As pessoas tendem a pensar nelas próprias como «boas», mas não é fácil determinar o que é bom ou mau — sobretudo num mundo que impõe escolhas complicadas, que nos prepara armadilhas e nos dá péssimos conselhos. Felizmente, há milénios que filósofos muito inteligentes debatem este dilema, definindo orientações para os restantes mortais.
Indicado para: fazer face a estados de confusão, desorientação, angústia, falta de propósito e egoísmo; ajudar a fazer escolhas e a tomar decisões; aliviar o mau humor;
Efeitos secundários: (re)descoberta da ética; momentos de introspeção; aprofundar do autoconhecimento; predisposição para balanços de vida e ajustes de atitude/comportamento para ser melhor pessoa; acréscimo de empatia e valorização do bem; sensação de clareza e leveza; otimismo;
Posologia: leitura lenta de um capítulo ao serão.