Navegações explora as viagens de descoberta portuguesas, situando-as nos seus contextos da Europa medieval e renascentista. Mostra como estas viagens nasceram de um espírito de cruzada, bem como do comércio de longa distância com a Ásia e África, e com os avanços técnicos na cartografia e na conceção de navios. O comércio de escravos, a diáspora dos judeus sefarditas e a disseminação intercontinental de plantas e animais conferiram a estas viagens um significado global de longo prazo.
Indicado para: reexaminar e recontextualizar a expansão marítima portuguesa sob uma luz menos eurocêntrica; aprofundar conhecimentos sobre a expansão marítima portuguesa e os primórdios do capitalismo e da globalização;
Efeitos secundários: valorização do papel do cidadão comum e das mulheres na expansão marítima; assunção da violência e da desumanização nesta fase da história nacional; entendimento das raízes dos desastres climáticos e ambientais;
Posologia: ler ao seu ritmo.