Da embriaguez do primeiro amor à melancolia silenciosa do crescimento e da separação, este livro é uma combinação potente de romance, intriga e história. Lírico e sensual, envolvente e intenso, Nadar no Escuro explora a liberdade e o amor em todas as suas encarnações.
Tudo começa durante um verão mágico e irrepetível, em que dois jovens descobrem a paixão e uma certa liberdade. Mas com o fim da época estival chega o escrutínio, a intolerância e a censura. Dilacerados pelas suas escolhas, os dois têm de decidir qual o futuro que desejam.
Poético e comovente, este romance é perfeito para os leitores de André Aciman ou Alan Hollinghurst.
Indicado para: libertar-se do vínculo entre desejo e vergonha; serenar corações partidos, quadros de dissonância, dor, tristeza, melancolia, fragilidade, amargura, solidão e orgulho; combater atitudes homofóbicas, hipócritas, intolerantes, repressivas e opressivas
Efeitos secundários: estados de profunda introspecção; emergir de velhas memórias; reflexões sobre escolhas, liberdade, valores e imperativos morais; tendência para balanços de vida; sensação de alívio, apaziguamento e harmonização; vontade de ler “O Quarto de Giovanni”, de James Baldwin
Posologia: ler sem restrições onde e quando quiser.