Caterina é uma rapariga selvagem, nascida livre, como o vento. Corre a cavalo pelos planaltos do Cáucaso, ouve as vozes das árvores, dos animais, dos deuses e dos heróis. O seu povo é um povo fora do tempo; a sua língua, a mais antiga e incompreensível do mundo. Até que, um dia, é subitamente arrastada com violência para a História. Capturada em Tana, a última colónia veneziana na foz do Don, inicia uma incrível viagem através do Mar Negro e do Mediterrâneo. Vê as cúpulas douradas de Constantinopla na véspera da conquista turca, vê Veneza erguer-se das águas como num sonho e, finalmente, Florença no esplendor do Renascimento.
Indicado para: combater a violação dos direitos humanos, o rapto, tráfico e escravização de seres humanos, a barbaridade, a injustiça, a degradação moral e ética, a ganância e a desumanização generalizada; amparar quadros de sofrimento e humilhação;
Efeitos secundários: experiência de leitura imersiva; sensação de viagem no tempo; sentimentos de comoção, compaixão, solidariedade e empatia nomeadamente para com os refugiados, os migrantes e os escravos de hoje; maior apreço pela liberdade;
Posologia: leitura mínima de 15 páginas ao longo do dia.