Ideal para distinguir a vida encenada nas redes sociais da vida real, para deixar cair as máscaras e preferir a honestidade e a autenticidade.
Indicado para: aliviar quadros de manipulação, dissimulação e aparência; desmontar fantasias de perfeição; combater a hipocrisia, o machismo, o patriarcado, a misoginia, o ódio às mulheres, a submissão da mulher ao homem e todas as formas de discriminação de género; questionar os papéis de género, o conservadorismo, o tradicionalismo e o regresso idealizado aos valores do lar, da família e da religião; purgar quadros de raiva, ressentimento, desejos de vingança ou de justiça; refletir sobre o impacto tóxico dos influenciadores digitais, da economia da atenção e das políticas conservadoras;
Efeitos secundários: desconforto perante a insensibilidade e a implacabilidade da feminilidade tóxica; maior consciência sobre saúde mental, desigualdade, homofobia, racismo e a violência simbólica dos modelos de feminilidade e domesticidade promovidos pela cultura digital; resistência à obediência cega, à pró-natalidade compulsiva e à nostalgia reacionária; recusa de narrativas falsas; desejos de autenticidade; reforço da lucidez; gargalhadas, diversão e refinar do sentido de humor;
Posologia: leitura de dois a três capítulos por dia, após o jantar.