Alguma vez sentiste que o teu coração e o teu cérebro estavam em conflito? Que, apesar de no fundo do teu coração desejares muito uma coisa, algo dentro de ti te impedia de a concretizares? Isso acontece quando o nosso lado emocional e o nosso lado racional não conseguem chegar a acordo. Mas, afinal, quem tem razão? É o que vamos descobrir com a ajuda do livro O Cérebro (não) Tem Sempre Razão, de Scott Stuart.
QUEM QUER O QUÊ?
Normalmente, o coração procura coisas que o deixam feliz, que lhe dão sentimentos de adrenalina, diversão ou conforto. Comer doces, dormir até tarde, comprar brinquedos novos, são apenas alguns exemplos. Por outro lado, o cérebro é mais cauteloso. Gosta de nos lembrar que comer muitos doces nos pode causar dores de barriga, que temos responsabilidades que nos impedem de ficar na cama até tarde ou que deveríamos poupar mais dinheiro em vez de o gastar em coisas desnecessárias.
O CÉREBRO – SENSATO OU ANSIOSO?
Embora o cérebro queira apenas o melhor para nós, há momentos em que também pode ser excessivamente preocupado, e até ansioso. É claro que é mais saudável comer vegetais em vez de fast-food, andar de bicicleta em vez de carro ou fazer exercício físico em vez de preguiçar na cama. No entanto, quando se trata de tomar decisões que envolvem riscos, seguir sonhos ou enfrentar medos, o cérebro pode ser cauteloso ao ponto de nos prejudicar.
UMA EQUIPA VENCEDORA
Como tudo na vida, deve haver um equilíbrio. O Cérebro e o Coração não devem ser adversários, mas sim parceiros nesta grande expedição chamada vida. Embora o nosso coração possa, por vezes, ansiar por coisas que o nosso cérebro nos aconselha a evitar, a sua colaboração é indispensável para o nosso bem-estar e felicidade. Por isso, ouve os desejos do teu coração, mas deixa também que o seu cérebro seja o teu guia. Juntos, eles acompanhar-te-ão numa vida cheia de alegria, sabedoria e aventuras incríveis! Não deixes também de ler a história O Cérebro (não) Tem Sempre Razão para saberes mais sobre este duo imbatível.