10 livros que inspiraram filmes nomeados para os Óscares

Por: Beatriz Sertório a 2024-02-29

10%

American Prometheus
16,73€ 15,06€
PORTES GRÁTIS

10%

Poor Things
10,59€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND

10%

Assassinos da Lua das Flores
19,90€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

10%

A Zona de Interesse
18,80€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

10%

Erasure
12,86€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
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10%

How Do You Live?
21,88€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

10%

A Cor Púrpura
18,85€ 16,97€
PORTES GRÁTIS

10%

Find A Way
14,15€ 12,74€
PORTES GRÁTIS

10%

Nimona
18,80€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

10%

The Wonderful Story Of Henry Sugar And Six More
12,86€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS

Últimos artigos publicados

Vem aí a Noite dos Livros Censurados

No ano em que comemoramos 50 anos da Revolução que instaurou a liberdade em Portugal, o Plano Nacional de Leitura quer lembrar autores que foram e continuam a ser censurados ou banidos, em Portugal e no mundo. Durante a semana de 22 a 28 de abril, é lançado o desafio a bares, centros culturais, associações, livrarias, bibliotecas, institutos, teatros e outros, para que organizem noites de livros censurados, trazendo à luz textos e autores que ao longo da História foram votados à escuridão.

5 coisas surpreendentes que eram proibidas antes do 25 de abril

Para quem não viveu durante este período da História de Portugal, até pode parecer mentira, mas o nosso país era um lugar muito diferente antes de 25 de abril de 1974. Para além das proibições evidentes impostas por um regime ditatorial, como a liberdade de expressão ou de imprensa, havia algumas um pouco mais… fora da caixa. No livro Antes do 25 de abril era proibido, o jornalista António Costa Santos recorda este tempo de restrições em que sentenças como “é proibido”, “não se faz”, “parece mal” ou “é pecado” ditavam as normas e os costumes, muitas vezes com consequências muito sérias para os incumpridores. 

5 novos autores portugueses na corrida ao Prémio Livro do Ano Bertrand

Na sua 8ª edição, o Prémio Livro do Ano Bertrand conta com alguma caras novas entre os finalistas. Da seleção de 70 livros apurados à segunda fase de votações, fazem parte cinco estreias literárias de autores portugueses, com obras de diferentes géneros literários, desde a poesia ao ensaio. Fique a conhecer os livros finalistas deste cinco autores portugueses que prometem dar que falar, e se já é Leitor Bertrand tenha atenção ao seu e-mail para eleger os vencedores – as votações começam no dia 3 de abril.

No mesmo domingo em que se decide o rumo que o nosso país irá seguir nos próximos quatro anos (10 de março), as estrelas de Hollywood reúnem-se no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia, para conhecer os favoritos de 2023 da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Se, tal como nós, acredita que o livro é sempre melhor que o filme, não pode perder estas dez leituras que inspiraram alguns dos mais especiais nomeados para os Óscares 2024.
 

American Prometheus, de Kai Bird e Martin J. Sherwin

Um dos dois filmes que protagonizou o fenómeno Barbenheimer que dominou as bilheteiras no verão de 2023, Oppenheimer de Christopher Nolan é um dos favoritos na corrida ao Óscar de Melhor Filme. Contando com um elenco de luxo que vai desde Clillian Murphy, o protagonista, a Robert Downey Jr., estrela de Homem de Ferro, conta a história verídica do físico J. Robert Oppenheimer e do seu envolvimento no Projeto Manhattan que culminou no desenvolvimento da bomba atómica.

A ideia do filme surgiu quando Nolan leu American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer, a biografia do infame físico que Kai Bird e Martin J. Sherwin levaram 25 anos a escrever, valendo-lhes um Prémio Pulitzer.

 


Poor Things, de Alasdair Gray

Com Emma Stone como protagonista, o filme do prestigiado realizador grego Yorgos Lanthimos é mais um concorrente para o Óscar de Melhor Filme. Nele, a jovem Bella Baxter é trazida de volta à vida pelo cientista Dr. Godwin Baxter. Ansiosa por saber mais e conhecer mais do mundo, foge com um advogado e parte numa verdadeira viagem de auto-descoberta.

Esta personagem excêntrica nasceu em 1992, quando o autor escocês Alasdair Gray publicou Poor Things: Episodes from the Early Life of Archibald McCandless M.D., Scottish Public Health Officer, um romance que lhe mereceu o prémio de ficção do jornal The Guardian desse ano, entre outros reconhecimentos.

