Um homem conduz sem destino. Ao acaso, vira à direita e à esquerda até que chega ao final da estrada na orla da floresta e o seu carro fica atolado. Pouco depois começa a escurecer e a nevar. O homem sai do carro e, em vez de ir à procura de alguém que o ajude, aventura-se insensatamente na floresta escura, debaixo de um céu negro e sem estrelas. Perde-se, quase morre de frio e de cansaço, envolto numa impenetrável escuridão. É então que surge, de repente, uma luz.
Indicado para: reagir a quadros de solidão, niilismo, estagnação, indecisão, tédio, procrastinação, ruminação de pensamentos ou dissonância entre pensamento e acção; aliviar dificuldades de comunicação; estimular o livre arbítrio, a imaginação, a espiritualidade e estados oníricos;
Efeitos secundários: possível sensação de claustrofobia, desconforto, inquietação, confusão ou ansiedade; renovação do ímpeto para a (re)acção com mais propósito, significado e lucidez;
Posologia: ler à sua vontade, de preferência em voz alta e durante o dia.