Fascinada pelo comportamento e pelas relações humanas, Joana Kabuki escreve sobre sentimentos universais e leva-nos a refletir sobre como, muitas vezes, vivemos aprisionados no tempo. Um romance sobre a relatividade das memórias, o peso do passado e a derradeira escolha sobre quem queremos ser quando a vida nos vira do avesso.
Indicado para: aliviar quadros de desamizade, ressentimento/mágoa ou desilusão; olhar para a realidade sob múltiplas perspetivas; sensibilizar para a subjetividade e falibilidade da memória; aceitar as mudanças como uma constante na vida;
Efeitos secundários: possíveis episódios de riso e choro; predisposição para a introspeção, balanços de vida e de relacionamentos; maior capacidade para relevar, perdoar e nutrir do que verdadeiramente importa; vontade de retomar amizades extraviadas; sentimentos de amor, honestidade, lealdade, humildade, confiança e esperança; apaziguamento;
Posologia: ler ao serão, o quanto quiser.