Quando pensamos nas origens da ciência começamos geralmente na Europa, com mentes geniais como Copérnico, Newton, Darwin, Einstein… Mas a história da ciência não é nem nunca foi exclusividade da Europa. Copérnico recorreu a técnicas matemáticas desenvolvidas em textos árabes e persas.
Para desenvolver as suas leis, Newton apoiou-se em observações astronómicas realizadas na Ásia e em África. Darwin consultava uma enciclopédia chinesa do século XVI enquanto escrevia A Origem das Espécies e Einstein inspirou-se no cientista bengalês Satyendra Nath Bose para desenvolver a mecânica quântica.
Horizontes viaja além da Europa, num novo relato da história da ciência, com o intuito de nela inscrever os nomes esquecidos de cientistas africanos, americanos, asiáticos e do Pacífico. Esta é uma história da ciência como nunca a lemos, uma narrativa que nos leva para lá do cânone ocidental e que prova que as maiores descobertas vieram sempre da troca de ideias entre diferentes culturas.
Indicado para: descolonizar o pensamento científico; erradicar omissões históricas e assumir a dívida para com outras culturas; aliviar pensamentos e atitudes eurocêntricos, ocidentalistas, simplistas e lineares; combater o preconceito intelectual
Efeitos secundários: reconhecimento da importância da globalização, da interculturalidade, da internacionalidade, da diversidade e da complexidade na produção de ciência; alargar de horizontes
Posologia: Recomenda-se diluir a leitura de um capítulo por dois dias.