11-2023
Tempos cinzentos, antes da Revolução. Tempos difíceis para ganhar a vida. A minha mãe era modista e a minha memória de Natal mais antiga é vê-la curvada sobre a máquina de costura, afogueada, ansiosa por acabar a tempo todos os vestidos com que as clientes iriam brilhar na Consoada. E, durante anos, o nosso Natal foi aquele suspiro de alívio que se dá quando, finalmente, se cumpre uma tarefa.
¿¿¿¿¿¿
Gabriela Carolo | 17-11-2023
¿¿¿¿¿¿
Memórias que ficam gravadas
Sandra | 17-11-2023
A minha primeira memória? Ir com o meu pai ao bosque escolher o pinheiro, sujar as mãos de resina e encher os bolsos de pinhas o decorar, no meio do frio de um entardecer em Trás-os-Montes. A memória que não quero esquecer? O primeiro Natal em que levei a minha filha a ver as iluminações, e os sorrisos de espanto e deslumbramento com que ela nos presenteou, que nos fizeram voltar a acreditar na possibilidade de reinventar a magia desta época.
Memórias - a Primeira e a de Sempre!
Maria Poeiras | 17-11-2023
já enviei as minhas memórias, porém esqueci-me de indicar a livraria Bertrand mais próxima: Vila Franca de Xira. Obrigada.
Memórias - a Primeira e a de Sempre!
Maria Poeiras | 17-11-2023
A minha primeira memória: Dos meus brinquedos, os meus primeiros amigos: uma boneca de cabelo completamente emaranhado e uma ovelha branquinha com um laço azul, de borracha, e que apitava quando a apertava. Eu chamava-lhe "Mémé"! Quem sabe se não teria sido a minha primeira palavra :) . Memória para Sempre: A casa dos meus pais - ainda consigo lembrar-me do cheiro da cera no chão de madeira da sala, das fatias douradas que a minha mãe fazia e da luz do sol a entrar de enxurrada pela janela e inundar toda a casa. Do cheiro único da própria casa. De quando era a filha e não a mãe dos meus pais. Doem-me as saudades!
Memórias
Ana Martins | 17-11-2023
A minha 1.ª memória é a de 1 triciclo na chaminé na manhã do Dia de Natal ao lado da minha bota. O que queria que ficasse sempre na minha memória é o amor que tenho pela minha filha Mariana e quando a minha neta Maria do Carmo aos 4 anos me disse : amo te para sempre avó Nana
Belo espírito
Paulo Afonso | 17-11-2023
Excelente filme, bem representatio do espírito que deve existir em família, o ano inteiro.
Alegria e medo da saudade
Luís Pinto | 17-11-2023
Ela foi, a primeira memória, quando o meu pai me ensinava a andar de bicicleta. Ele amparava-me no selim por trás, e eu ia falando com ele. Houve um momento em que falei e ele não respondeu: uau já sei andar de bicicleta! A memória que eu não queria que viesse a acontecer, mas não quero esquecer, é a dele, do meu pai. Torres Vedras
Memórias inesquecíveis
Virgínia, Viana do Castelo | 17-11-2023
A primeira memória de que me lembro é da minha tia avó materna, uma senhora doente, muito carinhosa, sentada no sofá, que cheirava o frasco de álcool. Pelos vistos essa memória situa-se nos meus dois anos. Uma memória que me lembra o amor é um momento que repeti muitas vezes com a minha avó: ao lanche, ela abria o forno (onde guardava os restos do almoço), e dava-me um ovo cozido que molhava abundantemente num molho caseiro de tomate. Eu comia o ovo enquanto estava ao seu colo olhando pela janela para ver a minha mãe chegar a casa.
Noite de Natal
Carlos Rodrigues | 17-11-2023
Comento uma estória passada comigo numa noite de Natal de há muitos anos. A consoada era passada em casa dos meus avós gente educada oriunda de uma aldeia da Beira Alta, católicos e que me ministraram essa crença em que ainda acredito!!! Era menino mas nunca me esqueci do que se passou, naquela data acreditava absolutamente que existia Pai Natal mas a graça da estória é que eu na altura das prendas corri para a chaminé , imaginem ainda vi a perninha do menino Jesus houve muito amor e muita graça. Porque a minha visão foi genuína. Claro que durante a escola esta estória contada com mais pormenor deu lugar a algumas boas redações , Tenho 77 anos e lembro-me como se fosse hoje. Boas Festas Feliz Natal
Para Sempre
Micaela Ramalho | 17-11-2023
Primeiro Natal que me recordo, tinha quatro anos. Longe da realidade que até então tinha conhecido. Havia neve, havia um pinheiro verdadeiro e bolas de vidro de muitas cores. longe de casa (os meus pais tinham emigrado) e uma tentiva de normalidade. Passadas cinco decadas, ainda tenho algumas bolas de vidro de muitas cores e quando abro a caixa também tenho, como por magia, a minha mãe e o meu pai, os seus sorrisos e o cheiro da nossa casa, longe, muito longe daqui. Para sempre guardarei esta memória e as bolas de vidro de muitas cores.
Perda
Maria contente | 17-11-2023
Perdi o decorar a casa e a arvore de natal há oito anos qd morreu o meu pai pois e dele a primeira memória de natal devia eu ter uns 4 ou cinco anos, quando o vi a por as prendas na chaminé de casa, qd morreu parece que essa mística se perdeu. Embora comemore há sempre algo que falta, e geralmente cada ano há sempre mais lugares vazios Bom natal
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