Rita Lee pode ter tido de tudo, menos uma vidinha besta. E os últimos anos foram dos mais difíceis. Ao mesmo tempo que o mundo passava por uma pandemia, a artista brasileira foi diagnosticada com cancro do pulmão. Num texto com a franqueza e a honestidade que são marcas registadas da sua escrita, ora cru e chocante, ora cheia de ironias, ora subtil e comovente, Rita Lee não poupa detalhes dos tratamentos a que se sujeitou e dos estados de espírito por que passou. Fala também da rotina, de tropeços inesperados, dos avisos do universo, de seres de luz e dos caminhos que a vida tomou.
Indicado para: enfrentar com dignidade a (ideia da) morte; conter quadros de autocomiseração ou desânimo; aprender a valorizar cada dia; abraçar o humor; aprimorar o exercício da franqueza e da gratidão;
Efeitos secundários: episódios de confrangimento, desconforto, compadecimento e tristeza, acompanhados por sentimentos de admiração e profundo respeito; amadurecimento emocional e espiritual; introspeção e balanço de vida;
Posologia: ler ao seu ritmo.