ETIÓPIA, 1935
Sob a ameaça iminente do exército fascista de Mussolini, Hirut, uma jovem que acaba de perder ambos os pais, esforça-se por se adaptar à sua nova vida como criada. O seu recente patrão — Kidane, oficial do exército do imperador Haile Selassie — está absorvido na missão urgente de reunir os melhores homens e de os preparar para a invasão italiana. Hirut e as outras mulheres anseiam por fazer mais do que tratar dos feridos e enterrar os mortos. Quando o imperador foge para o exílio e a Etiópia rapidamente começa a perder a esperança, é Hirut quem possibilita um plano para manter o moral. Mas como poderia ela prever que em breve enfrentaria a sua própria guerra pessoal, como prisioneira de um dos mais vis oficiais italianos?
Indicado para: refletir sobre os efeitos do colonialismo e da guerra; combater a violência, o sadismo, a crueldade, o racismo, o antissemitismo, o ódio, a cobardia, a violação e humilhação de mulheres como arma de guerra; libertar-se de desejos de vingança e sentimentos de raiva e fúria;
Efeitos secundários: sentimentos de assombro, respeito, orgulho, resiliência, resistência, poder, bravura, piedade e compaixão; aquisição de uma nova perspetiva sobre o papel das mulheres na guerra e das mulheres guerreiras/combatentes; interesse pela Etiópia, pela sua História e cultura; exultação feminista;
Posologia: Diluir a leitura de 20 páginas por dia, com reforço ao serão.