A
II Guerra Mundial
é uma mancha que não se apaga, uma ferida na essência do que é ser humano. Como estes livros, muitos outros nos deixaram presos num limbo de angústia, paralisados pela impossibilidade de ignorar o inferno.
O poeta americano,
W. H. Auden
, termina os seus versos sobre o início da guerra com a certeza de que
“no one exists alone / t
o the citizen or the police; w
e must love one another or die”
. Por essa mesma altura,
Ernest Hemingway
asseverava que
“o trabalho de um escritor é dizer a verdade”
.
No final, talvez o dever do leitor seja ouvir.
Deixamos-lhe
o mapa literário da II Guerra Mundial
, entre ficção e não-ficção, para que não esqueçamos.