Gwijá tem noventa e dois anos e vive na Coreia do Sul. Após sete décadas de espera, ainda mantém o desejo de reencontrar o filho mais velho, de quem se separou quando seguia numa coluna de refugiados que fugiam do norte da Coreia. Gwijá teve de parar para amamentar a filha bebé e perdeu o marido e o filho no meio da multidão. Agora, num encontro organizado pela Cruz Vermelha, a sua amiga Jeong-Sun reencontra a irmã mais nova, após sessenta e oito anos de separação. Gwijá só deseja ter a mesma sorte e voltar a encontrar o filho.
Indicado para: purgar traumas que derivam de conflitos, da migração forçada, da separação, do desenraizamento, da negligência, da marginalização, do ressentimento e da saudade; amparar processos relacionados com a passagem do tempo, a substituição de gerações, o envelhecimento, a finitude, a preservação da herança, da memória e da identidade;
Efeitos secundários: comoção; possível revolta ou estado de melancolia; sentimentos de empatia e compaixão; valorização dos laços de família, da igualdade de género, da liberdade e da democracia; reforço da coragem e da tenacidade; acréscimo de conhecimento sobre a história e a cultura coreana;
Posologia: ler ao seu ritmo.