Simone e Tomass, arquiteta e engenheiro, casal em reconstrução, terminam uma ponte nas margens da Europa, entre Oriente e Ocidente. O ambiente de fronteira, entre uma nova prosperidade e os velhos hábitos despóticos, é o palco de uma interrogação sobre o feminino e o masculino, a sexualidade e o género cujo protagonista é um verdadeiro triângulo amoroso onde cada vértice ama os outros, e Camille, a filha do autocrata, é objeto do desejo de Tomass e Simone.
A inércia da ponte sobre um horizonte onde presente e futuro se confundem com a violência do passado precipita o confronto entre indivíduo e coletivo e expõe as novas máscaras do populismo autoritário.
Indicado para: cobrir com uma pátina de absurdo, surrealismo, comicidade, mordacidade, perspicácia e inteligência assuntos do quotidiano, tais como — a sexualidade, o amor, a amizade, a monogamia, a fidelidade, a masculinidade, a feminilidade, as questões de género, o dinheiro, o novo-riquismo, a sociedade capitalista de consumo, a política, as relações de poder, o trabalho, o progresso e a vida moderna
Efeitos secundários: desconcerto, surpresa, diversão; episódios de riso; valorização da arte da conversa, do diálogo e da cumplicidade; olhar renovado sobre as suas rotinas; discernimento
Posologia: ler sem restrições.