Maria Teresa Horta é a vencedora do Prémio Casino da Póvoa 2021

Por: Sónia Rodrigues Pinto a 2021-02-26 // Coordenação Editorial: Marisa Sousa

Maria Teresa Horta

Maria Teresa Horta

Maria Teresa Horta nasceu em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras. Escritora e jornalista é conhecida como uma das mais destacadas feministas portuguesas. Estreou-se na poesia em 1960 a sua obra poética foi coligida em Poesia Reunida (Dom Quixote, 2009), obra que lhe valeu o Prémio Máxima Vida Literária. Em 2012 publicou As Palavras do Corpo – Antologia de Poesia Erótica, no ano seguinte, A Dama e o Unicórnio, em 2016, Anunciações, vencedor do Prémio Autores SPA / Melhor Livro de Poesia 2017, Poesis (2017), Estranhezas (2018) e a antologia Eu sou a Minha Poesia (2019), o seu mais recente livro. É ainda autora dos romances Ambas as Mãos Sobre o Corpo, Ema (Prémio Ficção Revista Mulheres) e Paixão Segundo Constança H., e coautora com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, de Novas Cartas Portuguesas. Ao seu romance As Luzes de Leonor, a Marquesa de Alorna, uma sedutora de anjos, poetas e heróis (2011), foram atribuídos os prémios D. Dinis e Máxima de Literatura.

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No ano em que se assinalam 400 anos da morte de Francisco Rodrigues Lobo, poeta natural de Leiria, bem como um ano desde que um vírus nos vedou ao isolamento, o Ronda Leiria Poetry Festival procura voltar a "unir o mundo numa linguagem comum: a Poesia" (como escreve uma das coordenadoras e curadoras, Celeste Afonso).

A poesia à mesa da sua casa

Este ano, a poesia portuguesa senta-se à sua mesa. À semelhança do que aconteceu com o festival literário Correntes d'Escritas, também o festival Poesia à mesa, organizado anualmente na cidade de São João da Madeira, procurou reinventar-se num novo formato. 

Correntes d'Escritas 2021: programa e finalistas

Se sempre quis ir àquele que é um dos maiores festivais literários do nosso país mas nunca conseguiu deslocar-se até Póvoa de Varzim, não tem desculpas para não assistir à 22ª edição do Corrente d'Escritas. Realizada num formato inteiramente online, em adaptação aos tempos de confinamento, nos dias 26 e 27 de fevereiro, contará, como sempre, com a presença de vários escritores nacionais e internacionais, a cujas conversas poderá assistir nas redes sociais do município da Póvoa de Varzim. Os temas das mesas terão por base afirmações de Luis Sepúlveda e citações retiradas das suas obras, numa homenagem ao escritor chileno que esteve presente na edição anterior do festival, e que faleceu, vítima de Covid-19, no dia 16 de abril de 2020.

Maria Teresa Horta é a vencedora do Prémio Literário Casino da Póvoa 2021, atribuído no âmbito do festival literário Correntes d’Escritas, com a obra Estranhezas (2018). O anúncio foi feito esta manhã, na cerimónia de abertura oficial do festival, habitualmente realizado na Póvoa do Varzim, mas a decorrer, este ano, num formato inteiramente online.

 


 

O júri, constituído pelo poeta Daniel Jonas, a escritora Inês Pedrosa, o escritor e professor José António Gomes, o realizador Luís Caetano e a artista Marta Bernardes, atribuiu o galardão por unanimidade, afirmando que “Estranhezas é uma exaltação da paixão, da beleza, do real concreto e efémero eternizado pela deslocação da esfera do tempo para o espaço de escrita.

A obra, editada pela Dom Quixote, desdobra-se por sete capítulos – No Espelho, Da Paixão, Da Beleza, Alteridades, Tumulto, Ferocidades, Diante do Abismo – revisitando os temas principais da sua obra desde o seu primeiro livro, Espelho Inicial, escrito em 1960. O júri acrescentou que a autora “criou um glossário e uma sintaxe muito pessoais, um idioma singular que subverte e atualiza a ideia da poesia como canto celebratório”, neste livro escrito sob o signo da asa. 

Entre os finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa encontravam-se nomes como Ana Luísa Amaral, Filipa Leal, Nuno Júdice e Eucanaã Ferraz. Maria Teresa Horta sucede, assim, ao romancista Pepetela, distinguido em 2020, com Sua Excelência, de Corpo Presente (2018).

Pode acompanhar o Correntes d’Escritas em direto e com acesso livre, sem inscrição prévia, através da transmissão em direto, a partir da página do festival no Facebook.

 

Maria Teresa Horta

 

Maria Teresa Horta, 83 anos, nasceu em Lisboa, onde frequentou a Faculdade de Letras. Escritora e jornalista, foi a primeira mulher a exercer funções dirigentes no cineclubismo em Portugal, sendo também conhecida com uma das mais destacadas feministas portuguesas. 

Estreou-se na poesia em 1960, e a sua obra poética publicada até 2006 – dezoito títulos – pode encontrar-se em Poesia Reunida  (2009), livro que lhe valeu o Prémio Máxima Vida Literária. Para além da poesia, Maria Teresa Horta é também reconhecida pelos seus romances. Ao livro As Luzes de Leonor, escrito em 2011, foi atribuído os prémios D. Dinis e Máxima de Literatura.

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