Como continuar a viver depois de se testemunhar o maior dos horrores? Esta história mostra como a disponibilidade para acolher, ouvir e cuidar do outro é a atitude revolucionária de onde brota esperança para toda a humanidade.
Indicado para: erradicar a violência, o racismo, a discriminação, o egoísmo, a indiferença perante o sofrimento alheio, a desumanização; amparar sentimentos de abandono e experiências traumáticas; purgar culpas transgeracionais ou coletivas; mediar conflitos geracionais; recomeçar a vida, reaprender a viver ou reconstruir-se;
Efeitos secundários: profunda comoção; possíveis sentimentos de tristeza, angústia ou horror; fortalecimento do sentido de justiça; estímulo da atitude humanista, benevolente, empática, altruísta, solidária, cuidadora, resistente e resiliente; vontade de fazer voluntariado; sensação de apaziguamento e esperança no fim da leitura;
Posologia: reservar para ler lentamente num fim-de-semana.