A admiração que tem pelos escritores clássicos é recorrente nas suas conversas. O leitor João Rafael Caires quis saber qual o autor favorito de Jeffrey Archer, e a resposta transporta-nos à Áustria, no século XX: “O [autor] que mais admiro é Stefan Zweig. É a combinação perfeita entre contador de histórias e escritor”. Se tivesse de reler um livro, aliás, escolheria Beware of Pity, do mesmo autor.
A nossa leitora Ana Maria Marcos, quis saber onde foi o autor buscar inspiração para o seu primeiro livro, Not a Penny More, Not a Penny Less. “Os primeiros romances são quase todos autobiográficos. Na altura, investi de forma errada numa empresa denominada Aquablast, e o meu primeiro livro é sobre quatro homens que investiram de forma errada numa empresa e estão determinados em terem o seu dinheiro de volta, ‘nem um centavo a mais, nem um centavo a menos‘.
Ao percorrer as estantes da livraria, Archer pergunta, a dada altura, com um sorriso cúmplice no rosto, onde os estão os seus inimigos, referindo-se a autores como Steinbeck, Hemingway e Dickens.