Um livro que acolhe dúvidas, alivia culpas e devolve o direito de pensar a maternidade com honestidade, sem imposições ou pressões.
Indicado para: amparar processos de decisão sobre ter ou não ter filhos; combater a pressão social, a exaustão e a sensação de falha constante associadas à maternidade; dissipar angústias e desmontar a ideia injusta da mulher-heroína; denunciar a invisibilidade do trabalho não remunerado de mães e mulheres; emancipar-se da partilha injusta de tarefas e responsabilidades; abordar a maternidade com seriedade e respeito, sem camuflar sacrifícios nem injustiças; combater o olhar condenatório sobre as escolhas reprodutivas de outras mulheres e mães;
Efeitos secundários: alívio face a um discurso sem idealizações; determinação em exigir mais políticas públicas de apoio à maternidade; maior firmeza na preservação da individualidade, da identidade e da liberdade das mães e das mulheres a longo prazo; empoderamento, lucidez e sentido crítico; gargalhadas perante uma crítica bem-humorada e perspicaz;
Posologia: leitura lenta de um capítulo por dia, quando for mais conveniente; manter por perto em caso de SOS.