 


Assassinos da Lua das Flores, de David Grann

Do um dos realizadores de cinema com mais nomeações para Óscares de sempre, Assassinos da Lua das Flores pode vir a ser o filme que finalmente dá o Óscar de Melhor Filme a Martin Scorsese. Baseado nos assassinatos que assolaram os membros da tribo Osage na década de 1920, coloca Leonardo DiCaprio na pele de Ernest Burkhart, um dos assassinos deste caso que desencadeou uma grande investigação do FBI. 

No livro homónimo publicado em 2017, David Grann, autor de A Cidade Perdida de Z, segue este caso, a corrida ao petróleo que esteve na sua origem e o nascimento do FBI numa investigação histórica impressionante que se lê como um thriller.

 


A Zona de Interesse, de Martin Amis

Igualmente nomeado para o Óscar de Melhor Filme, A Zone de Interesse, realizado pelo britânico Jonathan Glazer, debruça-se sobre um complexo caso amoroso entre um oficial nazi e a esposa de um comandante do campo de concentração de Auschwitz. Quando ele começa a suspeitar da infidelidade de sua esposa, tudo se torna ainda mais complicado neste filme poderoso aclamado no Festival de Cinema de Cannes.

O livro que o inspirou, com o mesmo título, foi publicado por Martin Amis em 2014 e considerado um dos mais polémicos romances das últimas décadas.

 


Erasure, de Percival Everett

O último nomeado para o Óscar de Melhor Filme da lista é talvez o menos conhecido, uma vez que até à data da publicação deste artigo ainda não tem data de estreia em Portugal. American Fiction de Cord Jefferson conta a história de Monk, um escritor afro-americano que, apesar do seu talento, não consegue singrar no mercado literário por se recusar a retratar negros de forma estereotipada.

Esta sátira social brilhante baseia-se no livro Erasure de Percival Everett, autor de As Árvores, altamente elogiado pela crítica.

 


How do you live?, de Genzaburo Yoshino

O último filme de Hayao Miyazaki, um dos animadores mais acarinhados do público, encontra-se nomeado para o Óscar de Melhor Filme Animado. Intitulado O Rapaz e a Garça, baseia-se no livro preferido do realizador, o clássico da literatura juvenil japonesa, How do you live?, de Genzaburo Yoshino que tem encantado gerações de leitores. Nele, Mahito, um menino de 12 anos, sente dificuldades em adaptar-se a uma cidade nova após a morte da sua mãe, mas tudo muda quando uma garça falante o leva numa viagem inesquecível.

 


A Cor Púrpura, de Alice Walker

Depois da adaptação ao cinema por Steven Spielberg em 1985, e da adaptação a musical da Broadway em 2005, a obra-prima da autora vencedora de um Pulitzer, Alice Walker, voltou ao grande ecrã.

Nomeado para Melhor Atriz Secundária, pelo papel de Danielle Brooks, esta adaptação cinematográfica musical relata o testemunho da extraordinária irmandade de três mulheres, ao som do jazz, do soul e dos blues que nasceram no Sul dos EUA no início do século XX.

 


Find a Way, de Diana Nyad

Também nomeado para os Óscares de Melhor Atriz (Annette Bening) e Melhor Atriz Secundária (Jodie Foster), está o filme dos realizadores Jimmy Chin e Elizabeth Chai Vasarhelyi. Baseado no livro de memórias escrito pela nadadora e jornalista Diana Nyad em 2015, é um filme biográfico sobre as suas múltiplas tentativas de completar a nado o Estreito da Florida, no início da década de 2010.

 


Nimona, de Noelle Stevenson

Disponível na Netflix, Nimona, nomeado para o Óscar de Melhor Filme Animado, é uma adaptação da novela gráfica homónima de Noelle Stevenson, publicada em 2015. Premiado com o Prémio Eisner e finalista do National Book Award, segue as aventuras da misteriosa Nimona e do vilão Lorde Ballister Coração Negro, que partilham a missão de lançar o caos no reino.

 


The Wonderful Story of Henry Sugar, de Roald Dahl

Igualmente disponível na Netflix, The Wonderful Story of Henry Sugar, nomeado para o Óscar de Melhor Curta-Metragem, é uma adaptação de uma coletânea de histórias para adultos de Roald Dahl pelo reputado realizador de cinema Wes Anderson. A história principal, narrada nesta curta-metragem, segue a vida de Henry Sugar, um homem que consegue ver através de objetos e prever o futuro, ao mesmo tempo que presta homenagem ao popular autor de literatura infantojuvenil.

 


 

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