«Sempre soube que na minha cabeça alguma coisa não funcionava muito bem», diz-nos logo ao início Rosa Montero. Voltando ao solo fértil que alimentou A Louca da Casa, esta sua convicção encontrou eco em estudos científicos e dados concretos, mas sobretudo na observação da sua própria vida e nas biografias desses «loucos» e «estranhos» seres dedicados, como ela, à arte da escrita, almas que transformaram o sofrimento pessoal em matéria literária. Sylvia Plath, Emily Dickinson e muitos outros estão presentes nestas páginas repletas de empatia pelos dramas humanos e, ao mesmo tempo, de admiração por toda a beleza daí resultante.
Indicado para: aliviar sentimentos de desajuste, inadequação, divergência, diferença, inquietação, excentricidade, suposta anomalia e solidão; amparar quadros de depressão, obsessão, ataques de pânico, angústia e medo; promover a saúde mental; entender a imaginação e o processo criativo;
Efeitos secundários: momentos de introspeção e reflexão; aprofundar do autoconhecimento; sentimentos de compaixão, empatia, esperança, otimismo e leveza; acréscimo de cultura geral; vontade de alimentar a sua criatividade;
Posologia: Leitura de dois capítulos após o jantar.