A poesia de João Luís Barreto Guimarães oscila, sempre, entre a contemplação da História, a ironia sobre as coisas comuns e quotidianas, a transformação dos sentimentos em meditação sobre a passagem do tempo, a construção de um universo próprio com as suas personagens, obsessões e descobertas. Ao mesmo tempo, o autor encetou há muito a busca de uma linguagem única e de uma forma singular no panorama da poesia portuguesa e europeia.
Indicado para: apaziguar-se com o quotidiano; valorizar o quotidiano; ver beleza nas coisas simples do dia-a-dia; combater estados de alienação e despertar; apurar os sentidos; estimular a sensibilidade e a delicadeza;
Efeitos secundários: relaxamento; bem-estar; leveza;
Posologia: ler um poema ao acordar e repetir essa leitura várias vezes ao longo do dia.