Julho de 1962. Uma família mi'kmaw da Nova Escócia chega ao Maine para apanhar mirtilos durante o verão. Semanas mais tarde, Ruthie, de 4 anos, filha mais nova da família, desaparece. É vista pela última vez na companhia do irmão, Joe, de 6 anos, sentada na sua pedra favorita no limiar do campo de mirtilos. Joe nunca será capaz de ultrapassar o desaparecimento da irmã.
Indicado para: purgar sentimentos de culpa, raiva, estranheza, desadequação, inquietação, arrependimento ou injustiça; amparar quadros de perda, luto, trauma transgeracional, tragédia/adversidade e indecisão; combater e denunciar o racismo, a violência, o desenraizamento cultural forçado e o internamento compulsivo de pessoas indígenas;
Efeitos secundários: sensação de imersão e de fluxo na leitura; recuperação de memórias; reflexões sobre questões de identidade e pertença; sentimentos de empatia, compaixão e esperança; libertação e redenção emocional; fé renovada no amor; balanço de vida;
Posologia: leitura mínima de um capítulo por dia.