A propósito da realização da Jornada Mundial da Juventude em Lisboa em 2023, o Papa Francisco concedeu uma entrevista a Maria João Avillez em Roma.
«Há quanto tempo não se ouvia um Chefe da Igreja usar de tom tão justo e tamanha sabedoria para falar da mulher? Houve a sanção irada na condenação dos abusos cometidos por algum clero. Seguida de uma garantia com assinatura: nada voltará a ser como foi. Houve o registo da clareza no tema da Liturgia. Houve o tom mais íntimo, num emocionado desabafo sobre Fátima, recordando a sua própria descoberta da «Virgem do Silêncio», à mistura com as lembranças da infância e da juventude na sua Argentina natal. Vimos a luz derramada sobre uma repetida evocação do Espírito Santo e a sabedoria, a experiência, a notabilíssima solidez teológica, sempre que se tratou da Igreja. Houve muito, para todos. E a esperança como modo de vida.»
— Maria João Avillez
Indicado para: combater quadros de desumanização, desesperança, hipocrisia, intolerância, abuso, maldade, conflito, injustiça, ostracização da diferença, desrespeito, conservadorismo, renitência e ceticismo;
Efeitos secundários: abertura ao(s) outro(s), à escuta atenta e ao diálogo; predisposição para a responsabilidade social, o encontro, a sinceridade, a solidariedade e a reconciliação; sentimentos de inspiração, entusiasmo, otimismo e serenidade; amadurecimento e sabedoria;
Posologia: Reservar para ler num dia de descanso e manter o livro por perto para consulta frequente.