No morro da Pena Ventosa, as casas encavalitam-se umas nas outras e nelas sobrevivem a custo os velhos moradores, aqueles que construíram a invicta e que o turismo e a modernidade vão empurrando para os subúrbios. No morro da Pena Ventosa, são as gentes que dão o colorido às vielas escuras aonde o sol quase não chega e onde subsiste a memória coletiva de um povo que se diz tripeiro. E é no morro da Pena Ventosa que vivem as personagens deste livro, nessa janela com vista para o Douro.
Indicado para: amparar quadros de envelhecimento, perda, solidão, exclusão/injustiça social; fazer face a mudanças bruscas, a excessos difíceis de controlar, a dilemas ou paradoxos; combater o atavismo, o conformismo, a indiferença e o egoísmo;
Efeitos secundários: estímulo da imaginação; maior disponibilidade para nutrir relações com as pessoas que lhe são queridas; reforço da energia para denunciar, reivindicar e solidarizar-se com certas causas; acréscimo de empatia; sentimentos de esperança; vontade de flanar pelo Porto antigo;
Posologia: ler um capítulo após as principais refeições; reforçar a dose ao deitar.