Para garantir que o passado não se repete é preciso conhecê-lo. Esta obra é um exercício de memória que não convoca a nostalgia, mas sim o espírito crítico, a lucidez e o apreço pela democracia.
Indicado para: combater a nostalgia e o desconhecimento sobre a ditadura, o fascismo e o autoritarismo; denunciar a repressão, a censura e a proibição da autonomia de pensamento e de iniciativa; expor os mecanismos do colonialismo, do corporativismo, da burocracia, da PIDE e das classes dominantes; repudiar a guerra, a pobreza e o analfabetismo;
Efeitos secundários: reforço da memória histórica e da cultura geral sobre o Estado Novo; compreensão das razões pelas quais a ditadura não pode repetir-se; capacidade para observar criticamente a herança do império; defesa consciente dos direitos, das liberdades e das garantias democráticas;
Posologia: ler devagar um a dois capítulos por dia.