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Da minha língua, vê-se o mar

Um grande escritor chamado Vergílio Ferreira escreveu um dia: “Uma língua é o lugar donde se vê o Mundo (…). Da minha língua, vê-se o mar.” A palavra “mar” em Portugal tem cheiro, som e até sabor, evoca canções, poemas, episódios heroicos da nossa História e inúmeras memórias de verões passados. Podemos traduzi-la para diferentes línguas, como por exemplo “sagar” em nepalês ou “more” em checo, mas há algo que se perde na tradução destes países sem litoral, onde o mar é apenas uma palavra, sem histórias dentro. Mais do que meras formas de comunicação, as línguas dão sentido ao mundo à nossa volta e refletem a cultura de um povo. Vamos descobrir algumas curiosidades sobre línguas?

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Uma Vida Incrível e Maravilhosa, de Emily Henry | Bula Literária

A história certa para digerir segredos de família, entender como o passado insiste em repercutir-se no presente, entender o instinto de protecção para com as pessoas que amamos  e os sacrifícios que fazemos por amor

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Coração Negro, de Silvia Avallone | Bula Literária

Coração Negro recusa maniqueísmos, explora de forma dolorosa as inúmeras zonas cinzentas da vida e mostra como podemos seguir em frente apesar do peso das acções passadas e das dores que carregamos para sempre. Um hino às segundas oportunidades e ao direito a voltar a viver plenamente.

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Lampedusa, de Ana França: A terra onde as pessoas não morrem como pessoas

Na manhã de 3 de outubro de 2013, no Porto Militar de Lampedusa, um homem de olhos postos no céu ora: "Que não seja um piccirìddo, que não seja uma criança, por favor, ó Deus, se me ouves, que não seja um pequenito." Pietro Bartolo é médico e há mais de 30 anos que caminha para aquele porto "para ver chegar barcos carregados de vida e carregados de morte. Ele atende vivos e mortos, tem responsabilidades para com ambos. Está de mãos em oração a olhar o mar, a rezar para que não seja uma criança, um piccirìddo, o primeiro cadáver a chegar-lhe às mãos". A prece não foi atendida: foi mesmo um pequenino, a primeira vítima que Pietro Bartolo teve de autopsiar na data que será sempre indissociável de uma das maiores tragédias marítimas do pós-guerra. Não tinha mais de 90 centímetros. Dois anos. E, de repente, a dor cai-nos no colo de forma mais pungente porque as crianças são vida, e a morte delas faz-nos desacreditar do que quer que seja que acreditemos. Naquela noite sem lua, um barco que carregava 500 pessoas e a esperança de todas elas de chegar a um sítio melhor do que aquele de onde partiam, afundou ao largo da ilha siciliana, que é o território europeu onde chegaram mais migrantes nas últimas três décadas — 366 morreram.

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Amanhecer na Ceifa, de Suzanne Collins | Bula Literária

Uma distopia que, a partir de um quadro fictício mas verosímil, ajuda a entender o mundo actual — galvaniza a luta de classes, o confronto entre fracos e poderosos, propõe como solução a sedição e incita a não baixar os braços.

Histórias de jovens obrigados a partir

Histórias de jovens obrigados a partir

Mesmo quando a partida não é motivada por situações de perigo extremo, como é o caso dos refugiados, existem várias razões que podem forçar alguém a deixar tudo o que conhece para trás. Em Obrigados a Partir (Akiara Books), jovens migrantes falam das razões que os levaram a emigrar, os obstáculos que tiveram de superar para o fazer e como foi começar uma nova vida num lugar desconhecido. Descobre um pouco da história de três dos seis jovens migrantes que dão os seus testemunhos neste livro.

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Ajax – O Gato Está na Maior!, de Mr. Tan e Diane Le Feyer | Bula Literária

Uma história que, com uma boa dose de humor, nos leva a pôr em causa a persistência no que ao amor incondicional diz respeito e alerta para a cegueira que este pode causar.

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Madalena, qual madalena

A comida aproxima os povos, mas para que isso se concretize, é preciso que estejamos dispostos a questionar Marcel Proust e a sua teoria do bolo. O que nos faz gostar de uma comida tem sido alvo de aturadas reflexões e pesquisas. Uma das teorias mais citadas recorre a Marcel Proust. Diz o seguinte: gostamos daquilo que já conhecemos. Ou melhor: gostamos daquilo que nos fez feliz.

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Deixa Estar, de Mel Robbins | Bula Literária

O caminho para uma maior serenidade em todos os campos da sua vida pode estar nestas páginas. Prepare-se para uma jornada de introspecção e de reavaliação da forma como pensa e como se comporta. As revelações poderão ser verdadeiramente transformadoras.

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