Jeffrey Archer visitou a livraria mais antiga do mundo e respondeu às perguntas dos nossos leitores

Por: Sónia Rodrigues Pinto a 2019-06-06 // Coordenação Editorial: Marisa Sousa

Jeffrey Archer

Jeffrey Archer

Jeffrey Archer nasceu em Londres, em 1940. Estudou na Universidade de Oxford antes de se dedicar à política e, depois, à escrita. Com mais de 300 milhões de exemplares vendidos em mais de cem países e quase cinquenta línguas, estabeleceu-se como um dos maiores escritores bestseller do mundo. Autor da célebre saga «As Crónicas de Clifton», deu nos últimos anos início à publicação da série «William Warwick», entre outros títulos.
Reconhecido pela sua disciplina enquanto escritor, chegando a trabalhar até catorze versões diferentes de cada livro, Archer traz também uma grande quantidade de conhecimento privilegiado aos seus livros, que proporcionam um vislumbre fascinante de uma série de mundos habitualmente fechados.

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To Kill A Mockingbird
11,91€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
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Contador de Histórias
17,70€
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Só o Tempo Dirá
9,00€
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10%

Beware Of Pity
11,58€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
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10%

Great Expectations
12,86€
10% CARTÃO LEITOR BERTRAND
PORTES GRÁTIS
Jeffrey Archer esteve em Portugal, no passado dia 2 de junho, a propósito do lançamento do seu último livro, Contador de Histórias. Foi a oportunidade ideal para conversarmos com ele e para lhe lançar o repto para conhecer a livraria mais antiga do mundo, a Bertrand do Chiado.

Após uma tarde bem passada, na Feira do Livro, o autor aceitou o desafio, brindou-nos com o seu humor e simpatia e acedeu a responder às perguntas dos nossos leitores. 

 

 

 

A admiração que tem pelos escritores clássicos é recorrente nas suas conversas. O leitor João Rafael Caires quis saber qual o autor favorito de Jeffrey Archer, e a resposta transporta-nos à Áustria, no século XX: “O [autor] que mais admiro é Stefan Zweig. É a combinação perfeita entre contador de histórias e escritor”. Se tivesse de reler um livro, aliás, escolheria Beware of Pity, do mesmo autor.

A nossa leitora Ana Maria Marcos, quis saber onde foi o autor buscar  inspiração para o seu primeiro livro, Not a Penny More, Not a Penny Less. “Os primeiros romances são quase todos autobiográficos. Na altura, investi de forma errada numa empresa denominada Aquablast, e o meu primeiro livro é sobre quatro homens que investiram de forma errada numa empresa e estão determinados em terem o seu dinheiro de volta, nem um centavo a mais, nem um centavo a menos.


Ao percorrer as estantes da livraria, Archer pergunta, a dada altura, com um sorriso cúmplice no rosto, onde os estão os seus inimigos, referindo-se a autores como Steinbeck, Hemingway e Dickens.

Entre os milhares de títulos que fazem parte da oferta da nossa centenária livraria, aproveitamos para lhe colocar a questão da nossa leitora Andreia Nossa: Qual a importância de um título para um livro?

Dickens era o rei deles todos. Great Expectations é um título maravilhoso“, diz-nos, defendendo, no entanto, que os títulos não são particularmente relevantes se as obras forem realmente boas. “Por exemplo, eu não creio que To Kill a Mockingbird seja um bom título, mas é um dos livros mais bem sucedidos de sempre.”

 

 

 

 

 

Jeffrey Archer aproveita uma pausa para receber um presente, oferecido pela representante da bertrand livreiros, Ana Margarida Gomes

E se tivesse de recomendar algum livro para alguém que nunca leu nada da sua obra?

À pergunta endereçada ao autor, pelo blogue Ministério dos Livros, este desabafa: “O público já decidiu isso por mim, escolhendo Kane and Abel, acrescentando, todavia, que aconselha a que se comece pelo início, com Not a Penny More, Not a Penny Less.

O blogue Manta de Histórias quis saber qual o livro que, para o escritor britânico, foi mais desafiador de escrever. As Crónicas de Clifton foram a resposta imediata. “Foi um tremendo desafio. São sete livros, um a seguir ao outro, e vemo-los a ficarem cada vez mais populares.”

Por fim, e antes de um até breve,  Jeffrey Archer ainda brindou os nossos leitores com uma mensagem exclusiva. Foi um prazer. See you soon.

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