«Na desolação coberta de areia desta nossa Terrra de Ninguém, de chapéus na cabeça, lenços a cobrir o rosto e vaselina nas narinas, temos tentado salvar a nossa casa da poeira soprada pelo vento que penetra por todo o lado. É quase uma tarefa sem esperança, porque é raro haver um dia em que, por um momento, as nuvens de pó serenem. A visibilidade é quase nula e tudo acaba por voltar a ficar coberto de uma espécie de camada de lodo cuja espessura pode variar entre uma película e verdadeiras ondas no chão da cozinha.»
Caroline A. Henderson descreve a vida no Dust Bowl, numa carta datada de 30 de junho de 1935.
Indicado para: iniciar-se na filosofia da fotografia; reflectir sobre a ética da fotorreportagem/fotografia documental; amparar traumas de infância e anseios na relação com os pais; purgar sentimentos de revolta, injustiça, insatisfação, desamparo e/ou desadequação; combater estados de comodismo, alienação, insensibilidade ou indiferença;
Efeitos secundários: reforço da consciência ecológica; descoberta da justiça socio-ambiental; predisposição para a reivindicação, a denúncia, a acção, a empatia e a solidariedade; estados de introspecção; balanço de vida;
Posologia: leitura lenta de um capítulo por dia.