Julia Win é uma advogada de sucesso em Manhattan, mas a sua vida pessoal chegou a num impasse. Acabou de sair de um relacionamento, sofreu um aborto espontâneo e sente-se à deriva. Um dia, durante uma reunião, uma voz na sua cabeça leva-a a sair do escritório sem explicação. Nos dias seguintes, a voz insiste, forçando-a a confrontar questões que tem evitado: Porque vives sozinha? O que queres da vida? Paralela à jornada de Julia e entrelaçada com esta, é contada a história de Nu Nu, uma mãe birmanesa cuja vida muda quando a guerra lhe tira os filhos.
Indicado para: consolar corações partidos; aliviar quadros de excesso de trabalho, stress, agitação, exaustão, insatisfação, desorientação, infelicidade, superficialidade, solidão, materialismo, desinspiração e falta de amor-próprio; purgar traumas transgeracionais e heranças pesadas; combater a intolerância e as barreiras culturais;
Efeitos secundários: sensação de evasão, de viagem no tempo e no espaço; possível interesse pelo budismo, pela frugalidade e por estilos de vida mais simples; aprofundar do autoconhecimento; abertura às várias manifestações do amor, à gentileza, à compaixão, à aceitação e à transformação; sageza e serenidade;
Posologia: leitura mínima de dois capítulos aos deitar; complementar a leitura com A Alma Perdida, de Olga Tokarczuk.